Tag: Doações de cestas básicas

  • Doações de cestas básicas realizadas pela Fundação Abrinq chegam ao Sertão da Bahia

    Doações de cestas básicas realizadas pela Fundação Abrinq chegam ao Sertão da Bahia

    Localizada a 321 km da capital baiana, a cidade Ruy Barbosa possui pouco mais de 30 mil habitantes. Mas distantes das ruas pavimentadas, da água potável e até de políticas públicas, encontram-se centenas de famílias que vivem no extremo do município e sonham com a chance de ter uma vida melhor. A esperança, muitas vezes, é a única aliada delas. 

    A pandemia potencializou as fragilidades já enfrentadas pela população e acentuou problemas como a falta de acesso à alimentação. Para ajudar essas famílias, a Fundação Abrinq apoiará, pelos próximos três meses, o projeto Sertão Forte, realizado pelo Fotógrafo Noilton Pereira. 

    “A Fundação Abrinq defende os direitos das crianças e dos adolescentes no Brasil e a alimentação é um dos principais itens para a existência humana, não podíamos ver a realidade local e não fazer nada para ajudar. Esperamos que as doações sirvam de alívio para essas famílias e mostrem que elas não estão sozinhas”, relata Victor Graça, gerente executivo da Fundação Abrinq.   

    Através das fotografias, Noilton retrata as belezas e ao mesmo tempo a dura realidade do Sertão baiano. O dinheiro arrecadado com a venda das imagens é revertido para a compra e doação de alimentos, filtros de água e outros produtos às famílias locais. 

    Para potencializar esta ação, a Fundação Abrinq doará até julho alimentos para 100 famílias que precisam de ajuda. As doações garantirão o acesso à alimentação de qualidade para diversos lares brasileiros.

    Dona Chica ao receber a cesta básica.

    Confira todas as fotos das entregas aqui. 

    Doe uma cesta básica e ajude a Fundação Abrinq a levar alimentos para o Sertão da Bahia. 

    “Eu ajudo as pessoas doando alimentos e construindo casas, a Fundação Abrinq ficou sabendo do meu trabalho e ofereceu nos apoiar durante três meses com doações de alimentos e estamos felizes pelo apoio”, explica Noilton. 

    No dia 21 de maio foram realizadas as primeiras entregas das cestas básicas em parceria com a Fundação Abrinq. Veja o depoimento da Chica, uma das beneficiadas. 

    Você também pode fazer parte desta história. Doe uma cesta básica e ajuda a Fundação Abrinq a ampliar esta ação. Doe aqui. 

    “O engajamento e a solidariedade das pessoas são fundamentais neste momento. A pandemia ressaltou a importância e a responsabilidade que temos uns pelos outros. Queremos expandir ações como esta e sensibilizar a sociedade para a causa”, finaliza Victor. 
     

  • Mais de 200 famílias receberam apoio durante a pandemia no Ceará

    Mais de 200 famílias receberam apoio durante a pandemia no Ceará

    Localizado em Fortaleza (CE), o Instituto Arte e Cidadania do Ceará passou a integrar o Programa Nossas Crianças em setembro de 2019 e, dessa forma, receber o apoio técnico e financeiro da Fundação Abrinq para aprimorar o atendimento às 240 crianças, entre 0 e 3 anos, beneficiadas pela instituição.

    Assim como outras organizações, o Instituto foi pego de surpresa ao precisar suspender suas ações presenciais devido à pandemia. Para que as crianças não ficassem sem apoio e, principalmente, sem condições adequadas para se desenvolver, o Instituto adaptou suas atividades para o modelo online, no entanto, a preocupação com o bem-estar das crianças aumentou não só no âmbito educacional como também no assistencial.

    “As famílias que atendemos vivem em situação de vulnerabilidade social e normalmente não têm um vínculo empregatício fixo, então nesse período mais crítico da pandemia elas perderam suas fontes de renda. Elas não tinham acesso a nenhum valor que pudesse suprir as necessidades de suas casas”, conta Lorena Loureiro, assistente social do Instituto Arte e Cidadania do Ceará.

    Considerando esse cenário, a instituição passou a investir o valor que recebe mensalmente da Fundação Abrinq para a aquisição de cestas básicas, kit de lanches, higiene bucal e corporal e fraldas para as crianças que ainda não passaram pelo período de desfralde.

    “A entrega dessas cestas básicas, kits de lanches para as crianças, com iogurte, biscoitos, leite para aquelas que ainda tomam mamadeira, e a entrega de cestas com frutas e verduras foi uma forma de repor e continuar o atendimento nutricional das crianças”, explica.

