Tag: ODS

  • Fundação Abrinq lança publicação com a percepção dos adolescentes sobre a Agenda 2030

    Fundação Abrinq lança publicação com a percepção dos adolescentes sobre a Agenda 2030

    Em uma ação para entender a percepção dos adolescentes em relação à Agenda 2030 e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), a Fundação Abrinq realizou uma pesquisa voltada a adolescentes de 14 a 18 anos, que puderam expor suas percepções em relação aos conceitos de sustentabilidade e como eles impactam suas vidas cotidianas.

    Agora, a organização lança a publicação Adolescência e a Agenda 2030, com os principais resultados obtidos por meio da pesquisa, que contou com a participação de mais de 2 mil adolescentes, incluindo adolescentes beneficiados por organizações do Programa Nossas Crianças e estudantes de escolas envolvidas no Projeto Construindo Futuros, iniciativas da Fundação Abrinq.

    Clique aqui e tenha acesso à publicação

    Realizada por meio de um questionário online com 17 perguntas fechadas durante 22 dias, entre 3 e 25 de agosto de 2023, a pesquisa apresenta resultados que têm o potencial de orientar políticas e estratégias voltadas para a Educação e o envolvimento dos adolescentes em questões globais.

    Principais resultados

    A maioria dos adolescentes entrevistados (79,5%) afirmou ter um alto grau de conhecimento sobre a Organização das Nações Unidas (ONU). No entanto, pouco mais da metade (55,9%) demonstrou um conhecimento proporcional sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Isso sugere que muitos deles podem não associar a ONU com a Agenda 2030 e os seus objetivos.

    Eles também destacam a importância dos ODS para a melhoria das condições de vida. Os temas mencionados incluem Saúde (52%), meio ambiente (47,7%), Educação (47,1%), saneamento básico (46,4%), pobreza e renda (41,6%) e emprego (41,5%). No entanto, os adolescentes percebem que todas as dimensões do desenvolvimento sustentável têm sido negligenciadas pelos governos.

    A falta de investimento em Educação e Saúde é percebida como o principal desafio, seguida pela carência de acesso a serviços essenciais, como água potável e saneamento básico, e pelas disparidades sociais e econômicas. Entre os aspectos dos ODS considerados melhor atendidos pelos adolescentes, a Educação fica em quarto lugar, atrás de alimentação, moradia e saúde. Surpreendentemente, a segurança ocupa o oitavo lugar, superando apenas a igualdade racial e de gênero.

    Quando se trata de necessidades urgentes e essenciais para o futuro, os três principais aspectos necessários para melhorar as condições de vida, de acordo com a percepção dos adolescentes, são renda (71,8%), Saúde (48,6%) e segurança (45,6%). 

    “Compreender as percepções dos adolescentes é crucial para o sucesso da implementação dos ODS no Brasil e globalmente. As perspectivas deles oferecem uma visão valiosa sobre os desafios e ações necessárias para alcançar esses objetivos”, reforça Victor Graça, superintendente da Fundação Abrinq.

    A publicação evidencia a urgência de envolver os adolescentes na concretização dos ODS. A participação ativa não é apenas desejável, mas essencial na construção de um futuro equitativo.

    Clique aqui e acesse a publicação.

  • Rede Estratégia ODS prorroga o prazo para análise e seleção de projetos sociais

    Rede Estratégia ODS prorroga o prazo para análise e seleção de projetos sociais

    No início de setembro, o Projeto de Fortalecimento da Rede Estratégia ODS, coordenado pela Fundação Abrinq e financiado pela União Europeia, lançou seu primeiro edital para apoiar financeiramente organizações da sociedade civil.

    Oferecendo aporte no valor de até R$ 441.090,00, a ação tem como objetivo apoiar três projetos de organizações sociais para que implementem e promovam os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), com foco na redução das desigualdades de gênero, geracional e étnico-racional, promoção dos direitos humanos, no desenvolvimento econômico local sustentável e atendimento ao público em situação de vulnerabilidade socioeconômica.

