Tag: saúde

  • 5 hábitos simples que melhoram a saúde das crianças

    5 hábitos simples que melhoram a saúde das crianças

    Cuidar da saúde das crianças é garantir um presente mais protegido e um futuro com mais oportunidades, e, muitas vezes, pequenas atitudes no dia a dia são suficientes para promover mais qualidade de vida desde os primeiros anos. Adotar hábitos saudáveis na infância não só previne doenças como também contribui para o desenvolvimento físico, emocional e social de meninas e meninos.

    Para contribuir ainda mais com o tema, a Fundação Abrinq selecionou abaixo cinco práticas simples, mas fundamentais, que fazem diferença na saúde das crianças.

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    1. Manter a vacinação em dia

    A vacinação é uma das formas mais eficazes de proteger as crianças contra doenças graves e evitáveis, como sarampo, poliomielite, meningite e coqueluche. O Brasil conta com um calendário vacinal gratuito pelo Sistema Único de Saúde (SUS), que deve ser seguido desde os primeiros meses de vida. É importante comparecer às Unidades de Saúde nas datas indicadas e manter a caderneta de vacinação sempre atualizada.

    2. Incentivar o aleitamento humano nos primeiros meses

    O aleitamento humano exclusivo até os 6 meses de idade é recomendado por especialistas e organizações de Saúde. Ele fortalece o sistema imunológico, contribui para o vínculo entre pessoa que amamenta e bebê e reduz os riscos de desnutrição e infecções. Após esse período, a introdução alimentar deve ser feita de forma gradual, mantendo o aleitamento até pelo menos os 2 anos.

    3. Estimular a prática de brincadeiras e atividades físicas

    Brincar é uma necessidade básica da infância. Além de promover o desenvolvimento motor, cognitivo e emocional, o movimento é essencial para manter o corpo saudável. Sempre que possível, incentive brincadeiras ao ar livre, jogos ativos e atividades físicas apropriadas para cada faixa etária. Isso ajuda no combate ao sedentarismo e melhora o bem-estar geral das crianças.

    4. Priorizar uma alimentação equilibrada

    Uma alimentação saudável desde cedo previne doenças como obesidade, diabetes e hipertensão na vida adulta. Frutas, legumes, verduras, grãos e alimentos naturais devem estar presentes nas refeições diárias, evitando ao máximo produtos ultraprocessados, com excesso de açúcar, sódio e gordura. Além disso, os bons hábitos alimentares começam em casa, com exemplos e escolhas conscientes.

    5. Estabelecer uma rotina de sono adequada

    Dormir bem é essencial para o crescimento, o funcionamento do cérebro e o equilíbrio emocional. Crianças pequenas precisam de mais horas de sono do que os adultos, e a rotina deve incluir horários regulares para dormir e acordar, além de um ambiente calmo e acolhedor na hora de se deitar. Limitar o uso de telas antes de dormir também é importante para melhorar a qualidade do sono.

    A importância de apoiar as famílias e fortalecer a rede de cuidado

    Cuidar da saúde das crianças é uma tarefa coletiva, que envolve famílias, profissionais e políticas públicas. Por isso, a Fundação Abrinq desenvolve programas e projetos que contribuem com o desenvolvimento integral desde antes do nascimento até o final da adolescência.

    Saiba mais sobre como a Fundação Abrinq atua para garantir Saúde, Educação e Proteção a crianças e adolescentes em todo o Brasil.

  • Sem vocês a nossa história não seria escrita

    Sem vocês a nossa história não seria escrita

    Ser voluntário é poder atender à necessidade de alguém que precisa e acreditar que pode tornar o mundo um lugar melhor para se viver. Estamos passando por um momento que nos mostra o quão frágil é a nossa vida e saúde. Não importa onde você está ou quem você é, somos todos vítimas de uma epidemia de escala global, que faz um apelo e nos provoca a olhar para o lado, para entender que o coletivo importa – e muito! 

    Todos os anos, os voluntários e voluntárias que contribuem com a atuação do Programa Adotei um Sorriso, possibilitam que mais crianças e adolescentes possam sorrir sem medo e de forma saudável. Só em 2019 foram 1.705 crianças e adolescentes beneficiados. Não é de hoje que, juntos, percebemos que somos bem mais fortes e fazemos a diferença em nossas comunidades. A compaixão que demonstram pelas crianças que necessitam de apoio é uma inspiração para todos. 

    Por isso, hoje, Dia Nacional do Voluntariado, quero expressar minha gratidão e admiração a todos que de alguma forma colaboram e tornam possível a realização de tantos sonhos, executando atividades dentro de instituições ou consultórios próprios, espalhados por todo o país.

    Parabéns aos voluntários amigos da criança, por cada resultado alcançado e por buscarem promover uma transformação efetiva na vida das crianças e dos adolescentes no Brasil. 

    A vocês, deixo a minha homenagem e eterna gratidão!! 

    Victor Graça
    Doador e gerente executivo da Fundação Abrinq

  • Como a Covid-19 afeta a saúde e alimentação das mães, gestantes e dos bebês?