    Os itens foram entregues em duas etapas: a primeira para as famílias que moram próximo à instituição e que puderam retirá-los no local e a segunda para aquelas que moram um pouco mais longe, nesses casos foram realizadas visitas domiciliares.

    “Nós investimos todo o valor que recebíamos da Fundação Abrinq na aquisição de cestas básicas, atendimentos imediatos a essas famílias e kits educacionais com livros, fantoches e outras coisas que possibilitaram a creche poder estar envolvida nessa dinâmica do lar”, comenta.

    “Nós tivemos esse cuidado, tanto em relação às doações como da manutenção de vínculo, por meio de ligações e visitas domiciliares quando necessárias. Se não houvesse essa parceria com a Fundação nós não teríamos dado continuidade ao vínculo com essas famílias e elas estariam realmente dispersas e sem atendimentos de nenhuma instituição, nenhum órgão, nenhuma outra forma de auxílio”, completa Lorena.

    Em dezembro o Instituto beneficiou as famílias atendidas com cestas natalinas, proporcionando um final de ano mais leve e típico para as crianças.

    Agora, o desejo da organização é poder retomar as atividades presenciais com segurança: “Algumas famílias não voltaram a trabalhar porque não têm com quem deixar as crianças, então a primeira coisa que queremos é que isso aconteça, mas claro com segurança”, finaliza.

    Enquanto o desejo não se torna realidade, o Instituto continuará com os atendimentos remotos.
     

  • Em meio à pandemia o apoio tornou-se a única saída para algumas famílias

    Em meio à pandemia o apoio tornou-se a única saída para algumas famílias

    Muitas organizações sociais precisaram se adaptar à pandemia para prosseguirem com suas atividades. O Instituto Gotas foi uma das instituições que repensou suas ações para não parar de atender as 208 crianças que frequentavam o local.

    As oficinas de balé e futsal precisaram ser suspensas e os atendimentos com os assistentes sociais e psicólogos tiveram que ser reestruturados para o formato online. O que não mudou foi a necessidade das crianças e de suas famílias por apoio. Necessidade essa que aumentou consideravelmente neste ano.

    “A região que atendemos de Fortaleza é bastante vulnerável. Atendemos muitas crianças que os pais estão presos, a família não tem renda fixa ou não moram com condições de saneamento básico adequadas”, conta Nara Rodrigues, presidente do Instituto Gotas.

    Nara também relata que, por causa da pandemia, muitas famílias perderam seus empregos, em especial no início do ano, quando os estabelecimentos precisaram fechar para conter o avanço da COVID-19 no País.

    No mesmo período, todas as organizações que atualmente estão conveniadas ao Programa Nossas Crianças, que oferece mensalmente apoio técnico e financeiro para organizações sociais que atendem diretamente crianças e adolescentes, puderam direcionar seus recursos advindos do programa para a compra de cestas básicas.

    Com os repasses mensais, o Instituto Gotas consegue beneficiar em média 65 famílias por mês com a doação de alimentos e itens de higiene. A ação, realizada para minimizar os impactos da crise, tornou-se um alívio para muitos pais. Entre eles a Cristina*, mãe de cinco crianças, que em meio a pandemia precisou recorrer ao auxílio emergencial do governo.

    “Ela recebe o auxílio, mas não conseguia bancar o aluguel, a luz e água, não supria todas as necessidades”, explica Nara.

    Os cinco irmãos frequentavam a instituição, dois na Educação Infantil e três nas oficinas oferecidas no contraturno escolar e, por isso, todos os meses a família é contemplada com as doações das cestas.

    “Essa era uma das famílias que recebia as cestas todos os meses, eu não deixava de fora pela vulnerabilidade e necessidade”, explica.

    A seleção das famílias que recebem as doações é feita de acordo com a vulnerabilidade de cada uma e, segundo Nara, atualmente o suporte continua acontecendo para aquelas que ainda estão sem emprego.

    “O que a Fundação Abrinq fez foi crucial para essas famílias aqui de Fortaleza. Elas se sentiram super assistidas e nós conseguimos matar um pouco da fome. Não tiramos a preocupação das pessoas em relação ao Coronavírus, mas a fome a gente conseguiu suprir na medida do possível”, conta Nara.

    Assim como Cristina, muitas outras famílias ainda enfrentam dificuldades para terem acesso a um direito básico e fundamental: o direito à alimentação e, nesses casos, organizações como o Instituto Gotas tornam-se a única saída.