    “Em tempos de pandemia, precisamos ampliar o debate sobre os ODS e, principalmente, apoiar as organizações que, assim como nós, devem estar passando por grandes obstáculos causados pelo atual cenário econômico e social. Acreditamos que esse edital além de contemplar essas duas necessidades possa contribuir para avançarmos no cumprimento da Agenda 2030”, explica Victor Graça, executivo da Fundação Abrinq. 

    O prazo para as inscrições foi encerrado no dia 02 de outubro e a data para os projetos começarem a ser executados estava prevista para o dia 03/11/2020. No entanto, devido ao sucesso do edital e ao número de organizações que se cadastraram para receber o aporte, o tempo para a seleção das iniciativas será postergado e o prazo para a execução dos projetos ajustado. A medida visa garantir uma avaliação mais detalhada e justa para todas as organizações que dedicaram tempo e esperança no edital. 

    Os projetos selecionados deverão ter como linha de atuação a redução das desigualdades de gênero, geracional e étnico-racional, com foco em duas categorias. São elas: 

    •    Categoria 1: Grupos em situação de vulnerabilidade socioeconômico; 
    •    Categoria 2: Desenvolvimento econômico local sustentável.  

    Não serão considerados projetos de organizações governamentais, partidos políticos, instituições com fins religiosos, sindicatos, universidades e autarquias, fundações e institutos sociais de empresas com fins lucrativos, centros clínicos e terapêuticos, escolas particulares e públicas, instituições do Sistema S (SENAI, SESI, SESC, SEBRAE, entre outros) ou que possuam quadro de recursos humanos formado apenas por autônomos e/ou voluntários. 

    Mais informações sobre a análise e seleção dos projetos serão divulgadas em breve. Acompanhe o site www.estrategiaods.org.br.
     

  • Estudo mostra que a desigualdade social começa na infância

    Estudo mostra que a desigualdade social começa na infância

    Na última quarta-feira (27), a Fundação Abrinq lançou a quarta e última publicação da série de estudos A Criança e o Adolescente nos ODS: Marco zero dos principais indicadores brasileiros – ODS 10, que analisa a desigualdade presente na sociedade brasileira, em especial, entre crianças e adolescentes.

    Para isso o estudo contempla os principais indicadores nacionais referentes à educação, saúde e segurança, com recortes sociais como raça, renda, gênero, escolaridade e região. Os dados alertam que as desigualdades iniciadas na infância tendem, muitas vezes, a desenhar o destino das meninas e meninos do país. Ou seja, a privação ou concentração de oportunidades acontecem desde muito cedo. 

    O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 10 visa, justamente, reduzir as desigualdades dentro dos países e entre eles. 

    “Temos na inteligência de indicadores uma de nossas principais estratégias de incidência política e essa publicação representa um esforço de construir um marco zero para a infância e a adolescência na Agenda 2030”, afirma Synésio Batista da Costa, presidente da Fundação Abrinq. 

    A publicação está disponível para download aqui. 

    Para marcar a divulgação da quarta análise, a Fundação Abrinq realizou um evento, em São Paulo, que contou com a participação de diversos atores no segmento. 

    Na ocasião, Daniel Teixeira, advogado e coordenador de projetos na área de Desenvolvimento com enfoque em raça e gênero do Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (CEERT), Thaiane Pereira, coordenadora de projetos na área de políticas educacionais no Todos pela Educação, Maria Gomes, consultora das Coordenações de Saúde da Mulher e da Criança e Aleitamento Materno do Ministério da Saúde, e Felippe Angeli, coordenador de Advocacy no Instituto Sou da Paz, participaram do debate ao lado de João Cintra, responsável pela estratégia de indicadores da Fundação Abrinq, para dialogarem sobre os indicadores presentes no estudo.

    Veja as fotos do evento aqui. 

