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  • Fundação Abrinq lança programa focado nos primeiros mil dias de vida da criança

    Fundação Abrinq lança programa focado nos primeiros mil dias de vida da criança

    A Fundação Abrinq iniciou, recentemente, o Programa 1000 Dias, uma nova iniciativa voltada para promover o desenvolvimento saudável das crianças desde a gestação até os 2 anos de idade. Essa fase, que abrange os primeiros mil dias de vida — desde a concepção até o segundo aniversário — contempla etapas importantes para o crescimento físico, cognitivo e emocional, impactando a saúde e o bem-estar das crianças a longo prazo.

    O conceito de “mil dias” destaca a importância deste período devido ao rápido e complexo desenvolvimento que ocorre nele. Após o nascimento, práticas como o aleitamento humano, a alimentação complementar e os cuidados parentais influenciam o desenvolvimento físico, cognitivo e emocional da criança. Além disso, o acompanhamento pré-natal adequado e o monitoramento da saúde nos primeiros anos de vida podem prevenir uma série de problemas, incluindo desnutrição, doenças crônicas, transtornos de desenvolvimento e mortalidade infantil.

    Para seu funcionamento, o Programa 1000 Dias foi estruturado em três frentes principais, cada uma delas focada em uma etapa específica dos primeiros mil dias de vida de uma criança:

    Da gestação ao nascimento

    Nesta fase, o programa visa qualificar os cuidados com gestantes, parturientes e recém-nascidos. As ações incluem a formação de profissionais de saúde, como enfermeiros e técnicos, a mobilização de áreas como Saúde, Educação e Assistência para ações integradas, e o monitoramento da qualidade do pré-natal.

    Do nascimento aos 12 meses

    Durante o primeiro ano de vida, o foco é qualificar os cuidados com as crianças, incluindo o atendimento das equipes de saúde materno-infantil e creches. Além disso, o programa promove encontros de orientação para mães e familiares, e monitora o desenvolvimento das crianças participantes.

    Dos 12 aos 24 meses

    Na última fase, o programa se concentra na qualificação das práticas nas creches, com ênfase no desenvolvimento integral das crianças de 1 a 2 anos. As ações incluem a formação de equipes de educação infantil e profissionais da assistência social, incentivo a hábitos alimentares saudáveis, e acompanhamento do estado nutricional das crianças.

    Em 2024, o Programa 1000 Dias segue sua implementação nas cidades de Cajati – SP, Curvelo – MG e Iguape – SP, com o objetivo de gerar impactos positivos duradouros na vida das crianças e contribuir para a redução da mortalidade infantil, bem como para a promoção de uma infância mais saudável e segura.

    “Acreditamos que os primeiros mil dias de vida são decisivos para o futuro de qualquer criança. É neste período que se constrói a base para um desenvolvimento saudável, e o Programa 1000 Dias é a nossa resposta a essa necessidade urgente. Com ele, estamos empenhados em garantir que cada criança tenha a oportunidade de crescer com saúde, amparo e dignidade”, relata Victor Graça, superintendente da Fundação Abrinq.

    Sua doação faz a diferença

    Ao fazer uma doação para a Fundação Abrinq, você está contribuindo diretamente para que as ações do Programa 1000 Dias cheguem a mais crianças e suas famílias nos momentos mais decisivos de suas vidas. Sua contribuição possibilita a capacitação de profissionais de saúde e educação, o acompanhamento nutricional adequado e a promoção de práticas saudáveis que impactam profundamente o futuro das crianças atendidas. Cada doação é um passo a mais na construção de um futuro melhor e mais saudável para as próximas gerações.

    Clique aqui e seja parte da mudança!
     

  • Dicas para garantir uma boa amamentação para o seu bebê

    Dicas para garantir uma boa amamentação para o seu bebê

    O aleitamento materno traz vários benefícios para a mãe e o bebê, além de ser um alimento fundamental ao desenvolvimento e vínculo da criança e da nutriz. O ideal é que aconteça de forma exclusiva e em livre demanda, desde a sala de parto até o sexto mês, e complementar até os 2 anos ou mais.