    Como a Covid-19 afeta a saúde e alimentação das mães, gestantes e dos bebês?

    Em um momento de especial cuidado com a saúde da população mundial, gestantes, puérperas e bebês precisam de atenção redobrada já que, segundo o Ministério da Saúde, eles estão no grupo de risco para possíveis complicações da Covid-19. Em gestantes, devido às adaptações fisiológicas ou eventos adversos na gravidez, a dispneia, febre, sintomas gastrointestinais ou fadiga podem se sobrepor aos sintomas da Covid-19. 

    Por esse motivo, reforçar os hábitos de higiene, além do distanciamento e isolamento social, é fundamental para prevenir a doença. Outro fator importante para o desenvolvimento e a manutenção da saúde da mãe e do bebê é a alimentação. O pediatra Yechiel Moises Chencinski, consultor da Fundação Abrinq, separou algumas dicas de amamentação e alimentação durante o período de isolamento, como também para a prevenção e proteção da Covid-19. Confira quais são:

    • Lave com frequência as mãos até a altura dos punhos, com água e sabão, ou higienize com álcool em gel 70%;
    • Ao tossir ou espirrar, cubra nariz e boca com um lenço ou com o braço. Lembre-se de não utilizar as mãos nestes casos;
    • Evite tocar os olhos, o nariz e a boca com as mãos. Se necessário, higienize-se. Ao tocar, lave sempre as mãos como indicado;
    • Mantenha uma distância mínima de cerca de 2 metros de qualquer pessoa;
    • Evite abraços, beijos e apertos de mãos. Adote um comportamento amigável sem contato físico;
    • Higienize com frequência os móveis, brinquedos e outros objetos da casa ou que tiver contato físico;
    • Mantenha os ambientes limpos e bem ventilados;
    • Não compartilhe objetos de uso pessoal;
    • Evite circulação desnecessária nas ruas, estádios, teatros, shoppings, shows, cinemas e igrejas;
    • Utilize máscara ao sair. Se puder, fique em casa;
    • Pessoas infectadas ou com sintomas devem evitar o contato físico com outros indivíduos, em especial, com os idosos;
    • Durma bem e tenha uma alimentação saudável.

    Para as mães que estão amamentando, com suspeita ou com a Covid-19: manter o aleitamento materno de acordo com as recomendações do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), do Ministério da Saúde e do Departamento Científico de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria (DCAM), é extremamente importante. Portanto, nestes casos, as mães devem lavar as mãos, por 20 segundos ou mais, antes de pegarem o bebê e usar uma máscara de proteção para amamentar. Após a mamada, é necessário que lavem as mãos por 20 segundos ou mais.

    Para as mães que não estão amamentando: todo o equipamento utilizado, como a mamadeira e os bicos, deve ser higienizado. A mãe pode oferecer o leite para o seu bebê utilizando as mesmas recomendações de higiene, as lavagens das mãos, antes e depois de cada mamada, e o uso de máscaras.

    Para as mães que estão amamentando e desejam retirar o seu leite para oferecer à criança: os procedimentos de higiene devem ser os mesmos: lavar as mãos e usar a máscara de proteção. As mães também devem seguir as recomendações da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em relação à retirada e armazenamento do leite. Se possível, outra pessoa treinada, devidamente protegida, pode oferecer o leite em um copinho à criança.

    Para a alimentação das mães: toda a rotina de nutrientes e preparo deve ser mantida para a mãe e o bebê. Atenção à higienização rigorosa das mãos, antes de iniciar o preparo dos alimentos. O hipoclorito de sódio serve para a esterilização das verduras, frutas e legumes que serão ingeridos crus. “O cardápio da mãe e da criança deve seguir as mesmas recomendações médicas indicadas antes da pandemia, não existindo nada em especial que deva ser oferecido neste momento”, ressalta o pediatra. 

    Muito cuidado com as carnes e os ovos crus. Esses alimentos não devem ser oferecidos ou consumidos, por conta do risco de contaminação biológica e das toxinas que podem estar presentes neles. Sempre que possível, ofereça ou consuma alimentos cozidos ou assados. Lembre-se também de higienizar a embalagem, o alimento e a superfície que será utilizada para o preparo do alimento como, por exemplo, as pias, as bancadas, os talheres e equipamentos.

    Para a compra e encomenda de alimentos: no caso da compra ou encomenda de um alimento, antes de abri-lo, a embalagem deve ser higienizada com a solução de hipoclorito de sódio 50 ml em um litro de água. 

    Em caso de outras dúvidas, procure um médico ou serviço de saúde.

    Durante a pandemia, você pode fazer a diferença apoiando a campanha de combate à fome da Fundação Abrinq. Clique aqui e saiba como.

