Tag: ESG

  • Por que proteger a infância é o maior investimento ESG que sua empresa pode fazer?

    Por que proteger a infância é o maior investimento ESG que sua empresa pode fazer?

    No atual cenário corporativo, investir em práticas sustentáveis deixou de ser uma escolha e se tornou um compromisso estratégico. A agenda ESG avança em relevância no Brasil e no mundo, desafiando empresas a pensarem não apenas em seus resultados financeiros, mas também no impacto que causam (ou deixam de causar) nas comunidades em que atuam.

    Nesse contexto, poucas causas geram um retorno social tão transformador quanto a proteção da infância e da adolescência. Quando uma empresa decide priorizar esse público em suas ações sociais, ela não só contribui para a garantia de direitos, mas também investe no presente e no futuro das próximas gerações.

    “Investir na infância e adolescência é uma decisão estratégica. Quando as empresas se comprometem com essa causa, elas não apenas ampliam seu impacto social, mas também contribuem para o fortalecimento de territórios mais justos, resilientes e preparados para o futuro”, afirma Aletéa Palomares Rufino, gerente de investimento social da Amaggi, Empresa Amiga da Criança há mais de 15 anos.

    Por que a infância importa para o ESG?

    A infância concentra uma das fases mais decisivas do desenvolvimento humano. Problemas como a fome, o trabalho infantil, a violência e o acesso desigual à educação afetam milhões de crianças e adolescentes no Brasil e exigem respostas coordenadas da sociedade, do poder público e também das empresas.

    No eixo social do ESG, apoiar a infância é uma das formas mais diretas de gerar impacto positivo real. As ações voltadas a esse público reverberam por toda a sociedade: reduzem desigualdades, estimulam a permanência escolar, fortalecem vínculos familiares e colaboram para a construção de comunidades mais saudáveis.

    “O ESG vai além de indicadores: é sobre formar lideranças, fortalecer territórios e construir soluções sustentáveis com e para as pessoas, organizações sociais, movimentos e coletivos”, complementa Aletéa.

    Como sua empresa pode contribuir com a causa da infância

    Por meio do Programa Empresa Amiga da Criança, a Fundação Abrinq mobiliza o setor privado há mais de duas décadas para que adote práticas socialmente responsáveis, monitore sua cadeia produtiva e desenvolva políticas internas e ações externas voltadas à proteção de crianças e adolescentes.

    Ao aderirem ao programa, as empresas passam a receber orientações técnicas, apoio para estruturar seus investimentos sociais e reconhecimento público pelo compromisso assumido. Além disso, tornam-se parte de uma rede ativa que troca experiências, compartilha boas práticas e se engaja em iniciativas coletivas com foco no bem-estar infantojuvenil.

    Proteger a infância é investir em um futuro melhor para todos

    Cada criança que tem seus direitos garantidos hoje se torna um adulto mais preparado amanhã. Ao incluir a infância no centro de sua estratégia social, sua empresa contribui para um país mais justo, desenvolve capital humano e fortalece sua reputação perante consumidores, investidores e parceiros.

    A Fundação Abrinq acredita que proteger crianças e adolescentes é o maior investimento social que uma empresa pode fazer, e está pronta para caminhar ao lado de quem compartilha dessa missão.

    Saiba mais sobre o Programa Empresa Amiga da Criança aqui.

  • Fundação Instituto de Administração (FIA) abre cursos sobre ESG com descontos especiais para Empresas Amigas da Criança

    Fundação Instituto de Administração (FIA) abre cursos sobre ESG com descontos especiais para Empresas Amigas da Criança

    ESG é a sigla de Environmental, Social and Governance – ou, em português, ambiental, social e governança. Estes três aspectos formam os pilares de uma estratégia que está em alta em diversas empresas do mundo.

    Por entender a importância das práticas de ESG, a Fundação Abrinq promoveu a formação Stakeholders e ESG, ministrada pela Fundação Instituto de Administração (FIA) e exclusiva para parte do grupo de Empresas Amigas da Criança. Na formação realizada de março a maio, a FIA apresentou práticas de gestão eficazes no tema para que, assim, as empresas possam adaptar suas ações e atividades às tendências do ESG, promovendo ainda mais a cultura deste conceito no Brasil.

