Tag: Coletivos periféricos

  • Fundação Abrinq apoia ações realizadas pelos Coletivos Periféricos em diferentes regiões do país

    Fundação Abrinq apoia ações realizadas pelos Coletivos Periféricos em diferentes regiões do país

    Ao longo de agosto, coletivos parceiros da Fundação Abrinq, por meio do programa Coletivos Periféricos, desenvolveram atividades voltadas a crianças, adolescentes, educadores, familiares e comunidades em diferentes regiões do país. As iniciativas passaram por formação, esporte, cultura, convivência e prevenção de violações de direitos, frentes que fazem parte do trabalho desenvolvido pelos coletivos em seus próprios territórios.

    A programação mostra a diversidade de caminhos encontrados por organizações locais para trabalhar com crianças e adolescentes. Em cada território, os coletivos partem de suas experiências, conhecimentos e necessidades para construir ações que façam sentido para a comunidade, seja por meio da capoeira, da dança, da música, de atividades culturais ou de iniciativas de proteção de direitos.

    Em Taboão da Serra – SP, educadores buscaram ampliar seus conhecimentos sobre o ECA e as práticas esportivas. Em Várzea Grande – MT, crianças e adolescentes chegaram ao palco com uma orquestra formada a partir de um processo de musicalização. No Ceará, seis coletivos se reuniram para um festival aberto à comunidade. Em Manacapuru – AM, o trabalho esteve voltado à prevenção da violência sexual e do trabalho infantil.

    O apoio da Fundação Abrinq integra esse processo e contribui para o fortalecimento das iniciativas e para a articulação entre os coletivos, criando também oportunidades para que experiências desenvolvidas em diferentes regiões sejam compartilhadas.

    Formação aproxima coletivos de São Paulo e do Rio de Janeiro

    No dia 1º de agosto, o coletivo Cultura no Beco, de Taboão da Serra – SP, recebeu uma formação sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e sua relação com as práticas esportivas. A iniciativa surgiu de uma demanda apresentada pelo próprio coletivo, que atua com esportes e danças para crianças e adolescentes e buscava ampliar o conhecimento de seus educadores e parceiros sobre proteção e garantia de direitos.

    Para conduzir a formação, a Fundação Abrinq apoiou a participação de integrantes do coletivo Macacos Vive, do Rio de Janeiro – RJ, que têm formação jurídica e experiência com práticas esportivas. Durante quatro horas, 20 educadores e parceiros do Cultura no Beco discutiram temas relacionados à prática esportiva por crianças e adolescentes, ao ECA e aos cuidados necessários para que essas atividades também sejam espaços de proteção.

    Cultura no Beco e Macacos Vive

    O encontro teve ainda outro resultado, aproximou dois coletivos de diferentes estados e criou um espaço para compartilhar experiências sobre o trabalho desenvolvido com crianças e adolescentes. A troca entre organizações que vivem realidades distintas amplia as possibilidades de aprendizagem e ajuda a fortalecer soluções construídas a partir dos próprios territórios.

    Em Minas Gerais, os coletivos que integram o polo do estado também se reuniram em agosto para o primeiro Encontro de Coletivos do Polo de Belo Horizonte, realizado com o MA Cia de Dança como anfitrião. O encontro criou um espaço para que os grupos apresentassem suas experiências, compartilhassem estratégias utilizadas no trabalho com crianças e adolescentes e conhecessem diferentes formas de atuação desenvolvidas nos territórios.

    Participaram da atividade representantes do Rabiola Instituto Cultural de Arte e Educação, Hip-Hop Cypher Pipoca e Combate, Instituto 100% Morro, Mulheres de Rocha e Guerreiros do Abaeté. A troca permitiu identificar experiências e desafios comuns, além de ampliar o conhecimento entre os coletivos que fazem parte do polo e fortalecer a articulação entre iniciativas que atuam em diferentes frentes de promoção dos direitos de crianças e adolescentes.