    Metas do ODS 10 que impactam diretamente as crianças e os adolescentes 

    10.1 Até 2030, progressivamente alcançar e sustentar o crescimento da renda dos 40% da população mais pobre a uma taxa maior que a média nacional;

    10.2 Até 2030, empoderar e promover a inclusão social, econômica e política de todos, independentemente da idade, gênero, deficiência, raça, etnia, origem, religião, condição econômica ou outra;

    10.3 Garantir a igualdade de oportunidades e reduzir as desigualdades de resultados, inclusive por meio da eliminação de leis, políticas e práticas discriminatórias e promover legislação, políticas e ações adequadas a este respeito;

    10.4 Adotar políticas, especialmente fiscal, salarial e de proteção social, e alcançar progressivamente uma maior igualdade. 

    Saiba mais sobre ODS

    Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável integram uma agenda composta por 17 objetivos e 169 metas que envolvem ações mundiais e devem ser cumpridas até 2030. Trata-se de uma iniciativa adotada durante a Cúpula de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas. 

    Confira todas as publicações:

    ODS-1-2-3-5
    ODS-4-8
    ODS-6-11-16
    ODS-10
  • Seminário marca início do Projeto de Fortalecimento da Rede Estratégia ODS

    Seminário marca início do Projeto de Fortalecimento da Rede Estratégia ODS

    A Fundação Abrinq, em parceria com a Agenda Pública, a Confederação Nacional de Municípios (CNM), a Frente Nacional de Prefeitos (FNP), com financiamento da União Europeia, organizou o Seminário Parcerias Multissetoriais para os ODS: O Desafio da Redução das Desigualdades, para marcar o lançamento do Projeto de Fortalecimento da Rede Estratégia ODS. O evento, realizado no dia 29 de abril, reuniu 17 representantes e dirigentes de organizações do terceiro setor, governos, setor privado e academia, além de contar com a presença de 160 participantes.

    Na abertura, Carlos Tilkian, presidente da Fundação Abrinq, reforçou o orgulho da organização ao coordenar a rede e potencializou a importância de disseminar os ODS. Em seguida, o seminário apresentou três painéis. Na primeira mesa de debate, intitulada O Projeto de Fortalecimento da Estratégia ODS, representantes das organizações parceiras do projeto explicaram a importância de engajar os diferentes setores da sociedade com os propósitos dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, bem como as principais atividades a serem desenvolvidas ao longo de três anos.

    Heloísa Oliveira, administradora executiva da Fundação Abrinq, reforça a importância da Agenda 2030 e a influência da Rede Estratégia ODS para fortalecê-la: “A Agenda 2030, na verdade, condensa todos os principais desafios que os países vão enfrentar para alcançar o desenvolvimento sustentável. A Estratégia ODS tem um papel fundamental na mobilização e articulação dos diferentes atores sociais que estão envolvidos com o desenvolvimento, contribuindo para que ele aconteça”.

    No segundo painel, chamado As Desigualdades de Gênero, Raça e Geracional, a discussão se aprofundou nos desafios e soluções para o tema no país. Dentre os pontos abordados, destacou-se a situação de vulnerabilidade de meninas no Brasil, demonstrando a necessidade de políticas públicas e ações voltadas à igualdade de gênero para meninas e jovens mulheres, além da necessidade de incluir os homens nas discussões e ações voltadas para a promoção da equidade de gênero.  

    De acordo com Maitê Gauto, líder de Políticas Públicas da Fundação Abrinq, “a redução das desigualdades na infância demanda uma atuação alinhada de diferentes atores da sociedade. Precisamos do setor privado olhando para a questão da inserção produtiva, formação e geração de emprego. Precisamos do setor público implementando as políticas públicas adequadas para que a população mais vulnerável consiga ter acesso aos seus direitos. E a sociedade civil tem o dever de construir o diálogo com esses demais setores, para que sua atuação seja fortalecida”.