    “Não tem como parar esse trabalho que fazemos. Existem parceiros que dão suporte, mas é quem está na ponta que vê as dificuldades da comunidade, a fome, quem precisa, quem tem vulnerabilidade e quem não”, finaliza Nara.

    Desde março, mais de 24 mil cestas básicas já foram doadas para famílias em todo o Brasil e, assim como o Instituto Gotas, o trabalho da Fundação Abrinq não pode parar. Por isso, a instituição continua arrecadando recursos para a compra de mais itens e apoiando quem mais precisa neste momento. Clique aqui e doe recursos para a compra de uma cesta básica. 

    * Nome e imagem alterados para preservar a identidade dos envolvidos.

  • Sem a merenda escolar, Patrícia relata dificuldades em alimentar os filhos

    Sem a merenda escolar, Patrícia relata dificuldades em alimentar os filhos

    Sem poder trabalhar por causa da pandemia, Patrícia Passos, ex-moradora de Paraisópolis, em São Paulo (SP), deixava seus bebês no CEI Santo Agostinho – ASA. Mãe de três filhos, agora passa o dia em casa com as crianças e o marido. A rotina da família mudou completamente depois que o Coronavírus chegou ao Brasil. Sem muito apoio e com medo da doença, Patrícia precisou mudar de casa, pois morava em um imóvel com dois cômodos, cinco pessoas e sem muitos recursos na comunidade.

    A educação das crianças agora faz parte das atividades de Patrícia, que diz não saber lidar com a situação, que exige muito dela. Patrícia e o marido, como muitos outros brasileiros, não têm condições adequadas para educar os filhos em casa.

    Com dificuldade para auxiliar as crianças nas atividades da escola, a mãe tenta acompanhar pela TV as aulas ao vivo e videoaulas que o governo oferece aos alunos durante o período de isolamento social. 

    “Estou bastante estressada e com medo do vírus, porque ficar em casa com três crianças não é fácil. Tenho um filho autista que exige minha atenção e os gêmeos também, mas o mais difícil é fazer a lição da escola com o Samuel*, o autista, pois ele tem muita dificuldade em aprender”, afirma a mãe.

    Antes da pandemia, ela e o marido revendiam roupas em Paraisópolis. Todos os dias, eles saiam para fazer compras no Brás e vender na comunidade, como forma de sustentar os filhos. Para preservar a saúde da família, o casal parou de trabalhar e, hoje, vive da ajuda das organizações da comunidade de Paraisópolis.

    “Esta cesta veio em um ótimo momento. Estou passando dificuldades, pois sem trabalhar não consigo colocar comida em casa. Para piorar, um dos gêmeos tem intolerância à lactose e o leite que ele toma é especial e muito caro. Hoje, não tenho condições de comprá-lo”, relata.

    Com a suspensão das aulas presenciais, muitas crianças ficaram sem ter o que comer, sendo sua principal refeição a merenda antes oferecida na escola.

    “Aqui na creche, com a verba da Prefeitura, damos os alimentos específicos para as crianças que têm alguma restrição. Deixamos todas as orientações, para cada uma delas, em um cartaz no refeitório, para não termos nenhum tipo de problema. Com a crise, algumas mães não conseguem o alimento especial para os filhos na rede pública e acabam comprando por conta própria, mas o custo sai muito alto. É um gasto que compromete muito a renda delas”, explica Alessandra Cunha da Silva, coordenadora do CEI Santo Agostinho.

    Famílias e crianças em todo o Brasil, que recebiam alimentação nas organizações e escolas, estão agora em suas casas, sem alimentação e recurso. Segundo o estudo Cenário da Infância e da Adolescência no Brasil 2020 – 2ª edição, lançado em agosto, o país tem 9,1 milhões de crianças e adolescentes em situação de extrema pobreza. Os números retratam a realidade de Patrícia, que falou sobre a importância da iniciativa.

    “Esta ação é muito boa. O fato de lembrar das pessoas é muito importante, porque criança em casa dá muita despesa. A situação está mais difícil agora, pois não podemos trabalhar. As cestas básicas vão ajudar muito as famílias”, afirma.

    O CEI Santo Agostinho, administrado pela Associação Santo Agostinho (ASA), foi um dos locais beneficiados pelas doações de alimentos e itens de higiene realizadas pela Fundação Abrinq. Desde março, a Fundação repassou recursos, feitos mensalmente às organizações conveniadas ao Programa Nossas Crianças, para apoiar as crianças, adolescentes e famílias que sofrem com os impactos da crise gerada pela pandemia. 

    “Espero que tudo isso passe, as crianças voltem para a creche, as pessoas trabalhem e o medo acabe, para voltarmos ao normal”, afirma Patrícia. 

