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  • Fundação Abrinq e Risadaria promovem ação de grafite para crianças e adolescentes de Parelheiros

    Fundação Abrinq e Risadaria promovem ação de grafite para crianças e adolescentes de Parelheiros

    Muitas cores e desenhos. O dia de 58 crianças e adolescentes da região de Parelheiros, em São Paulo, foi colorido com uma oficina de grafite, a “Graffiti com o Coletivo”, promovida pela Fundação Abrinq e Risadaria, juntamente com o grupo “Pirituba em Cores”, na Associação Beneficente Vivenda da Criança, na quarta-feira, 1.

    Com o objetivo de proporcionar um momento de aprendizagem que beneficiasse algumas das crianças e jovens, de 6 a 15 anos, atendidos pela organização, a ação aconteceu de forma lúdica e foi monitorada pelos grafiteiros da Zona Norte da cidade, Vinicius Soares (Venec), Jhonatan Veríssimo (Caos) e Rafael Enoak Oak.

    A diversão iniciou com uma introdução básica sobre o grafite, contou com a produção de desenhos em papel e, por fim, com o acompanhamento dos artistas, todos colocaram a “mão na massa” e grafitaram um dos muros do espaço. Com as iniciais dos nomes de cada participante, a arte se transformou na palavra “Sorrir”, colorida também com a ajuda dos pequenos.

    Simone Rezende, diretora de operações da Associação Beneficente Vivenda da Criança, explica a importância da atividade para as crianças. “Acho a iniciativa muito bacana. Somos parceiros da Fundação Abrinq há muitos anos. Essa é a primeira experiência com grafite que as crianças realmente participam da produção do desenho”.

    Entender a diferença do grafite e da pichação foi outro ensinamento passado para as crianças, que puderam soltar a imaginação durante a oficina. “Para eles, que vêm da comunidade, é muito legal, porque podemos mostrar uma arte. Muitas vezes, eles se deparam com um pichador, mas o grafite é um trabalho artístico, que desperta neles um outro lado. É diferente de estragar um patrimônio. O grafite traz, além da beleza, um outro olhar que eles nunca tiveram”, explica Simone.

    A diretora geral do Risadaria, Paula Barbosa, comenta que, nos últimos anos, as ações cada vez mais beneficiaram crianças de idade maior. “Realizamos ações como essa desde o primeiro ano do Festival e, hoje, conseguimos atingir além das crianças, os jovens de 15 anos. Isso é muito gratificante”.

  • Ação da Fundação Abrinq e Risadaria leva mais de 350 crianças ao teatro

    Ação da Fundação Abrinq e Risadaria leva mais de 350 crianças ao teatro

    A brincadeira hoje (31) começou cedo, por volta das 8 horas quando mais de 350 crianças de quatro organizações sociais estavam a caminho do Auditório do Ibirapuera, em São Paulo, para assistirem à peça O Botão Mágico, do Festival Risadaria, parceiro da Fundação.

    Ao entrar no auditório era possível contemplar os diversos sorrisos misturados com a ansiedade que estava espalhada pelo local. Curiosas sobre o que estaria por vir, as crianças conversavam e brincavam até a música começar a tocar. Era o início da apresentação.

    No decorrer do espetáculo — que narrava a história de um palhaço que achou um botão mágico após ser demitido do circo — as crianças entraram na ficção e participaram por completo da brincadeira. O tempo se perdeu no meio de tanta alegria.

    “O humor quebra o gelo e aproxima as pessoas. Faz com que as crianças e os adolescentes vejam o teatro como algo próximo e divertido. Para eles, experimentar novas manifestações artísticas estimula o raciocínio e desperta a criatividade”, conta Paulo Bonfá, Idealizador do Festival Risadaria.

    E de fato, diversão não faltou. Os pequenos em meio a empolgação queriam subir ao palco para ajudar o palhaço que não sabia onde tinha grudado a fita adesiva — objeto utilizado para demonstrar a criatividade das crianças — , ou simplesmente, se tornarem coadjuvantes da apresentação.

    “Todos eles ficaram encantados. A gente olhava para eles e víamos o brilho nos olhos. Nós trabalhamos com muitas crianças que não têm acesso a esse tipo de evento, então facilitar esse acesso é muito importante para eles”, comenta a orientadora socioeducativa da Associação Beneficente Vivenda da Criança, Nilza Alves.

    Por fim, a peça mostrou para as crianças e adolescentes que para conquistarem uma amizade verdadeira não é necessário ter um objeto valioso ou um botão mágico para impressioná-la, basta agir com o coração e se permitirem ser eternamente crianças.

    “Eu acredito firmemente que a arte e a cultura são fatores fundamentais para a educação. Não apenas a educação formal ou a acadêmica, mas a formação do indivíduo, da individualidade e da autonomia de cada um”, completa Bonfá.

    E segundo a orientadora Nilza, a lição também será levada para as salas de aula: “Nós podemos desenvolver outras ações voltadas ao que aprendemos aqui. Como por exemplo a comunicação, a importância de eles estarem atentos a tudo que é apresentado e a oportunidade que têm de conhecer outros mundos”, relata.

    Após a apresentação, as crianças receberam um kit da Colgate, contendo escova e pasta dental, sabonete e um livrinho sobre a importância da escovação.

    Confira as organizações que participaram da ação:

    · Associação Beneficente Vivenda da Criança;

    · Instituto Dom Bosco;

    · São Paulo Woman’s Clube — Centro Comunitário Castelinho;

    · Sociedade Santos Mártires.