    Por fim, o último painel da manhã, nomeado Parcerias Multissetoriais para a redução das desigualdades, contou com a presença de importantes lideranças de organizações representativas do setor privado para debater o cenário atual das políticas públicas e dos ODS no Brasil, com os desafios previstos para a nova legislatura brasileira e o avanço das empresas em relação à adoção dos ODS em suas estratégias. Também foi discutida a necessidade de construir alianças multissetoriais para engajar os diferentes atores sociais.

    “Precisamos entender os ODS como uma moldura comum de eixos e metas concretas, para que possamos seguir, coletivamente, em direção a valores como equidade, justiça, democracia e sustentabilidade. Eu vejo o projeto da Rede Estratégia ODS, nos próximos três anos, como iniciativa fundamental ao gerar condições para que a sociedade possa avançar em direção a esses valores”, diz José Marcelo Zacchi, secretário geral do GIFE (Grupo de Institutos, Fundações e Empresas).

    Em três anos, o projeto espera ampliar sua rede de signatários em mais de 200 membros, 150 municípios incorporando os ODS aos seus instrumentos de gestão governamental e políticas públicas, além de 400 organizações e movimentos capacitados para a incidência e monitoramento dos ODS, com foco na redução das desigualdades de gênero, geracional e étnico-racial. 

    A Estratégia ODS é uma coalizão, criada em 2015, que reúne organizações representativas de múltiplos setores com o propósito de ampliar e qualificar o debate a respeito dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável no Brasil e de mobilizar, discutir e propor meios de implementação efetivos para essa agenda. Para saber mais, acesse: www.estrategiaods.org.br 

    Clique aqui e confira as fotos do evento. 

    Siga as redes sociais da Estratégia ODS

    Site: http://www.estrategiaods.org.br/estrategia-ods/
    Facebook: https://www.facebook.com/estrategiaods/
    Twitter: https://twitter.com/Estrategia_ODS
      

  • Fundação Abrinq e Frente Nacional de Prefeitos assinam Termo de Parceria do Projeto Fortalecimento da Rede – Estratégia ODS

    Fundação Abrinq e Frente Nacional de Prefeitos assinam Termo de Parceria do Projeto Fortalecimento da Rede – Estratégia ODS

    Nesta segunda-feira, 26, durante a 74º Reunião da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), em São Caetano do Sul (SP), a Fundação Abrinq e a FNP firmaram o termo de parceria do projeto Fortalecimento da Rede Estratégia ODS. O documento foi assinado por Carlos Tilkian, presidente da Fundação Abrinq, José Auricchio Jr., vice-presidente da FNP para os ODS e Rafael Greca, vice-presidente de Cidades Inteligentes da FNP.

    A Rede Estratégia ODS é uma coalizão de organizações com atuação reconhecida no Brasil, representando a sociedade civil, o setor privado e os governos locais, com o propósito de mobilizar, discutir e propor meios de implementação para os ODS e a Agenda 2030, em todo o território nacional. O comitê gestor é formado pela Fundação Abrinq, Agenda Pública, Frente Nacional de Prefeitos, GIFE, Centro de Sustentabilidade da FGV, Abong, Fundação Avina, Instituto Ethos, Programa Cidades Sustentáveis e possui 20 membros.

    “A Agenda 2030 e a implementação dos ODS no Brasil são estratégicos para mudarmos o paradigma de desenvolvimento no país e a Estratégia ODS buscará a mobilização da sociedade, dos governos subnacionais e do setor privado para que possamos vencer os desafios das desigualdades que comprometem o progresso no país”, afirma Heloísa Oliveira, administradora executiva da Fundação Abrinq.