    Infelizmente a realidade dela reflete a situação de diversas outras famílias neste momento. Mas com solidariedade é possível ajudar a minimizar os impactos causados pela pandemia. Clique aqui e saiba como ajudar.

    * Nome e imagem alterados para preservar a identidade dos envolvidos.

  • Com o apoio da empresa GAM, Fundação Abrinq doa 220 cestas básicas para famílias que precisam

    Com o apoio da empresa GAM, Fundação Abrinq doa 220 cestas básicas para famílias que precisam

    A Fundação Abrinq continua mobilizando parceiros e doadores para efetivar a compra de cestas básicas, produtos de higiene, limpeza e outros itens essenciais à saúde e sobrevivência das crianças, dos adolescentes e de suas famílias. O objetivo é apoiar as populações mais vulneráveis do Brasil, atendidas pelas organizações sociais parceiras da Fundação, seguindo critérios como a vulnerabilidade e o risco à saúde. 

    “Devido à pandemia, para conter o avanço da doença, a suspensão das atividades presenciais nos espaços das organizações e nas escolas trouxeram novas dificuldades para milhares de famílias. Nesta fase desafiadora e incerta que vivemos, as doações e o apoio das empresas são fundamentais para mantermos as nossas atividades. Por isso, agradecemos a ajuda de todos”, Victor Graça, executivo da Fundação Abrinq. 

    Como resultado da ação, a empresa GAM, distribuidora de produtos de perfumaria e medicamentos, localizada em Tubarão (SC), apoiou a causa e apostou na parceria, doando recursos para a campanha Não deixe a fome matar mais que o Coronavírus. Para isso, a empresa realizou divulgações a respeito da campanha para o público do seu principal evento anual: MeGAMais, que aconteceu entre os dias 11 e 18 de setembro. As doações do público e da empresa contribuíram para a compra de 220 cestas básicas, distribuídas em cinco cidades do país: Arcoverde (PE), Fortaleza (CE), Santa Rita (PB), Maracanau (CE) e São Paulo (SP). 

    “Fizemos uma ação social para as crianças, porque entendemos que é um investimento no futuro do país. E o futuro na nossa visão são as crianças. Criança educada e bem alimentada é um futuro melhor. E escolhemos a Fundação Abrinq porque entendemos que era uma ação que deveria ter uma projeção maior, então não seria legal a gente fazer isso especificamente só para a nossa cidade ou estado”, explica Luis Augusto, CEO da GAM.

    As organizações beneficiadas foram: 

    •    Associação de Moradores Mães e Senhoras do Parque Panamericano – CEI Primeira Estação        
    •    Centro de Defesa de Direitos Humanos Dom Oscar Romero (CEDHOR)
    •    Fundação Terra – Arcoverde     
    •    Fundação Terra – Maracanau    
    •    Instituto Gotas  

    “Só aqui na nossa organização, com a ajuda da GAM, 160 crianças e adolescentes foram beneficiados com as cestas básicas. Os alimentos contribuíram no fortalecimento da segurança alimentar, na manutenção da imunidade e no crescimento integral deles, e para que a fome não prejudicasse o desenvolvimento educacional e cognitivo. As cestas também foram atreladas ao cumprimento das atividades pedagógicas da organização e ao acompanhamento dessas atividades por parte da família. Antes a alimentação era garantida de forma presencial e hoje toda a família se alimenta. Podemos, então, afirmar que ampliamos o acesso à alimentação, graças à essa doação”, destaca Jania Paula, representante do CEDHOR. 

    Por ser um trabalho em rede, a Fundação alia-se ao setor privado e às pessoas, que repassam recursos financeiros e, também, às organizações da sociedade civil, que atuam diretamente nas comunidades onde vivem as crianças e os adolescentes que mais precisam de ajuda imediata neste momento. 

    “Neste contexto sabemos que muitas famílias devem ter encontrado grandes dificuldades em conseguir angariar recursos para continuar alimentando as crianças que estavam sem aulas, são crianças carentes e tem a sua alimentação quando vão para aula receber a merenda”, completa Luis Augusto. 

    O Centro de Defesa de Direitos Humanos Dom Oscar Romero (CEDHOR), localizado em Santa Rita (PB), é uma das organizações beneficiadas e conveniadas pelo Programa Nossas Crianças. A instituição apoia crianças e adolescentes, entre 6 e 17 anos e 11 meses, com o Projeto Legal, voltado ao enfrentamento do trabalho infantil. 