    A agenda ESG demanda uma mudança de pensamento e de cultura, um trabalho focado em ações efetivas que reduzam os danos ao meio ambiente e melhoram aspectos sociais e de governança.

    Embora a estratégia traga resultados muito positivos, aplicar os pilares ainda é um grande desafio para grande parte das empresas. Já existe o movimento de mudança, mas é preciso um período de adaptação, estudo e troca de conhecimentos.

    “As empresas estão cada vez mais conscientes de seu papel na sociedade e tem a percepção clara de que possui um papel no desenvolvimento da comunidade em que estão inseridas, criando programas que levam em consideração a natureza, economia, educação, saúde e outros fatores relevantes que contribuem para uma melhor qualidade de vida daquela população”, relata Victor Graça, gerente executivo da Fundação Abrinq.

    Por entender a importância das práticas de ESG, a FIA abrirá, no início do segundo semestre, turmas com condições especiais para as Empresas Amigas da Criança. As aulas acontecerão às quartas-feiras, no período noturno. Ao todo, são quatro opções de cursos sobre o tema.

    A FIA oferece um desconto de 15% para cada um dos quatro cursos, válido para colaboradores das empresas integrantes do programa da Fundação Abrinq e extensivo a parentes diretos (pais, filhos ou cônjuges).

    Veja os detalhes de cada um:

    1- Stakeholders e ESG

    Este programa é o mais completo e apresenta os principais elementos para que o aluno atue de maneira eficaz neste novo conceito. Stakeholders e ESG são dois dos temas mais relevantes da atualidade. É preciso compreendê-los, tanto para se diferenciar no mercado, como para liderar empresas e negócios que almejam bons resultados nos três parâmetros centrais que envolvem o conceito de ESG: ambiente, sociedade e governança.

    Inscrições abertas

    Início das aulas: 31 de agosto

    Duração: 9 meses

    Carga horária: 100 horas

    EAD 100% ao vivo

    Valor especial com 15% de desconto.

    Além do cronograma de aulas convencional, a instituição oferece mais três disciplinas gratuitas, como bonificação, e exclusivas para esta turma:

    Aula Bônus 1: ESG ODS 5 – Saúde e bem-estar;

    Aula Bônus 2: Direitos Humanos: Empresas e refugiados;

    Aula Bônus 3: Crise climática: COP 27 – Impactos sociais e ambientais.

    “Preparamos este curso que objetiva uma formação completa em ESG e gestão orientada aos stakeholders. Para a turma, em parceria com a Fundação Abrinq, teremos três sessões especiais sobre importantes temas contemporâneos focados no avanço da agenda 2030. Por meio desta parceria, buscamos também impactar o maior número de pessoas com investimentos acessíveis e facilidade de pagamento”, explica João Mauricio Boaventura, professor e coordenador do curso Stakeholders e ESG da FIA.

    2 – Stakeholders e ESG: Fundamentos de ESG

    Este programa apresenta e aprofunda os principais elementos da sigla ESG. O curso abordará os principais conceitos para a condução dos desafios e oportunidades sociais, ambientais e de governança para as empresas contemporâneas, como responsabilidade social corporativa, mudanças climáticas, diversidade, inclusão, disrupção digital, ética nos negócios, fatores de governança e análise de risco.

    Inscrições abertas

    Início das aulas: 31 de agosto

    Duração: 2 meses

    Carga horária: 28 horas

    EAD 100% ao vivo

    Valor especial com 15% de desconto

    3 – Stakeholders e ESG: Fundamentos de ESG e Gestão Estratégica de Stakeholders

    Neste curso são apresentados cada um dos elementos da sigla ESG e os principais conceitos para a condução dos desafios e oportunidades sociais, ambientais e de governança. Além disso, o aluno será capaz de compreender os pilares do capitalismo de stakeholders e entender os conceitos sobre como gerar valor de forma colaborativa entre tais públicos.