    O leite materno contém todos os nutrientes necessários para o bebê, facilita a digestão, hidrata e protege contra doenças infecciosas e alergias, bem como melhora a resposta à vacinação e diminui as chances de mortalidade infantil. Porém, não é só o bebê que se beneficia com a amamentação, pois além de fortalecer o vínculo entre a mãe e o filho, o aleitamento materno também protege a mulher contra alguns tipos de câncer e doenças. A proteção pode chegar até 25% contra o câncer de mama e do colo do útero, segundo o pediatra Dr. Moises Chencinski.

    Para ajudar a promover uma boa experiência com a amamentação e celebrar a Semana Mundial de Aleitamento Materno, que acontece de 1 a 7 de agosto, a Fundação Abrinq separou algumas dicas para otimizar a alimentação e nutrição do bebê e garantir também o conforto para a mãe a cada mamada:

    Aprenda a posicionar o bebê para mamar

    Alinhar o corpo do bebê próximo ao da mãe e manter o corpo e a cabeça do bebê alinhados são ações fundamentais para garantir uma boa amamentação. As posições devem ser avaliadas constantemente a cada mamada.

    Saiba qual é a “pega” correta

    Com a boca bem aberta, lábios inferior e superior virados para fora e o queixo tocando a mama, o bebê deve abocanhar a maior parte da aréola e não somente o bico do seio.

    Não exagere na limpeza das mamas durante o banho

    Não é recomendado usar sabonete e outros produtos para lavar os mamilos, pois podem eliminar o óleo natural da pele responsável pela proteção e hidratação dos mamilos. No entanto, é fundamental, higienizar as mamas com água durante o banho para evitar a candidíase mamária e outras infecções.

    Não marque horário para dar de mamar

    A amamentação deve ser feita em livre demanda, sempre que o bebê quiser ou apresentar sinais de fome e sede. A amamentação frequente também estimula a produção do leite materno.

    Cuide da alimentação e nutrição

    Além de ser fundamental para o bebê, alguns alimentos ingeridos pela mãe podem ocasionar em substâncias que influenciam no cheiro do leite materno, fazendo com que o bebê rejeite a amamentação.

    Mantenha uma garrafa ou copo de água por perto

    É comum que as mulheres sintam sede ao amamentar, uma vez que o corpo precisa repor o líquido que perde durante a amamentação. Mantenha perto uma garrafa ou copo d’água durante as mamadas.

    Procure conversar sempre com um médico

    A orientação profissional pode ajudar durante a amamentação e prevenir casos como o empedramento do leite, rachaduras no mamilo ou outros desconfortos. Caso a mulher passe por algum deles, buscar orientação médica é fundamental para entender a causa do problema e solucioná-lo.

    Seja paciente

    Mesmo seguindo todas as recomendações citadas, algumas mulheres podem apresentar dificuldades na hora de amamentar. Nessas horas, manter a calma e a paciência são fatores essenciais para prosseguir com o aleitamento materno.

    A princípio toda mulher pode amamentar. No entanto, em alguns casos ela pode não conseguir ou não se sentir confortável com a prática. Nestes casos é essencial entender que a escolha de realizar ou não o aleitamento materno é da mãe e deve ser respeitada pelo profissional de saúde, familiares e pela sociedade. Caso a mãe opte por não amamentar, um profissional de saúde deve orientá-la sobre as melhores alternativas para o bebê continuar a crescer saudável.

    Você pode conferir outras dicas no vídeo abaixo:

  • Saiba como conciliar a amamentação com o retorno ao trabalho, após o período de isolamento social

    Saiba como conciliar a amamentação com o retorno ao trabalho, após o período de isolamento social

    O aleitamento materno é a forma mais natural de instituir o vínculo, afeto, a proteção e nutrição entre a mãe e o bebê. É, portanto, uma maneira econômica e eficaz de prevenção, intervenção e redução da mortalidade infantil, como também de promoção à saúde integral da dupla mãe e filho. Por oferecer diversos benefícios tanto para a mãe quanto para o bebê, a recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) é que a amamentação seja exclusiva até os seis meses de vida e complementada até dois anos ou mais. 