    “Essa parceria é fundamental e animadora, porque nós temos instituições engajadas em fazer com que os ODS cheguem lá na ponta e se traduzam em políticas públicas para que o cidadão possa compreender que perseguir os ODS vale a pena. Eu estou muito esperançoso que esse movimento institucional e essa parceria se traduzam em ações concretas nas cidades e melhoria na qualidade de vida das pessoas”, comenta Gilberto Perre, secretário-executivo da Frente Nacional de Prefeitos (FNP).

    Financiado pela União Europeia, o projeto espera resultados como a mobilização de 200 organizações na Rede Estratégia ODS; a incorporação dos ODS nos instrumentos de planejamento e políticas públicas de 150 municípios e a capacitação de 400 organizações da sociedade civil para a incidência e monitoramento dos ODS, com foco na redução das desigualdades de gênero, geracional e étnico-racial. São parceiros do projeto a Agenda Pública, a Frente Nacional de Prefeitos e a Confederação Nacional de Municípios.

    “O projeto trata especificamente dessa questão no âmbito dos atores da política local, por isso foi abraçado pela FNP. Acho que esse é um grande diferencial. Agregar entidades do terceiro setor para esse momento, como estamos conseguindo agora, é bastante importante no firmamento da posição da FNP em relação aos ODS”, explica José Auricchio Jr., prefeito de São Caetano do Sul e vice-presidente da FNP para os ODS.

    EXEMPLO DE IMPLEMENTAÇÃO DOS ODS

    Lançado em maio de 2017, o programa Fala Curitiba, iniciativa da Prefeitura de Curitiba, foi reconhecido pela Organização das Nações Unidas (ONU) como exemplo de governança e está alinhado ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) número 11, que torna as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis.

    Durante o evento, o prefeito curitibano Rafael Greca e vice-presidente de Cidades Inteligentes da FNP contou um pouco sobre as ações já implementadas na cidade. “Outro exemplo é o da Secretaria da Educação de Curitiba, que criou um sistema pedagógico focado nos ODS. Esse sistema ensina os professores a implementar os ODS nas escolas”.

    Confira as fotos do evento clicando aqui.

  • Fundação Abrinq realiza encontro de Empresas Amigas da Criança em São Paulo (SP)

    Fundação Abrinq realiza encontro de Empresas Amigas da Criança em São Paulo (SP)

    A Fundação Abrinq, nesta quinta-feira (18/10), promoveu o “Encontro das Empresas Amigas da Criança da Região Sudeste”, no Centro Ruth Cardoso, em São Paulo — SP.

    O evento teve como objetivo apresentar o conceito de ODS — Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e boas práticas de Empresas Amigas da Criança, munícipios e organizações sociais.

    “O encontro abordou o que são e como implementar os ODS e apresentou 3 boas práticas: de empresa, de organização da sociedade civil e de município, inspirando a iniciativa privada na contribuição com o avanço dos indicadores no contexto nacional e global”, afirma Denise Cesario, gerente executiva da Fundação Abrinq.

    Para explicar um pouco sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e como implementá-los, a assessora da Rede Brasil do Pacto Global, Barbara Dunin, palestrou para as empresas presentes. Além dela, Beatriz Stutzel, especialista de Sustentabilidade da Enel, Tatyana Gurgel, coordenadora geral da organização Grupo em Busca de um Nova Vida, e Denise Rezende Barcellos, gerente de planejamento e de monitoramento das Ações Governamentais do Município de Belo Horizonte, completaram a roda de conversa e comentaram suas respectivas boas práticas.

    “Estou há 5 anos trabalhando com esse desafio: que é fazer com que as empresas realmente aliem seus negócios com práticas mais sustentáveis. Agora com os ODS a gente respira isso todos os dias, pensando em formas, meios de fazer com que as empresas entendam e entrem nessa agenda global”, declara Barbara Dunin, assessora da Rede Brasil do Pacto Global.