  • Covid-19: os impactos do isolamento social na saúde mental das crianças e dos adolescentes

    Covid-19: os impactos do isolamento social na saúde mental das crianças e dos adolescentes

    Ajustar a rotina das crianças e dos adolescentes com a dos pais, responsáveis e outros familiares durante o período de isolamento social é um desafio para milhares de famílias que estão cumprindo a quarentena em casa no Brasil. Quando uma situação de emergência acontece, como a pandemia da Covid-19, o distanciamento social é, muitas vezes, a ação proposta pelas autoridades para mitigar a propagação da doença, preservar a saúde e proteger a vida da população. Porém, ao ser determinada a permanecer em casa, mudar seus hábitos e sua convivência social de forma tão rápida, uma pessoa pode desenvolver transtornos como a ansiedade e depressão. Para algumas crianças e adolescentes, as consequências do isolamento podem ser ainda piores, já que não possuem total entendimento da situação e de como enfrentá-la. 

    Além disso, existe o conflito acadêmico, uma vez que as aulas presenciais no país foram suspensas e o calendário letivo de algumas escolas está paralisado. Muitas delas optaram pelo método de ensino a distância, fato que pode se tornar mais uma barreira para a adaptação das famílias ao dia a dia dentro de casa.

    “Esta é uma oportunidade para que todos da casa dialoguem entre si e programem horários para atividades comuns, tais como tarefas de organização da casa, refeições, realização de brincadeiras e jogos, assistir programas de TV etc. Também devem ser organizados horários para atividades individuais, tais como tarefas escolares e atividades de home office. A programação deve ser sempre reavaliada em conjunto, com a participação das crianças e adolescentes, para que possa ser aprimorada”, explica Eliana Ribas, psicanalista e doutora em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

    Algumas ações podem auxiliar para que este momento se torne uma chance de fortalecimento da convivência familiar e dos vínculos afetivos com as crianças e os adolescentes. Conheça quais são elas: 

    • Busque conhecer e entender a programação de tarefas e atividades proposta pela escola neste período; 
    • Incentive e apoie a realização de atividades escolares e outras, participando ativamente de todas, caso seja possível;
    • Reforce o contato com a escola para esclarecimentos sobre eventuais dúvidas;
    • Estimule a prática de jogos, brincadeiras e outras atividades de desenvolvimento do imaginário, da linguagem, das capacidades cognitivas, motoras e das emoções; 
    • Estimule ou reforce a prática do diálogo e da comunicação;
    • Incentive sempre a alimentação e o sono saudável.

    Confira também um material que reúne ideias de como aproveitar melhor o tempo com as crianças dentro de casa. Clique aqui e faça o download do e-book Brincar Junto: Guia de brincadeiras para crianças e adultos.

  • Entenda as causas dos transtornos mentais na infância e adolescência

    Entenda as causas dos transtornos mentais na infância e adolescência

    O transtorno mental infantil é mais comum do que as pessoas podem imaginar. Assim como os adultos, as crianças e os adolescentes desenvolvem condições de saúde mental que, muitas vezes, desencadeiam problemas que afetam os campos ligados ao seu neurodesenvolvimento, bem como aspectos relacionados à sua cognição e funcionalidade. 

    Dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmam que um em cada cinco adolescentes enfrenta condições de saúde mental. A organização estima que metade de todos os transtornos mentais começa aos 14 anos. Ainda segundo a OMS, existem duas grandes categorias dos transtornos que estão presentes na vida das crianças e dos adolescentes: transtornos do desenvolvimento psicológico e transtornos de comportamento e emocionais.

    Diagnosticar as condições mentais em crianças e adolescentes pode ser difícil, pois, diferentemente dos adultos, eles geralmente têm dificuldade em expressar seus sentimentos e problemas. Apesar do desafio, o diagnóstico adequado é parte essencial para a orientação do tratamento. 

    Causas associadas aos transtornos mentais

    Os transtornos mentais em crianças e adolescentes são causados por alguns fatores determinantes, que podem ser genéticos, biológicos ou até psicossociais. Eles são divididos em alguns grupos:

    • Fatores genéticos: relacionados ao histórico familiar de transtorno mental;
    • Fatores psicossociais: relacionados a casos de disfunções na vida familiar, no ambiente escolar e outros; e situações de estresse;
    • Fatores biológicos: relacionados a situações de anormalidades do sistema nervoso central, sejam elas causadas por lesões, infecções, desnutrição ou exposição a toxinas, como as drogas;
    • Fatores ambientais: relacionados a problemas enfrentados na comunidade (violência urbana) e tipos de possíveis abusos (físico, psicológico e sexual).

    Além disso, devido às condições de vida, discriminação, falta de acesso a serviços ou apoio de qualidade, algumas crianças e adolescentes possuem maior risco de desenvolverem esses problemas. Isso porque alguns destes jovens vivem em ambientes frágeis e situações de vulnerabilidade; sofrem com doenças crônicas, incapacidade intelectual ou outra condição neurológica. 

    Por isso, as condições de saúde mental em crianças devem ser diagnosticadas e tratadas por um profissional especialista, com base em sinais, sintomas e pelas condições que afetam a vida diária de cada indivíduo.