    Inscrições abertas

    Início das aulas: 31 de agosto

    Duração: 4 meses

    Carga horária: 48 horas

    EAD 100% ao vivo

    Valor especial com 15% de desconto.

    4 – Stakeholders e ESG: Gestão Estratégica, Sell e Buy Side

    Desenvolvido para quem já possui conhecimentos básicos em ESG, neste curso, o aluno compreenderá o panorama econômico do ESG, será capaz de desenvolver as melhores práticas para se relacionar com investidores, noções dos principais relatórios e indicadores atualmente existentes, estruturar as carteiras de investimentos integrando ESG e mensurar os riscos socioambientais praticados.

    Inscrições abertas

    Início das aulas: 16 de novembro

    Duração: 6 meses

    Carga horária: 72 horas

    EAD 100% ao vivo

    Valor especial com 15% de desconto.

    As vagas são limitadas a 25 alunos. Para garantir o desconto, é preciso entrar em contato com a equipe pedagógica do curso Stakeholders e ESG no e-mail lilianm@fia.com.br ou no WhatsApp (11) 98466-7737.

    Conheça mais sobre o programa e seja uma Empresa Amiga da Criança. Faça parte aqui.

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    Fundação Abrinq promove formação em ESG para Empresas Amigas da Criança

    ESG: entenda o conceito que está em alta no meio corporativo

    O papel das pessoas e das empresas na responsabilidade social

  • Barbacoa dá exemplo de responsabilidade social ao custear reforma de creche em Parelheiros – SP

    Barbacoa dá exemplo de responsabilidade social ao custear reforma de creche em Parelheiros – SP

    A responsabilidade social corporativa surgiu como uma maneira de atender à crescente demanda da sociedade por uma maior contribuição das empresas em relação a questões sociais, ambientais, éticas e trabalhistas existentes e pela adoção de uma postura de maior responsabilidade pelos impactos que geram. 

    Com a pandemia, a participação das empresas em soluções para problemas que afetam toda a população ficou ainda mais evidente, destacando a importância da atuação coletiva entre o setor privado para o bem-estar comum. 

    Para ser socialmente responsável, a empresa precisa assumir um conjunto de princípios, diretrizes e práticas que buscam ressignificar o papel de seus negócios e, assim, gerar mais valor e reputação para a marca. Dessa forma, engana-se quem pensa que apenas empresas de grande porte conseguem desenvolver práticas de responsabilidade social.     

    Barbacoa: empresa com responsabilidade social 

    Localizado em Parelheiros – SP, a Creche São Norberto, do Centro Social de Parelheiros, precisava de apoio para reformar o parque externo de uso das crianças. O ambiente estava há mais de 15 anos sem manutenção e, devido à ação do tempo, colocava em risco a proteção de quem frequentava o local. 

    “A grama sintética estava muito velha e danificada, as crianças andavam tropeçando. Nós ficávamos pensando que precisávamos tirá-la, mas que piso colocaríamos no local e como colocaríamos? Já fazem dois anos que não realizamos o bazar e a festa junina, eventos onde conseguíamos recursos para fazer o que a verba principal não faz, porque é destinada para comida, água, luz, encargos e salários. Muitas coisas precisamos garimpar e essa reforma foi uma benção para nós”, conta Teresa Lima, presidente e uma das fundadoras do Centro Social de Parelheiros. 

    A grama não era a única que apresentava deteriorações, as vigas do telhado também estavam velhas, algumas telhas danificadas e os brinquedos nunca foram revitalizados. 

    Visto o cenário, a Fundação Abrinq, em parceria com o Barbacoa, proporcionou a reforma do espaço e outras adequações na instituição. Foi realizada a troca das telhas, pintura das vigas de madeiras, revitalização do espaço e instalação do piso emborrachado no parque. 

    Além disso, também foi feita a instalação de cerâmica no quintal, que possuía rachaduras e, consequentemente infiltrações. Com a mudança, a organização deu vida para um espaço que antes não era aproveitado. Hoje, as crianças cultivam hortas de diferentes temperos e legumes, utilizados na cozinha da própria creche.