    A Enel, maior empresa privada do setor elétrico brasileiro, assumiu o compromisso com os ODS e contou sobre a importância. “Nosso desafio é muito grande em relação às questões estratégicas. A Enel tem muito o que fazer, mas a sustentabilidade faz parte da estratégia do nosso grupo e esse tema é muito relevante para nós. O grupo acredita que os ODS não podem ser um projeto dentro da empresa, eles precisam ser encarados como uma diretriz, algo que você começa a identificar como estratégia para o seu negócio ou para sua área de atuação”, comenta Beatriz Stutzel, especialista de Sustentabilidade da Enel.

    Quem também compareceu ao evento foi a Prima. A Empresa Amiga da Criança é criadora do projeto “Philos — amigo da biblioteca”, software que contribui para a organização de bibliotecas e salas de leitura. Com o apoio da Fundação, a iniciativa aumento de 100 para mais de 400 escolas cadastradas, que hoje utilizam o sistema de gestão em escolas públicas de Educação Básica, municipais e estaduais.

    “Lançado em junho de 2017, o projeto consiste em adotar duas escolas por cidade. Em cidades capitais, nós adotaremos até cinco escolas. A nossa intenção é beneficiar 11 mil escolas em todo o Brasil. Hoje, estamos com pouco mais de 400 escolas que já aderiram ao projeto”, diz Roberto Macedo, coordenador de negócios públicos da Prima.

    “A disponibilização do acervo online facilita a organização, o conhecimento e a escolha dos livros tanto para os alunos quanto para os professores. O software pode ser usado até pelo smartphone. E, além de doar, nós gerenciamos esse software para as escolas”, completa Roberto.

    Na ocasião, foram entregues diplomas anuais de reconhecimento para as empresas participantes do programa. Duas empresas, além de receberem o diploma, também ganharam uma placa de reconhecimento por participarem do programa há 20 anos: a Copagaz e a Agropecuária Jacarezinho.

    “É super importante para o grupo participar do programa. Já tentamos fazer algumas melhorias para as crianças e adolescentes, mas sempre precisamos de apoio e a Fundação Abrinq nos ajuda”, explica Ana Paula dos Santos Cerqueira, coordenadora de Recursos Humanos da Agropecuária Jacarezinho.

    “A Copagaz é bem empenhada na participação com a Fundação, envolve os revendedores, divulga e conscientiza a necessidade de ter uma iniciativa para mudar e fazer a diferença. Inclusive, dois revendedores são muito engajados com o projeto e procuram implantar questões dos ODS no bairro onde atuam”, afirma Luciana Pinheiro, gerente comercial da filial Socorro da Copagaz.

    Resultados do PEAC em 2017

    · Mais de 17 milhões de crianças e adolescentes beneficiados indiretamente pelas ações sociais realizadas pelas Empresas Amigas da Criança;

    · R$ 411 milhões investidos pelas Empresas em ações voltadas para crianças e adolescentes;

    · Mais de R$ 27 milhões destinados pelas Empresas aos Fundos de Direitos da Criança e Adolescente.

    Empresas presentes:

    Aerobus Ar Condicionado e Refrigeração;
    Agropecuária Jacarezinho;
    Aquário de Ubatuba;
    Ascende Treinamentos;
    Brasilprev;
    Central Nacional Unimed;
    Copagaz;
    DSM Produtos Nutricionais Brasil S.A;
    Eletropaulo;
    Enel;
    Escola Oen;
    Frooty Comércio e Indústria de Alimentos S.A;
    Furnas Centrais Elétricas S.A;
    GCP Applied Technologies;
    Grupo Em Busca De Uma Nova Vida;
    Grupo Mega Facilities;
    HJ Santa Fé;
    Instituto HJ Santa Fé;
    Input Center Informática Eireli;
    Instituto Julio Simões;
    Liquigás Distribuidora S.A;
    MSC Cruzeiros;
    Município de Belo Horizonte;
    Primasoft Informática Ltda;
    Rede Brasil do Pacto Global;
    Studio Chicão Guerrero;
    Terracom Construções Ltda;
    Toy Company Diversões;
    Transpetro;
    Usina São Manoel S.A;
    Vila Velha Corretora.