    Capoeira, música e apresentações levam crianças e adolescentes para novos espaços

    A cultura e o esporte também estiveram entre as principais frentes das atividades realizadas em agosto. Em Ribeirão das Neves – MG, o coletivo Guerreiros do Abaeté promoveu, no dia 8, o batizado e a troca de cordão de seus alunos de capoeira.
     

    Guerreiros do Abaeté

    Para Ana Lívia, mãe de Eric, de 16 anos, e Davi, de 13, a capoeira faz parte da história da família e ganhou um novo significado com a participação dos filhos no coletivo Guerreiros do Abaeté. Ela conta que os filhos passaram a frequentar as aulas aos sábados e destaca as mudanças percebidas no dia a dia.

    “A capoeira está na nossa família há muitos anos e foi importante para os meninos aprenderem a ter mais responsabilidade e disciplina. Eles gostam demais, voltam todos os sábados e mudou muito a vida deles”, afirma.

    Ana Lívia também destaca a importância de iniciativas culturais como essa para as crianças e adolescentes do município. “A gente agradece muito à Fundação Abrinq por essa oportunidade, por trazer isso para a gente, para um município um pouco pobre de benefícios assim, de cultura. É muito bom ter isso e poder participar desse evento.”
     

    Guerreiros do Abaeté

    O evento faz parte do calendário do coletivo e marca momentos diferentes na trajetória dos participantes. Os novos alunos recebem a primeira corda, enquanto aqueles que já praticam a modalidade avançam para uma nova graduação. A atividade reuniu também estudantes de outros grupos convidados e diferentes mestres de capoeira, ampliando o encontro entre crianças, adolescentes e integrantes da comunidade da modalidade.

    Em Várzea Grande – MT, a música ocupou o palco, o coletivo Anjos da Lata apresentou, no dia 14, sua Orquestra Musical, resultado de um processo de formação que utiliza instrumentos construídos a partir de materiais de sucata.

    O trabalho do coletivo é desenvolvido de forma itinerante e em parceria com a rede pública de ensino. Durante três meses, cada turma participa de um módulo de musicalização, com atividades que utilizam instrumentos percussivos produzidos a partir de materiais recicláveis. Ao final desse processo, os alunos que se destacam seguem em acompanhamento para integrar a Orquestra.
     

    Anjos da Lata - Orquestra Musical

    A formação musical dos participantes conta com o apoio da Fundação Abrinq por meio do convênio com o coletivo. Para a apresentação no Cine Teatro, a Fundação também apoiou o transporte e a alimentação dos participantes.

    O lançamento da Orquestra foi uma conquista do próprio coletivo, viabilizada por meio de um edital de fomento. No palco, crianças e adolescentes apresentaram o resultado desse percurso de formação, enquanto familiares e outras crianças acompanhavam a apresentação na plateia. Para alguns deles, estar em um teatro pela primeira vez também fez parte dessa experiência.

    No Ceará, a atuação coletiva ganhou outra dimensão com o Festival do Polo Fortaleza, realizado no dia 16, no bairro do Barroso. Barramar, Cuidado Circular, Além dos Olhos, Sabiá, Livro Livre Curió e Saberes em Ação, os seis coletivos que integram o polo, participaram da programação, que reuniu atividades desenvolvidas pelos próprios grupos.
     

    Festival Coletivos - Polo CE

     

    O festival foi organizado para diferentes faixas etárias. Pela manhã, as atividades foram direcionadas a crianças de 6 a 10 anos e, à tarde, a crianças e adolescentes de 11 a 18 anos. Aberta à comunidade, a programação possibilitou que os participantes conhecessem propostas de diferentes coletivos em um mesmo espaço.

    A Fundação Abrinq apoiou o transporte das crianças e adolescentes dos coletivos conveniados até o local do festival. O suporte para o deslocamento ampliou a participação dos grupos e permitiu que crianças e adolescentes de diferentes territórios estivessem juntos durante a programação.
     