    Barbacoa dá exemplo de responsabilidade social ao custear reforma de creche em Parelheiros – SP
    Espaço da horta após a instalação do piso de cerâmica.

    “Foram reformados o chão de todo o quintal, o parque e retirada uma parede para aumentar uma sala de aula. Tudo isso é muito importante, não é porque [as crianças] são pobres e da periferia que não necessitam de coisas boas e bonitas. Um parque bonito, gostoso, bom e seguro é fundamental”, completa Teresa ao afirmar a importância das adequações e do brincar para o desenvolvimento das crianças. 

    Desde fevereiro, o Centro Social de Parelheiros retomou as atividades presenciais, atendendo 35% da demanda. Em setembro, passou a oferecer atendimento para 100% das crianças que frequentavam a organização. No entanto, devido à pandemia, a frequência continua sendo opcional para cada família. 

    “Em fevereiro, começamos o ano atendendo somente 35% das crianças, em agosto passou para 70% e a partir de setembro 100%. Entre as 252 crianças que atendemos, a frequência diária fica entre 180 e 190 crianças”, explica. 

    Ao anunciar a reforma do Centro Social de Parelheiros e outras 19 instituições, a Fundação Abrinq ampliou a parceria com as empresas para que pudessem apadrinhar uma organização e, assim, custear toda a reforma necessária. No momento em que recebeu o convite, o Barbacoa, Empresa Amiga da Criança desde 1996, não pensou duas vezes ao decidir contribuir com a iniciativa. 

    “Nós acreditamos no cuidado com a criança e na Educação. As crianças merecem um espaço coerente e adequado”, comenta Fabianne do Carmo, que atua na área de marketing do Barbacoa.

    Barbacoa dá exemplo de responsabilidade social ao custear reforma de creche em Parelheiros – SP
    Veja o antes e depois da reforma no parque. 

    O gesto de solidariedade da empresa proporcionou para as 252 crianças, entre 4 meses e 3 anos, um espaço confortável, adaptado para a faixa etária e seguro para que possam explorar, brincar e se desenvolver plenamente. 

    “Todas as empresas deveriam realizar [ações de responsabilidade social]. É um trabalho muito bom e bonito, você está ajudando muitas pessoas e se todas as empresas colaborassem a Educação seria outra. Isso que vimos hoje é muito gratificante. Nós realmente sabemos que estamos fazendo o trabalho certo e que a Fundação Abrinq está investindo no local certo”, finaliza Antônio de Melo, gerente da unidade D&D Shopping do Barbacoa.

    Barbacoa dá exemplo de responsabilidade social ao custear reforma de creche em Parelheiros – SP
    Representantes do Barbacoa e da Fundação Abrinq durante a inauguração do parque. 

    Clique aqui e veja todas as fotos do parque após a reforma.

    Como implementar ações de responsabilidade social 

    Primeiro passo: caso a sua empresa ainda não tenha certeza sobre a melhor maneira de contribuir com a sociedade ou não possui um recurso fixo para este fim, mas deseja começar a desenvolver iniciativas de responsabilidade social, baixe o e-book Responsabilidade Social para pequenas e médias empresas: Um guia para a sua empresa começar agora, com exemplos práticos que ajudarão a identificar quais são as ações mais adequadas e como colocá-las em prática.

    Doadora: se a sua empresa já entende a importância social de ajudar alguma causa continuamente e quer contribuir para a consolidação de muitas iniciativas, garantindo que os beneficiados poderão contar com o seu recurso mensalmente ou por um período maior, é possível se tornar uma doadora recorrente e programar contribuições mensais de um valor a sua escolha. 

    Seja uma doadora da Fundação Abrinq e transforme a vida das crianças e dos adolescentes. 

    Parceira: ao doar valores maiores, a empresa também pode se tornar parceira de uma organização social ou projeto e, dessa forma, patrocinar parte ou integralmente um projeto voltado para a sociedade. Tal ação gera potencial de reconhecimento para a marca e proporciona um contato direto com o público beneficiado. 