    Durante a pandemia, o CEDHOR identificou casos de vulnerabilidade de contágio da COVID-19; evasão escolar; dificuldade de acesso e utilização das ferramentas virtuais; uma comunidade insalubre e vulnerável, com casas precárias e ruas sem saneamento básico; maior vulnerabilidade e contato com a violência intrafamiliar; e o retorno da cultura assistencialista.

    “A Fundação nos ajuda a garantir o salário de profissionais estratégicos, em especial nos tempos de pandemia; ajuda a instituição proporcionar as cestas básicas todos os meses, em sua totalidade ou na complementação destas; contribui na distribuição de materiais de higiene e limpeza e no cumprimento dos protocolos de segurança; também garante  a distribuição do material pedagógico, a exemplo dos livros dos quais estamos distribuindo; nas formações e assessorias que recebemos, e no fortalecimento da nossa forma de gerir o projeto, também reverberando no investimento da qualificação da equipe”, revela Jania Paula.

    Você também pode ajudar

    A Fundação Abrinq atua de maneira imediata à crise do coronavírus no Brasil, com o intuito de diminuir o impacto da pandemia na vida das crianças e dos adolescentes vulneráveis. Ajude a garantir alimentação para as famílias mais afetadas pela Covid-19. Clique aqui e doe uma cesta básica para quem precisa.

  • Fundação e Embracon atuam para combater a fome e apoiar crianças e adolescentes em meio à pandemia

    Fundação e Embracon atuam para combater a fome e apoiar crianças e adolescentes em meio à pandemia

    A suspensão das aulas nas escolas e das atividades presenciais nos espaços das organizações da sociedade civil parceiras da Fundação Abrinq, devido à pandemia, causou dificuldades para milhares de famílias no Brasil. Sem acesso à escola, inúmeras crianças ficaram sem ter o que comer, sendo sua principal refeição a merenda antes oferecida nesses espaços. 

    Percebendo a necessidade em ajudar, em maio, a Fundação iniciou a campanha Não deixe a fome matar mais que o Coronavírus, para arrecadar recursos para a compra de alimentos e kits de higiene e limpeza, para doar às famílias atendidas em situação de vulnerabilidade social nas organizações espalhadas pelo país. 

    Para mobilizar ainda mais a campanha, a Fundação contou também com a ajuda de Empresas Amigas da Criança que, por meio do Programa Empresa Amiga da Criança, promovem os direitos das crianças e dos adolescentes no combate ao trabalho infantil e na realização de ações sociais em benefício a esse público. Uma delas é a Embracon, que contribuiu com a compra de 3.427 cestas básicas. 

    “Somos uma empresa socialmente responsável e estamos constantemente envolvidos em ações sociais. Neste momento desafiador, entendemos que o alimento pode diminuir os efeitos devastadores da atual pandemia”, afirma Luis Toscano, vice-presidente de Negócios da Embracon. 

    As organizações beneficiadas pela empresa estão localizadas nos seguintes estados:

    • Bahia;
    • Pará;
    • Minas Gerais; 
    • Ceará; 
    • São Paulo;
    • Paraíba;
    • Pernambuco e;
    • Mato Grosso.

    “A Fundação Abrinq é uma instituição que atende nossos critérios para este tipo de parceria e sabemos que os benefícios efetivos serão alcançados com a nossa contribuição”, completa Luis Toscano, ao falar da importância da parceria para a realização de ações de responsabilidade social. 

    Uma das organizações beneficiadas na região Nordeste foi a Casa Pequeno Davi, em João Pessoa (PB). A instituição faz parte do Programa Nossas Crianças, da Fundação Abrinq, e, desde o ano passado, recebe apoio técnico, administrativo e financeiro, para qualificar seus atendimentos e ampliar o número de crianças beneficiadas. Com o apoio da Fundação, a Casa Pequeno Davi beneficia 268 crianças e adolescentes, de 6 a 17 anos e 11 meses, por meio do projeto Grito de Alerta, voltado ao enfrentamento da violência doméstica e sexual.

    Seguindo as devidas precauções e orientações para prevenir a contaminação da COVID-19, a organização realizou a distribuição das cestas básicas, que foram entregues em sete localidades de João Pessoa e em seu entorno: Roger, Varadouro, Ilha do Bispo, Padre Zé, Distrito Mecânico, Santa Emília de Rodat e Baralho.