    Cia Mirabolica

    Ainda no campo da cultura, o coletivo Cia Mirabólica, de Colombo – PR, realizou, no dia 27 de agosto, contação de histórias para as crianças da CEMEI Turma da Mônica. A ação levou o trabalho desenvolvido pelo coletivo para o espaço de educação infantil, criando um momento de escuta, imaginação e contato com as histórias. A contação integra a atuação cultural desenvolvida pelo grupo no território e amplia as oportunidades de acesso das crianças à literatura e a diferentes formas de expressão cultural desde a infância.

    Ações de prevenção chegam a diferentes espaços de Manacapuru

    A presença dos coletivos nos territórios não se limita às atividades culturais, esportivas ou de formação. Parte do trabalho está diretamente relacionada à prevenção de situações que podem ameaçar os direitos de crianças e adolescentes.

    Em 27 de agosto, o Coletivo Manacá realizou ações de prevenção à violência sexual com crianças e adolescentes em diferentes espaços de Manacapuru – AM. A equipe também chegou à comunidade de Sacambu, área rural e ribeirinha do município, onde promoveu uma atividade com estudantes da EMEF Leocádio da Cunha.

    Na escola, a ação foi organizada de acordo com as faixas etárias, com as crianças do Ensino Fundamental 1, foram realizadas atividades lúdicas e pedagógicas sobre respeito ao próprio corpo e seus limites. Já com os estudantes do Ensino Fundamental 2, a equipe aprofundou a discussão sobre abuso e exploração sexual infantil a partir do documentário Um Crime Entre Nós. Os adolescentes participaram de debates e compartilharam relatos relacionados ao tema. Ao final, também receberam orientações sobre o Disque 100, serviço destinado ao recebimento de denúncias de violações de direitos humanos.

    O envolvimento dos estudantes chamou a atenção da equipe da escola para a importância de manter o tema presente no ambiente escolar e fortalecer a rede de proteção e o Sistema de Garantia de Direitos (SGD). A diretora da EMEF Leocádio da Cunha, Orvanira Rocha de Oliveira, destacou a importância de levar informações sobre prevenção da violência sexual para crianças e adolescentes e afirmou que outras escolas também poderiam receber ações como essa.

    “Foi muito importante receber a equipe do Manacá para conversar com nossos alunos sobre a exploração sexual. Eles puderam conhecer mais sobre o tema e receber informações necessárias para se proteger. Esperamos que outras escolas também possam receber ações como essa.”

    A atuação do coletivo também inclui atividades de conscientização sobre a proteção de crianças e adolescentes em diferentes espaços do município, incluindo áreas rurais e ribeirinhas. Para chegar a comunidades mais distantes da área urbana, a equipe realiza deslocamentos de barco que podem durar cerca de duas horas, ampliando o alcance das ações de prevenção e orientação.

    O trabalho dos coletivos periféricos nos territórios

    As atividades realizadas em agosto mostram diferentes dimensões do trabalho desenvolvido pelos coletivos apoiados pela Fundação Abrinq por meio do Projeto Coletivos Periféricos. Em comum, estão a atuação próxima das comunidades e a construção de iniciativas a partir das características de cada território.
     

    Cia Mirabolica

    A Fundação Abrinq apoia coletivos que promovem os direitos e a cidadania de crianças e adolescentes e reconhece o papel dessas organizações na construção de respostas para as demandas presentes em suas comunidades. A parceria contribui para fortalecer iniciativas locais, ampliar a articulação entre os grupos e criar condições para que as atividades possam chegar a mais crianças e adolescentes.

    Formações, apresentações, festivais, encontros, atividades esportivas e ações de prevenção são diferentes expressões desse trabalho. Cada uma delas representa uma oportunidade de participação, aprendizagem, convivência ou acesso a direitos e também revela a atuação de pessoas e organizações que trabalham diariamente nos territórios.

    Ao apoiar os coletivos, a Fundação Abrinq fortalece essa rede de atuação local e contribui para que iniciativas construídas nas próprias comunidades possam continuar promovendo direitos e ampliando oportunidades para crianças e adolescentes em diferentes regiões do país.