    Marketing relacionado à causa: outra opção é destinar parte da venda de um produto ou serviço para alguma iniciativa, atrelar vendas a doações do próprio produto ou destinar parte do resultado de uma campanha própria para alguma ação social. 

    Para saber mais sobre as possibilidades de impacto social, se tornar uma empresa parceira ou realizar uma ação de marketing relacionado à causa, entre em contato com a Fundação Abrinq pelo e-mail parcerias@fadc.org.br.

    Responsabilidade social como um dos tripés da sustentabilidade 

    A sustentabilidade compreende três pilares fundamentais de atuação, que são: responsabilidade econômica, responsabilidade ambiental e responsabilidade social. Para que ela de fato aconteça, todas as frentes precisam funcionar mutuamente e de forma integrada. 

    Outro conceito que vem se popularizando e ganhando cada vez mais força no meio corporativo é o termo Environmental, Social and Governance (ESG — em inglês) ou Ambiental, Social e Governança (ASG — em português). O conceito ESG pauta as ações da empresa para que seus negócios sejam cada vez mais socialmente responsáveis, sustentáveis e corretamente gerenciados, ou seja, estimula que a empresa busque meios para minimizar ao máximo seus impactos ao meio ambiente, cuidar das pessoas e adotar boas práticas administrativas como forma de trazer melhores resultados financeiros.

    Com esse modelo de atuação pautada na metodologia ESG, a empresa contribui positivamente para a sociedade e aumenta seu valor de mercado, gerando ganhos financeiros sustentáveis.  

    Conheça o Programa Empresa Amiga da Criança e comece a pensar o seu negócio a partir de boas práticas atreladas ao ESG e à responsabilidade social corporativa. Saiba mais aqui.

    Confira os benefícios de se tornar uma Empresa Amiga da Criança: 

    •    Integra uma rede de assessoramento técnico, de acordo com as necessidades da sua empresa, para qualificar as práticas de responsabilidade social corporativa;
    •    Tem acesso à conteúdos exclusivos sobre a infância e adolescência;
    •    Se mantém alinhada a uma tendência de mercado, na qual prioriza e valoriza empresas que possuem compromisso social;
    •    É valorizada pelos colaboradores, que tendem a ser mais dedicados e comprometidos com empresas que entregam valor para a sociedade;
    •    É reconhecida como uma empresa atuante e comprometida com a causa da infância e adolescência;
    •    Agrega valor à marca e se destaca no mercado;
    •    Melhora a reputação e aumenta a credibilidade perante os consumidores e clientes.

    Faça adesão ao programa e seja uma Empresa Amiga da Criança!

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    ESG: entenda o conceito que está em alta no meio corporativo

    O termo Environmental, Social and Governance (ESG – sigla em inglês) ou Ambiental, Social e Governança (ASG — em português) tornou-se uma forma de definir se as operações das empresas são socialmente responsáveis, sustentáveis e corretamente gerenciadas. Isso porque o conceito é usado para descrever o quanto um negócio busca meios de minimizar seus impactos ao meio ambiente, se preocupa com as pessoas e adota boas práticas administrativas. 

    Conheça os três pilares do ESG:

    Environmental ou Ambiental: refere-se às práticas corporativas voltadas ao meio ambiente, por exemplo, debate sobre aquecimento global, diminuição da emissão de carbono, poluição do ar e da água, desmatamento, gestão de resíduos, entre outros. 

    Social: está relacionado à responsabilidade social e ao impacto da empresa em prol da comunidade como respeito aos direitos humanos e às leis trabalhistas, diversidade da equipe, segurança no trabalho, proteção de dados e privacidade, envolvimento com a comunidade, investimento social privado, entre outros. 

    Governance ou Governança: está ligado às políticas de administração da empresa como a conduta corporativa, composição do conselho, práticas anticorrupção, existência de um canal de denúncias, auditorias, entre outros. 

    Para começar a entender e implementar o ESG, as empresas podem recorrer a modelos e ferramentas que potencializam a avaliação, elaboração e até implementação de práticas sustentáveis, como é o caso da BIA, plataforma de avaliação de impacto do Sistema B e o Global Reporting Initiative (GRI), que possibilitam o entendimento por parte das empresas sobre os impactos que estão gerando.