    Embracon doações cestas básicas 1

    “Quando começou a pandemia, cumprindo as orientações sanitárias, tivemos que pausar as nossas atividades presenciais com as crianças e famílias. Foi aí que iniciamos um levantamento das famílias que, a princípio, estariam em situação de vulnerabilidade bem crítica. De imediato, começamos a atender algumas famílias, na questão da segurança alimentar. Mas, com o decorrer da pandemia, as coisas foram se complicando um pouco mais, pois algumas delas, que tinham vínculos empregatícios, mesmo que informais, foram perdendo. A demanda de famílias nesse cenário também foi aumentando. Algumas pessoas eram diaristas, outros trabalhavam com reciclagem, então, cada vez mais famílias, naquele momento, necessitavam da nossa assistência com relação à alimentação”, explica Adriana Correia, assistente social da instituição.

    Apesar do contexto desfavorável, a instituição continua desenvolvendo estratégias que favorecem a garantia de direitos básicos como a alimentação. As atividades diretas com as crianças, adolescentes, familiares e a comunidade foram suspensas por tempo indeterminado, porém, o acompanhamento às famílias, especialmente em apoio à alimentação e às atividades pedagógicas com as crianças e adolescentes, atualmente, acontece de forma virtual.

    “Durante as entregas das cestas básicas nas casas das crianças, identificamos casos de violência doméstica e trabalho infantil. A pandemia evidenciou algumas questões sociais já existentes no Brasil, além de mostrar as fragilidades das nossas políticas públicas e questões socioeconômicas. Tudo é muito novo para gente, imagine para as famílias. Além de novo, elas têm que lidar com a questão da vulnerabilidade. A ajuda da Embracon e da Fundação foi imprescindível para a realização das nossas ações em apoio às famílias”, conta Adriana Correia. 

    Mais de 20 mil cestas básicas ajudaram famílias em todo o Brasil. 

    “Por acreditar em uma sociedade mais justa e responsável pela proteção e pelo pleno desenvolvimento das crianças e dos adolescentes, agradecemos a parceria da Embracon que, desde 2017, segue como Empresa Amiga da Criança na defesa dos direitos da infância e adolescência. Em momentos assim, o apoio de empresas como a Embracon é essencial para a execução de ações emergenciais como essa”, declara Victor Graça, gerente executivo da Fundação Abrinq. 

    Embracon doações cestas básicas

    Embracon doações cestas básicas 2

    Embracon doações cestas básicas 3

    Você também pode ajudar

    Você ou a sua empresa também podem se tornar parceiros da Fundação Abrinq nessa missão. Acesse o link e doe uma cesta básica para quem precisa.

  • Direito que alimenta: Fundação Abrinq e Phisalia doam cestas básicas para famílias em São Paulo

    Direito que alimenta: Fundação Abrinq e Phisalia doam cestas básicas para famílias em São Paulo

    No início do ano, a Fundação Abrinq lançou uma campanha com o objetivo de arrecadar recursos para a compra de cestas básicas e doar para as famílias afetadas pela pandemia. Desde então mais de 19 mil cestas foram doadas para organizações sociais parceiras, que atendem diretamente crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social, em todo o Brasil, que ficaram responsáveis pela distribuição dos itens aos familiares das crianças. 

    Para que as doações fossem possíveis, a Fundação Abrinq contou com o apoio de diversas pessoas e empresas que, assim como a organização, compreendem a necessidade urgente de amparar quem precisa de apoio em meio à uma das maiores crises sanitárias do país. 

    Empresa Amiga da Criança há 17 anos, a Phisalia foi uma das empresas que se solidarizou com a ação: “Nós entendemos que é uma situação que o mundo todo está passando e cada pequena ação conta, então o que pudermos fazer para melhorar a vida de outras pessoas, nós vamos fazer. Nós tomamos conhecimento dessa iniciativa e optamos por contribuir também. Foi importante estarmos juntos também nesse momento”, explica Adriana Amiralian, diretora de marketing e comunicação da Phisalia.

    A contribuição da empresa proporcionou a doação de 224 cestas básicas para duas organizações sociais localizadas em São Paulo. Uma das instituições beneficiadas foi o Centro de Recuperação e Educação Nutricional (CREN), que atende crianças e adolescentes, de 0 a 19 anos, em situação de subnutrição ou obesidade. 

    Por meio de acompanhamentos e orientações educacionais, o CREN atua para fortalecer a segurança alimentar das crianças e dos adolescentes que passam pela instituição. Devido à pandemia, as visitas, antes presenciais, foram adaptadas para o formato online, porém, a adaptação nos atendimentos não foi o único obstáculo encontrado pela organização.

    “Nós acompanhamos famílias de crianças e adolescentes com subnutrição e obesidade e o perfil social da maioria delas é de vulnerabilidade, de trabalho informal e muitas delas perderam o emprego com a pandemia. Vimos que a cesta básica que entregamos é a fonte de alimento que essas famílias têm”, conta Bernardo Cury, psicólogo do CREN. 