    Clique aqui e confira as fotos do evento.

  • Fundação Abrinq debate as desigualdades no acesso ao saneamento básico e as taxas de violência que atingem crianças e adolescentes

    Fundação Abrinq debate as desigualdades no acesso ao saneamento básico e as taxas de violência que atingem crianças e adolescentes

    Em dezembro, a Fundação Abrinq lançou a publicação “A Criança e o Adolescente nos ODS — ODS 6, 11 e 16”. Com objetivo de promover debates sobre saneamento básico, cidades sustentáveis e violência. Temas que impactam diretamente crianças e adolescentes.

    A água tratada e o esgoto encanado fazem parte do acesso básico e da qualidade de vida e moradia, sendo essenciais para o desenvolvimento saudável de crianças e adolescentes. No entanto, 17,2%* da população brasileira vive sem acesso à rede de distribuição de água, e 32,9%* sem acesso à rede de esgoto.

    Essa vulnerabilidade também impacta na violência. Em 2015, foram registradas 153.510* denúncias de violências contra crianças e adolescentes, esse número pode ser relativo, levando-se em consideração que nem todos os casos são denunciados. Os registros mais frequentes são: violência psicológica, física e sexual.

    “Precisamos fazer com que os cidadãos comuns se interessem por esses temas e cobrem providências. Não podemos esperar que alguém faça por nós. É necessário termos um papel ativo, saber o que acontece onde vivemos e lutar para que essas realidades mudem”, explica Édson Carlos, presidente executivo do Instituto Trata Brasil.

    “Mais do que uma mera agenda internacional, os ODS são uma grande oportunidade para a efetivação de políticas públicas visando a qualidade de vida e da cidadania das crianças e dos adolescentes no Brasil”, acrescenta Heloisa Oliveira, administradora executiva da Fundação Abrinq.

    A Fundação Abrinq defende um ambiente político e institucional adequado à implementação de políticas públicas e programas com foco na promoção e efetivação dos direitos da infância e adolescência.

    Clique aqui para acessar a publicação.

    * Fonte: IBGE — Sinopses estatísticas do Censo Demográfico.

    * Fonte: Disque Direitos Humanos (Disque 100) — Módulo Criança e Adolescente.

  • A Fundação Abrinq lançou a 3º publicação para monitorar os ODS ligados à Crianças e adolescentes

    A Fundação Abrinq lançou a 3º publicação para monitorar os ODS ligados à Crianças e adolescentes

    A Fundação Abrinq lançou, no dia 12 de dezembro, a publicação “A Criança e o Adolescente nos ODS  –  ODS 6, 11 e 16”. O estudo é o terceiro da série de quatro relatórios que analisam os principais indicadores nacionais referentes a crianças e adolescentes.

    Para o lançamento, a Fundação Abrinq fez um seminário que discorreu sobre os desafios para a implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável — ODS.

    ODS 6: Água limpa e saneamento

    Assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todos.

    ODS 11: Cidades e Comunidades sustentáveis

    Tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis.

    ODS 16: Paz, Justiça e Instituições fortes

    Promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, proporcionar o acesso à justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em todos os níveis.

    Clique aqui para baixar a publicação.

  • Brasil caminha lentamente na implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

    Brasil caminha lentamente na implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

    Há dois anos foi adotada a Resolução da Organização das Nações Unidas que estabelece os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), acordo internacional com 17 objetivos e 169 metas que devem ser alcançadas até 2030. Dentre os objetivos, 10 estão diretamente relacionados com a qualidade de vida e cidadania de crianças e adolescentes.

    A Fundação Abrinq, representante da sociedade civil na Comissão Nacional para os ODS, vem acompanhando de perto essa lenta jornada, com a preocupação de que o País estabeleça as condições necessárias para a implementação nacional da agenda 2030 e que crianças e adolescentes tenham seus direitos garantidos. O acordo começou a valer em janeiro de 2016 e já estamos prestes a entrar no terceiro ano de vigência da implementação, que tem o prazo de 15 anos.