    Por isso, é importante que durante e após a pandemia da COVID-19, as mães mantenham os cuidados com a higienização própria e do bebê. Confira algumas dicas para facilitar o retorno ao trabalho, após o período de isolamento social:

    • Antes do retorno ao trabalho, comece a ordenhar o leite materno para a oferecer ao seu bebê ao longo do dia. Dessa forma, ele se acostumará com a nova rotina;
    • O ideal é que o leite ordenhado seja oferecido ao bebê em copo, colher ou xícara;
    • Quinze dias antes de retornar ao trabalho comece a estocar o leite materno no freezer. Este leite armazenado pode ser servido a criança no período que estiver trabalhando;
    • O ideal é que o leite materno ordenhado seja armazenado em potes de vidro com tampa de plástico;
    • É importante etiquetar os potes de leite materno informando a data da ordenha e validade;
    • Armazene o leite materno na quantidade de uma mamada do bebê, assim você evita o desperdício do leite após descongelado;
    • A validade do leite materno ordenhado é de 12 horas, armazenado na geladeira, e de 15 dias armazenado no freezer; 
    • O ideal é que o leite materno seja descongelado em banho maria para ser servido ao bebê. Se o bebê não tomar todo o leite a sobra deverá ser descartada; 
    • Para continuar a produzir leite materno, no retorno ao trabalho, é necessário ordenhar o leite em intervalos regulares ao longo do dia. Com a rotina estabelecida você começará a perceber quantas vezes será necessário ordenhar o leite durante o dia;
    • Algumas empresas disponibilizam aos seus funcionários sala de apoio a amamentação, que é um local destinado a mulheres, que retornam de licença maternidade e continuam amamentando seu filho. Neste local é possível ordenhar o leite materno e armazenar durante a jornada de trabalho, e após expediente levá-lo para casa. Verifique se sua empresa dispõe de um local para fazer a ordenha do leite materno; 
    • O leite materno ordenhado deverá ser transportado para casa em bolsa ou caixa térmica e posteriormente congelado;
    • É importante lembrar que, sempre que estiver com o bebê, se possível, opte por oferecer o peito.

    Direitos da mãe durante o período de amamentação

    Durante os 6 primeiros meses de vida do filho, a mãe tem direito a dois descansos, de 30 minutos cada, durante a jornada de trabalho, destinados a amamentação e ordenha do leite. Além disso, nas instituições públicas e privadas existem guichês e caixas especiais ou prioridade nas filas para atendimento a gestantes e mães com crianças de colo.

    Como ajudar outras mães e bebês doando leite materno

    O Banco de Leite Humano é responsável por ações de promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno, como também pela execução de atividades de coleta, seleção, classificação, processamento e controle de qualidade e distribuição do leite materno. São instituições que acolhem a mãe que amamenta e oferecem apoio, orientação e auxílio relacionados à amamentação. 

    Mulheres com produção em excesso podem doar o leite materno para essas instituições, que preparam o leite para prematuros internados em UTIs neonatais, por exemplo. Saiba qual é o banco de leite de referência para o atendimento na sua área de residência. No site da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), entre muitas informações sobre o aleitamento materno, você pode encontrar uma listagem da Rede de Bancos de Leite Humano separada por região do país. Os profissionais de saúde da Rede de Bancos oferecem assistência e captação de doadoras de leite humano neste período de pandemia. 

    Você também pode fazer a diferença para outras vidas, apoiando a campanha de combate à fome durante a pandemia! Clique aqui e saiba mais.

  • Como a Covid-19 afeta a saúde e alimentação das mães, gestantes e dos bebês?

    Como a Covid-19 afeta a saúde e alimentação das mães, gestantes e dos bebês?

    Em um momento de especial cuidado com a saúde da população mundial, gestantes, puérperas e bebês precisam de atenção redobrada já que, segundo o Ministério da Saúde, eles estão no grupo de risco para possíveis complicações da Covid-19. Em gestantes, devido às adaptações fisiológicas ou eventos adversos na gravidez, a dispneia, febre, sintomas gastrointestinais ou fadiga podem se sobrepor aos sintomas da Covid-19. 