    Entre as crianças beneficiadas com a cesta, está a Bianca*, de apenas 9 meses, com estado nutricional grave. Conforme explica Bernardo: 

    “A Bianca é acompanhada pela UBS [Unidade Básica de Saúde] que a encaminhou para nós. Nós usamos dados antropométricos para pesar as crianças e entender como está o estado nutricional delas e o ideal é que a criança fique perto de 0 nos dados que colhemos, a Bianca tinha um score de -4, o que significa uma subnutrição muito grave”, relata. 

    Além de doar a cesta básica, Bernardo conta que, para reverter quadros como o de Bianca, a instituição também realiza um trabalho voltado para a orientação da família e articulação da rede de atendimento.

    “Nós vemos que a necessidade é muito grande e em casos assim não conseguimos caminhar sozinhos. Então estamos tentando colocá-la em uma rede de apoio maior envolvendo, por exemplo, o CRAS e o CREAS. É um olhar global, porque no fim a nossa paciente é a Bianca, a bebê, mas entendemos que se não cuidarmos da mãe e de toda essa complexidade, não vamos conseguir nada com ela”, afirma. 

    O tratamento da Bianca vai além das doações de cestas básicas, mas o amparo que recebeu foi o primeiro passo para garantir seu direito à alimentação de qualidade. Seu acompanhamento na organização continuará e enquanto isso, a Fundação Abrinq com o apoio de empresas como a Phisalia continuará fortalecendo e doando cestas básicas para as famílias que precisam de apoio neste momento.

    “As doações foram importantes neste momento porque são as necessidades das famílias”, finaliza Bernardo.

    A segunda organização social beneficiada pelas doações da empresa foi o Núcleo Educacional Santa Casa de Diadema, que atende crianças e adolescentes de 06 a 15 anos. Na ocasião, Adriana participou presencialmente das entregas e conta a sensação de vivenciar ações como essa: 

    “É muito gostoso, porque uma coisa é você estar dentro do escritório e saber que está contribuindo de alguma forma, outra coisa é você estar in loco [no local] e ver realmente a seriedade com que a instituição trabalha e como ela de fato faz a diferença na vida daquelas pessoas. Estar presente foi muito importante por isso, pela materialização de tudo o que desejamos”, conta. 

    “A parceria com a Fundação Abrinq é muito boa e é fortalecida nesses momentos onde temos essas oportunidades de trabalharmos juntos”, finaliza Adriana.

    Você também pode ajudar

    Em ações de emergência, como essa campanha promovida pela Fundação Abrinq, poder contar com parceiros estratégicos para ajudar quem de fato precisa é fundamental. Você ou a sua empresa também podem fazer parte desta história. Acesse https://www.doeagora.org.br/covid-19/ e saiba como participar.

    *Nome alterado para preservar a identidade da criança. 

  • Comprometimento com a infância: um carinho que ultrapassa uma geração

    Comprometimento com a infância: um carinho que ultrapassa uma geração

    Aos 7 anos, Jonilson passou a frequentar a Inspetoria Salesiana de São Paulo, localizada na região oeste da capital paulista. Na organização, fez aulas de teatro, formação pessoal e religiosa, até começar a fazer cursos profissionalizantes no contraturno escolar.

    “Os meus pais sempre trabalharam muito, então eles precisavam de um lugar para eu e meu irmão ficar nesse período. O bairro em que morávamos era perigoso e eles tinham muito medo da rua. Eles encontraram essa organização e foi um dos melhores lugares que eu frequentei. Eu fiquei aqui aproximadamente 8 anos e foi uma experiência muito importante para a minha vida”, relata Jonilson ao se lembrar dos momentos que viveu na organização.

    Já adulto, conta feliz que tudo o que aprendeu durante os cursos fez parte da pessoa que se tornou hoje. Tanto carinho, fez com que Jonilson aconselhasse sua esposa a colocar seus enteados na Inspetoria. Não poderia ser diferente, visto que o lugar guarda tantas memórias boas.

    “As pessoas me deram muitos conselhos aqui e sempre me puxaram para o lado bom. Eu sou muito grato e tenho um carinho imenso por esse lugar”, menciona.

    Seu enteado, Matheus*, de 15 anos, atualmente frequenta o curso profissionalizante de administração, enquanto Eduarda*, de 11 anos, participa do Centro para Crianças e Adolescentes (CCA), que oferece aulas de futebol, teatro e artesanato também no contraturno escolar.