    Se você também acredita que crianças e adolescentes devem ter seus direitos garantidos e oportunidades para desenvolver seus potenciais, clique aqui e seja um doador da Fundação Abrinq, ajude a fortalecer iniciativas que transformam as comunidades a partir dos próprios territórios.

  • Projeto Coletivos Periféricos: um nome que carrega identidade, pertencimento e luta

    Projeto Coletivos Periféricos: um nome que carrega identidade, pertencimento e luta

    A palavra periferia tem múltiplos significados. Para alguns, ela remete a territórios geograficamente afastados dos centros urbanos, muitas vezes marcados por desigualdades e ausência de políticas públicas. Para outros, ser periférico é viver em comunidade, é resistir e reinventar o cotidiano a partir da criatividade, da solidariedade e da potência cultural que floresce nos becos, vielas e ruas desses espaços.

    Não por acaso, “periferia” é uma palavra muito buscada na internet. As pessoas querem entender o que significa, quais sinônimos existem, o que diferencia periferia de subúrbio e, sobretudo, o que é ser periférico. A curiosidade revela algo importante: há uma necessidade coletiva de ressignificar esse conceito, de compreender que a periferia não é apenas um lugar de falta, mas também de abundância. De saberes, de práticas, de histórias que transformam vidas.

    É nesse contexto que a Fundação Abrinq anuncia um novo capítulo de sua trajetória com a iniciativa que, até então, era conhecida como Projeto Coletivos. A partir de agora, a ação passa a se chamar Projeto Coletivos Periféricos.

    Por que mudar o nome?

    O novo nome é mais do que uma atualização. Ele é uma afirmação.

    O termo Coletivos Periféricos coloca em evidencia a essência do projeto: apoiar, fortalecer e dar visibilidade a grupos que atuam em territórios periféricos, promovendo cidadania e garantindo direitos a crianças e adolescentes. A mudança de nomenclatura reconhece a identidade desses coletivos e valoriza o contexto em que nascem e se mantêm ativos, muitas vezes em condições adversas, mas sempre com criatividade e compromisso social.

    Ao assumir essa identidade, o projeto também se compromete com a noção de pertencimento. Para os grupos que fazem parte da iniciativa, é uma forma de enxergarem seu lugar refletido no próprio nome, de sentirem que suas histórias não estão à margem, mas sim no centro da transformação que a Fundação Abrinq, em parceria com eles, deseja fomentar.

    Rimadores

    “Nossa parceria com a Fundação Abrinq tem sido fundamental para que a Associação dos Rimadores continue transformando vidas através da arte e da cultura. O apoio financeiro mensal nos permite ampliar nossas atividades e garantir qualidade no trabalho realizado com as crianças, adolescentes e jovens das comunidades. Com essa ajuda, conseguimos estruturar melhor nossos projetos, oferecer oficinas, promover eventos. Mais do que um recurso, esse apoio representa confiança e reconhecimento no nosso trabalho. Estar em um projeto da Fundação Abrinq, que é de nível nacional e uma das maiores instituições voltadas para o bem-estar da criança, trouxe ainda mais credibilidade à Associação dos Rimadores. Nosso objetivo é afastar crianças e jovens do crime e das drogas, e essa parceria mostra que estamos no caminho certo. Para nós, é motivo de orgulho e também um estímulo para seguir firmes, pois agregou muito valor e legitimidade ao nosso trabalho”, relata Samuel da Costa, representante da Associação dos Rimadores, de Curitiba-PR, um dos coletivos apoiados pela Fundação Abrinq, por meio do Projeto Coletivos Periféricos.

    O que é “ser periférico”?

    Responder a essa pergunta exige olhar para além dos mapas urbanos. Ser periférico é, sim, enfrentar distâncias: da escola de qualidade, do posto de saúde acessível, das oportunidades de emprego, das atrações culturais e de lazer. Mas também é estar próximo de algo que a vida nos centros muitas vezes esconde: a força das comunidades.