    Por esse motivo, reforçar os hábitos de higiene, além do distanciamento e isolamento social, é fundamental para prevenir a doença. Outro fator importante para o desenvolvimento e a manutenção da saúde da mãe e do bebê é a alimentação. O pediatra Yechiel Moises Chencinski, consultor da Fundação Abrinq, separou algumas dicas de amamentação e alimentação durante o período de isolamento, como também para a prevenção e proteção da Covid-19. Confira quais são:

    • Lave com frequência as mãos até a altura dos punhos, com água e sabão, ou higienize com álcool em gel 70%;
    • Ao tossir ou espirrar, cubra nariz e boca com um lenço ou com o braço. Lembre-se de não utilizar as mãos nestes casos;
    • Evite tocar os olhos, o nariz e a boca com as mãos. Se necessário, higienize-se. Ao tocar, lave sempre as mãos como indicado;
    • Mantenha uma distância mínima de cerca de 2 metros de qualquer pessoa;
    • Evite abraços, beijos e apertos de mãos. Adote um comportamento amigável sem contato físico;
    • Higienize com frequência os móveis, brinquedos e outros objetos da casa ou que tiver contato físico;
    • Mantenha os ambientes limpos e bem ventilados;
    • Não compartilhe objetos de uso pessoal;
    • Evite circulação desnecessária nas ruas, estádios, teatros, shoppings, shows, cinemas e igrejas;
    • Utilize máscara ao sair. Se puder, fique em casa;
    • Pessoas infectadas ou com sintomas devem evitar o contato físico com outros indivíduos, em especial, com os idosos;
    • Durma bem e tenha uma alimentação saudável.

    Para as mães que estão amamentando, com suspeita ou com a Covid-19: manter o aleitamento materno de acordo com as recomendações do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), do Ministério da Saúde e do Departamento Científico de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria (DCAM), é extremamente importante. Portanto, nestes casos, as mães devem lavar as mãos, por 20 segundos ou mais, antes de pegarem o bebê e usar uma máscara de proteção para amamentar. Após a mamada, é necessário que lavem as mãos por 20 segundos ou mais.

    Para as mães que não estão amamentando: todo o equipamento utilizado, como a mamadeira e os bicos, deve ser higienizado. A mãe pode oferecer o leite para o seu bebê utilizando as mesmas recomendações de higiene, as lavagens das mãos, antes e depois de cada mamada, e o uso de máscaras.

    Para as mães que estão amamentando e desejam retirar o seu leite para oferecer à criança: os procedimentos de higiene devem ser os mesmos: lavar as mãos e usar a máscara de proteção. As mães também devem seguir as recomendações da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em relação à retirada e armazenamento do leite. Se possível, outra pessoa treinada, devidamente protegida, pode oferecer o leite em um copinho à criança.

    Para a alimentação das mães: toda a rotina de nutrientes e preparo deve ser mantida para a mãe e o bebê. Atenção à higienização rigorosa das mãos, antes de iniciar o preparo dos alimentos. O hipoclorito de sódio serve para a esterilização das verduras, frutas e legumes que serão ingeridos crus. “O cardápio da mãe e da criança deve seguir as mesmas recomendações médicas indicadas antes da pandemia, não existindo nada em especial que deva ser oferecido neste momento”, ressalta o pediatra. 

    Muito cuidado com as carnes e os ovos crus. Esses alimentos não devem ser oferecidos ou consumidos, por conta do risco de contaminação biológica e das toxinas que podem estar presentes neles. Sempre que possível, ofereça ou consuma alimentos cozidos ou assados. Lembre-se também de higienizar a embalagem, o alimento e a superfície que será utilizada para o preparo do alimento como, por exemplo, as pias, as bancadas, os talheres e equipamentos.

    Para a compra e encomenda de alimentos: no caso da compra ou encomenda de um alimento, antes de abri-lo, a embalagem deve ser higienizada com a solução de hipoclorito de sódio 50 ml em um litro de água. 

    Em caso de outras dúvidas, procure um médico ou serviço de saúde.

    Durante a pandemia, você pode fazer a diferença apoiando a campanha de combate à fome da Fundação Abrinq. Clique aqui e saiba como.