    Porém, todas as aulas foram suspensas por causa da pandemia ocasionada pelo Coronavírus que afetou o Brasil em fevereiro. Tal fatalidade, essencial para frear a transmissão do vírus, fez com que a rotina da família mudasse repentinamente. 

    Com a esposa grávida e os dois filhos em casa, Jonilson conta os desafios que enfrenta durante a quarentena: “Está sendo bem complicado. Estamos em casa, mas mesmo assim continuamos trabalhando. Começamos a ficar no pé das crianças para elas estudarem, porque as aulas estão acontecendo online, pedimos para elas lerem um livro, fazerem alguma atividade, mas está sendo bem difícil. Às vezes todo mundo se estressa e acaba brigando e está sendo assim, altos e baixos durante esse tempo”, conta. 

    Pertencente ao grupo de risco para o contágio pelo vírus, sua esposa está trabalhando em home-office todos os dias. Já Jonilson precisa ir para a empresa pelo menos 2 vezes na semana.

    Mas a adaptação na rotina, não é o único desafio enfrentado pela família, com todo mundo em casa, os gastos com alimentação aumentaram consideravelmente. Mesmo Jonilson recebendo o vale refeição da empresa que trabalha, o custo em casa quase dobrou. 

    “Com as crianças em casa, a gente aumentou muito o custo com a alimentação, porque 70% da refeição, durante a semana, era feita fora de casa. A nossa também, porque usávamos o vale refeição da empresa, então isso não pesava tanto na conta. Hoje, com todo mundo em casa, o custo aumentou bastante”, explica. 

    Para ajudar a minimizar os impactos causados pela pandemia e garantir para milhares de crianças e adolescentes o direito básico de se alimentarem, a Fundação Abrinq está, desde março, arrecadando recursos para a compra de cestas básicas para apoiar as organizações sociais parceiras, com o intuito de que as cestas sejam distribuídas para as famílias das crianças atendidas. 

    A Inspetoria Salesiana de São Paulo, conveniada ao Programa Nossas Crianças, foi uma das organizações contempladas com as cestas e a família de Jonilson foi uma das beneficiadas com a doação. Ao retirar a cesta básica, ele conta com alívio a importância de existirem ações como essa: “É de grande valia a cesta básica que estamos ganhando. Vai ajudar bastante”, finaliza.

    Clique aqui e confira as fotos das entregas realizadas em São Paulo (SP). 

    *Nomes alterados para preservar a identidade das crianças. 

  • Famílias são beneficiadas com alimentos e kits de higiene em São Paulo (SP)

    Famílias são beneficiadas com alimentos e kits de higiene em São Paulo (SP)

    Desde que a pandemia chegou no Brasil, a Fundação Abrinq está direcionando seus esforços para ajudar crianças, adolescentes e seus familiares que estão sofrendo os impactos da crise gerada pelo Coronavírus. 

    Em março, a Fundação remanejou o uso do repasse feito mensalmente às organizações conveniadas ao Programa Nossas Crianças para apoiar as comunidades locais de cada organização. Mais de 1.600 famílias, espalhadas pelo país, foram beneficiadas no período com doações de alimentos, itens de higiene e limpeza e até instalação de caixas d’água – feita em uma vila que só possuía acesso ao recurso durante a noite. 

    No entanto, para conseguir ajudar todas as crianças e suas famílias que frequentavam as organizações antes do isolamento social, a Fundação Abrinq lançou a campanha Não deixe a fome matar mais que o Coronavírus para arrecadar recursos para a compra de cestas básicas. 

    Na última semana, foram doadas 2.440 cestas para organizações sociais, localizadas em São Paulo — uma das cidades mais afetadas pela COVID-19. As instituições contempladas nesta primeira doação foram Associação de Moradores Mães e Senhoras do Pq. Panamericano – CEI Primeira Estação e CEI Segunda Estação, Associação Santo Agostinho, Casa Santa Maria, Centro Social Nossa Senhora do Bom Parto – CCA Nossa Casa, Inspetoria Salesiana de São Paulo, Instituto Social, Educacional e Beneficente Novo Signo e SODIPROM.

    A distribuição dos alimentos para as famílias que estão precisando de ajuda está sendo realizada nesta semana.

    Entrega de cestas básicas na SODIPROM.

    Milhares de crianças e seus familiares estão precisando de ajuda em todo o Brasil. Por isso, o objetivo inicial da Fundação Abrinq é arrecadar e doar mais de 5 mil cestas básicas para essas famílias.

    Você também pode fazer a diferença: Clique aqui e doe uma cesta básica.