    Para cumprirmos as metas, é necessário enfrentarmos os diferentes desafios apresentados pelos estados brasileiros. As desigualdades internas pesam mais sobre as crianças e adolescentes, principalmente as mais pobres e em maior situação de vulnerabilidade. Atualmente, 4 em cada 10 crianças de 0 a 14 anos vivem em situação de pobreza, e esse percentual se agrava em estados como Alagoas, Maranhão, Ceará, Bahia e Pernambuco, chegando a 60%.

    A fim de facilitar o monitoramento desse processo a Fundação atua a favor da construção de uma plataforma de metas e indicadores nacionais, que permitirão o monitoramento dos progressos nacionais na implementação da agenda, além do desenho de estratégias para a implementação subnacional e o olhar prioritário para as políticas públicas que impactam diretamente crianças e adolescentes.

    Tendo esses desafios em mente, a Fundação Abrinq lançou, no dia 10 de outubro, a segunda edição da publicação “A Criança e o Adolescente nos ODS – marco zero dos principais indicadores nacionais”, abordando os dados e indicadores nacionais disponíveis da Educação (ODS 4) e do Trabalho Infantil (ODS *), como contribuição para a discussão das metas e indicadores nacionais e o monitoramento dos progressos brasileiros na implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) com foco nas crianças e adolescentes.

    “A Criança e o Adolescente nos ODS – marco zero dos principais indicadores nacionais” é o segundo estudo da série de 4 relatórios produzidos pela Fundação Abrinq, que buscam analisar os principais indicadores nacionais referente a crianças e adolescentes. Nesta edição, o relatório discorre sobre educação de qualidade, trabalho infantil, relacionando-os com os principais desafios em relação às causas da infância e adolescência, para que as metas assumidas sejam cumpridas até 2030. 

    Assim, o Brasil terá condições necessárias para construir seu caminho a favor do desenvolvimento sustentável.

    Confira o relatório aqui.

  • Para monitorar os ODS com foco em crianças e adolescentes, Fundação Abrinq lançará nova publicação

    Para monitorar os ODS com foco em crianças e adolescentes, Fundação Abrinq lançará nova publicação

    A Fundação Abrinq lançará, no dia 10 de outubro, a publicação “A Criança e o Adolescente nos ODS – marco zero dos principais indicadores brasileiros – ODS 4 e 8 ”, que estabelece uma referência inicial para o monitoramento dos progressos brasileiros na implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) com foco nas crianças e adolescentes. Os ODS são um compromisso assumido pelo governo brasileiro em 2015, durante a Cúpula de Desenvolvimento Sustentável. O estudo é o segundo da série de 4 relatórios que analisam os principais indicadores nacionais referente a crianças e adolescentes e, nesta edição, discorre sobre educação de qualidade e trabalho infantil, relacionando-os com os principais desafios em relação às causas da infância e adolescência, para que as metas assumidas sejam cumpridas até 2030.

    Participe!
    Data: 10 de outubro de 2017;
    Horário: das 13h30 às 18h;
    Local: Hotel Mercure – Rua Santa Justina, 210 – Vila Olímpia. São Paulo, SP.

    Para se inscrever, clique aqui.

    Conheça os ODS analisados pelo relatório:

    ODS 4: Educação de Qualidade

    Assegurar a educação inclusiva e equitativa de qualidade, promovendo oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos.

    ODS 8: Trabalho digno e crescimento econômico

    Promover o crescimento econômico sustentável, emprego pleno e produtivo e trabalho digno para todos.

    ODS

    Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: uma iniciativa adotada durante a Cúpula de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas. Composta por 17 objetivos e 169 metas que envolvem ações mundiais, e devem ser cumpridas até 2030.