    Na periferia, vizinhos se tornam família, a rua vira espaço de brincar e de criar, e os coletivos surgem como resposta organizada às demandas urgentes. São grupos que promovem oficinas culturais, reforço escolar, rodas de leitura, projetos de esporte, ações de proteção contra a violência, iniciativas ambientais e muito mais.

    Assim, ser periférico não é apenas uma condição geográfica ou social. É uma identidade que reúne resistência, criatividade e a capacidade de construir caminhos onde, muitas vezes, parecia não haver saída.

    A trajetória do Projeto Coletivos Periféricos

    Criado para apoiar coletivos periféricos que trabalham com crianças e adolescentes, o projeto nasceu com o propósito de fortalecer institucionalmente esses coletivos, oferecendo apoio financeiro, acompanhamento técnico e espaços de troca de experiências.

    Desde o primeiro ciclo, realizado em São Paulo, o projeto vem ampliando sua abrangência e chegou a territórios periféricos de diferentes regiões do país, incluindo capitais como Belém, Fortaleza, Curitiba, Salvador, Rio de Janeiro e Cuiabá, além de municípios menores onde a realidade de vulnerabilidade social pode ser ainda mais evidente.

    Ao longo dos ciclos, dezenas de coletivos foram beneficiados. Entre eles, iniciativas voltadas para a valorização da cultura afro-brasileira, bibliotecas comunitárias, grupos de artes cênicas, projetos de leitura, práticas esportivas, sarais literários e ações de prevenção à violência. Cada um trouxe consigo uma maneira singular de responder às necessidades de sua comunidade, mas todos com o mesmo fio condutor: garantir oportunidades e ampliar horizontes para crianças e adolescentes periféricos.

    O impacto tem sido expressivo. Apenas em 2024, mais de seis mil meninas e meninos foram diretamente atendidos pelos coletivos participantes, tendo suas vidas transformadas.

    Futuro

    “É uma alegria compartilhar o quanto a parceria com a Fundação Abrinq fez e faz a diferença na caminhada do Futuro Brilhante dentro do Projeto Coletivos Periféricos. O apoio recebido abriu caminhos, nos trouxe novas ferramentas e possibilitou trocas que enriqueceram nossas práticas e ampliaram o alcance do nosso trabalho com crianças, adolescentes e comunidades. Mais do que apoio técnico, sentimos o incentivo e a confiança para ousar, inovar e acreditar ainda mais na potência coletiva de transformação. Isso só nos motiva e nos enche de esperança motivados e esperançosos, fazendo com que sigamos certos de que juntos podemos continuar construindo oportunidades e fortalecendo a proteção e os direitos de quem mais precisa”, conta Diego Martins, representante do Coletivo Futuro Brilhante, de Belém-PA.

    Homenagem a quem construiu essa história

    Nenhuma mudança de nome teria sentido se não fosse para valorizar quem ajudou a construir a trajetória do projeto. Por isso, a Fundação Abrinq presta uma homenagem a todos os coletivos que já participaram da iniciativa desde o primeiro ciclo.

    Cada nome carrega uma história, uma comunidade, um sonho coletivo. Do Espelho, Espelho Meu, que busca combater o racismo desde a infância, ao Futuro Brilhante, que atua em Belém promovendo proteção e cidadania; da Biblioteca Comunitária do Arvoredo, que transforma a vida de jovens por meio da leitura, ao Sarau em Movimento, que multiplica arte, educação e voz por onde passa. E muitos outros.

    Todos esses nomes já se conectavam e agora se unem ainda mais, representando não apenas quem já passou, mas também a força de um movimento que continua crescendo. 

    Acompanhe os próximos passos do Projeto Coletivos Periféricos

    O Projeto Coletivos Periféricos continua crescendo e ampliando sua atuação. Para acompanhar as novidades, os próximos ciclos e conhecer mais de perto a história dos coletivos participantes, acesse o site da Fundação Abrinq e siga nosso perfil no Instagram.

    Periferia é potência. E, juntos, seguimos transformando a vida de crianças e adolescentes em todo o Brasil!