    “As empresas podem focar nos temas considerados materiais às suas atividades e ao seu setor. Dentre as definições mais usadas de materialidade, temos a do GRI, que considera materiais os aspectos que refletem os impactos econômicos, sociais e ambientais da empresa ou que influenciam as decisões dos seus públicos de interesse”, explica Camila Yamahaki, pesquisadora da equipe de Finanças Sustentáveis do FGVces.  

    “Muitos investidores utilizam a definição da SASB*, que considera financeiramente materiais os temas com potencial de impactar as condições financeiras ou o desempenho operacional da empresa. É interessante que ela identifique quais os temas materiais e avalie como está a gestão e os desempenho em relação a esses aspectos”, completa. 

    Por que investir em ESG?

    Nos últimos anos, o impacto das empresas no meio ambiente e na comunidade ficou ainda mais evidente e a cobrança por ações de sustentabilidade tem se tornado maior.

    As pessoas estão cada vez mais preocupadas com questões relacionadas à responsabilidade social e com a postura das empresas frente a elas, fazendo com que as instituições ampliem suas perspectivas para além das métricas financeiras e passem a considerar seus impactos financeiros, sociais e ambientais.

    No entanto, o conceito não influencia apenas os consumidores como também o mercado financeiro. Os pilares do ESG passaram a ser fundamentais nas análises dos riscos e nas tomadas de decisões dos investidores, como consequência as gestoras e os fundos de investimentos passaram a aportar menos em empresas que não se preocupam com a sustentabilidade. Afinal, quem gostaria de investir em uma empresa que não se esforça para reduzir seu impacto no meio ambiente ou não se importa com o bem-estar das pessoas e de seus próprios colaboradores? A preferência passou a ser para o investimento atrelado ao impacto.  

    Um exemplo, é o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE B3), que mede o desempenho médio dos ativos de empresas selecionadas pelo seu comprometimento com a sustentabilidade empresarial. O ISE B3 serve como base para os investidores na tomada de decisão e induz as empresas a adotarem melhores práticas voltadas ao assunto, contribuindo, assim, para o crescimento dos negócios. 

    “O conceito de ESG não é um tema novo. Ele vem sendo usado há muitos anos pelo setor financeiro para se referir aos aspectos ambientais, sociais e de governança que são observados por investidores do mercado de capitais na análise das empresas investidas e na tomada de decisão de investimentos”, relata a pesquisadora. 

    Empresa Amiga da Criança 

    Ao participar do Programa Empresa Amiga da Criança, da Fundação Abrinq, a empresa assume o compromisso de ser ativa com práticas de responsabilidade social corporativa voltadas à infância e adolescência, contando com o assessoramento do programa para criar, melhorar e ampliar ações nesta temática. Dessa forma, contribui para uma sociedade mais justa e igualitária. 

    A empresa reconhecida como amiga da criança está alinhada a um movimento atual, no qual o negócio, além de gerar lucro, proporciona também um impacto positivo na sociedade. 

    “Se tornar uma empresa adepta à todas as práticas de ESG envolve um grande processo de adaptação. No entanto, pensar na comunidade local e desenvolver ações em prol das crianças e dos adolescentes é uma maneira da empresa se tornar uma agente social, gerar impacto positivo e se posicionar perante a tantos problemas sociais que são emergentes”, comenta Victor Graça, gerente executivo da Fundação Abrinq. 

    A Fundação Abrinq estimula as Empresas Amigas da Criança a praticarem a sustentabilidade em suas atividades, bem como implementarem o conceito ESG como uma estratégia para alavancar seus negócios e gerar uma real mudança no meio em que atuam. 

    Conheça mais sobre o programa e seja uma Empresa Amiga da Criança. Faça parte aqui. 

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    Faça o download do e-book sobre responsabilidade social corporativa e saiba como a Fundação Abrinq pode ajudar a sua instituição 

    * Sustainability Accounting Standards Board (SASB) — Conselho de Padrões Contábeis de Sustentabilidade.