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  • Tudo o que você precisa saber sobre o Edital Coletivos 2026-2027

    Tudo o que você precisa saber sobre o Edital Coletivos 2026-2027

    Com o objetivo de impulsionar a atuação de coletivos periféricos que trabalham em prol da causa da infância e adolescência, a Fundação Abrinq está com um edital aberto para selecionar os próximos grupos que contarão com seu apoio técnico e financeiro por 22 meses. O processo seletivo contempla coletivos das regiões Norte e Sudeste, que poderão se inscrever até o dia 31 de agosto.

    Clique aqui para acessar o edital, ler o regulamento e fazer a sua inscrição.

    Laura, integrante do Coletivo Futuro Brilhante, que atua em Belém – PA e foi conveniado ao Projeto Coletivos no último ciclo, explica a importância de os grupos periféricos participarem: “É uma grande oportunidade para todos os projetos que se inscrevem, não só financeira, mas de se reorganizar como estrutura mesmo, e também de se reestruturar emocionalmente consigo mesmo, tendo novas oportunidades e novos networks”.

    Para facilitar a inscrição dos coletivos interessados, a Fundação Abrinq compilou as principais dúvidas que podem surgir durante o processo. Confira abaixo as respostas para as perguntas mais frequentes sobre o Edital Coletivos 2026-2027:

    Quais são as características necessárias para considerar um coletivo apto ao edital?

    Os coletivos com os quais a Fundação Abrinq já trabalha possuem determinadas características, tais como: os integrantes são voluntários que desenvolvem o trabalho de forma não remunerada; os integrantes não possuem cargos, de modo que o coletivo opera de forma horizontal; os coletivos costumam não possuir CNPJ, mas alguns de seus integrantes possuem MEI; alguns coletivos não possuem sede, atuando de forma itinerante; alguns coletivos possuem sedes em locais ocupados para fins culturais; os coletivos costumam não registrar de forma burocrática as crianças e os adolescentes que beneficiam; os coletivos costumam não possuir mantenedoras ou outras formas de financiamento, realizando suas atividades a partir das contribuições individuais dos próprios voluntários.

    O município de atuação do meu coletivo não está na lista disponível no edital. Podemos participar mesmo assim?

    Não. Para esse edital, serão selecionados somente coletivos com atuação em municípios pertencentes às regiões listados no edital. O projeto faz um rodízio de territórios, de modo a contemplar todas as regiões do país a cada dois anos. Ou seja, para este edital, apenas poderão participar os coletivos do Norte e Sudeste, mas as outras regiões serão contempladas nos próximos editais, então fique atento.

    Meu coletivo tem um CNPJ. Posso participar?

    Sim. Coletivos com CNPJ e/ou que possuam integrantes com MEI ativo podem participar do edital de seleção de novos coletivos.

    Somos uma Organização da Sociedade Civil (OSC), podemos concorrer com um projeto?

    Geralmente não. Vai depender do nível de formalização da organização. Quanto mais estruturada, menores são as chances de aprovação. A Fundação Abrinq compreende que o entendimento acerca do que é um coletivo é bastante particular.

    O meu coletivo não possui CNPJ e ainda não possui MEI. Preciso registrar um MEI antes da inscrição ou só quando o projeto for contemplado?

    Caso o coletivo não possua CNPJ ativo, não é necessário registrar um MEI para efetuar a inscrição. Coletivos que, no momento, não possuem CNPJ ou MEI ativo poderão se inscrever, mas é importante levar em consideração que, caso selecionado, o seu coletivo precisará ter algum integrante com um MEI ativo.

    Caso preencha no ato da inscrição que não possuo nem CNPJ nem MEI, estarei me prejudicando na pré-seleção?

    Não.

    Quando sairá o resultado?

    As inscrições ficarão abertas até dia 31 de agosto e, após essa fase, os coletivos inscritos ainda passaram por um processo de avaliação. A previsão é que os grupos selecionados sejam divulgados no dia 12 de dezembro de 2025.

    Meu coletivo trabalha com diferentes frentes de atuação. É necessário escolher apenas uma?

    Não. O apoio da Fundação Abrinq é para o coletivo em si, não sendo necessária a escolha de uma frente apenas no edital.

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  • Conheça a história da Bruna e veja como uma doação faz a diferença

    Conheça a história da Bruna e veja como uma doação faz a diferença

    Esta é a história da Bruna*, uma adolescente de 14 anos, moradora de Serra – ES, que reencontrou a alegria da juventude graças ao apoio dos doadores da Fundação Abrinq. Seja um você também e comece a transformar vidas.

    Bruna vive com os pais e duas irmãs mais novas em uma situação de vulnerabilidade social. A renda da família é limitada, e, durante muito tempo, ela e a irmã de 11 anos precisaram se revezar para cuidar da caçula, de apenas 2 anos. Esse tipo de responsabilidade, quando recai sobre crianças e adolescentes, configura o que é chamado de trabalho infantil doméstico e pode afetar profundamente o desenvolvimento, a educação e o bem-estar de quem vive essa realidade.

    Foi isso o que aconteceu com a Bruna. Ela começou a faltar às aulas, teve dificuldades no aprendizado e chegou até a se isolar dos colegas. Estava insegura, não sabia ler ou escrever com fluência, nem se expressar em grupo. Foi nesse momento que a rede de apoio da Fundação Abrinq entrou em ação.

    Graças à Rede de Atendimento Integrado à Criança e ao Adolescente, organização apoiada pela Fundação Abrinq com ajuda dos seus doadores, a Bruna passou a frequentar oficinas socioeducativas e encontros temáticos. Também recebeu apoio individual e passou a ser acompanhada de perto pela equipe da organização, que buscou, junto à rede pública, uma vaga em creche para a irmã mais nova. A conquista dessa vaga foi essencial pois, com a irmã na escola em tempo integral, a Bruna pôde voltar a estudar e a participar regularmente das atividades.

    Hoje, ela já é outra adolescente: está aprendendo novas habilidades nos cursos de padaria e beleza, e se permite sonhar com um futuro diferente. Com as intervenções da organização, tanto a Bruna quanto a família dela já conseguem enxergar o quanto a situação de trabalho infantil estava prejudicando a adolescente.

    “A nossa organização e a Fundação Abrinq viabilizaram articulações importantes com equipamentos do Sistema de Garantia de Direitos, assegurando o acompanhamento psicossocial da adolescente e de sua família, e contribuindo diretamente para o fortalecimento de sua cidadania, construção de um futuro com mais oportunidades e superação das violações de direitos vividas anteriormente”, conta Maria da Penha, da coordenação administrativa da Rede de Atendimento Integrado à Criança e ao Adolescente.

    Nada disso seria possível sem a contribuição de pessoas que se importam com a causa da Fundação Abrinq. Clique aqui para se tornar um doador e mude a vida das crianças e dos adolescentes que mais precisam, como a Bruna.

    *Nome e imagem fictícios para preservar a identidade da adolescente.

  • Fundação Abrinq participa de seminário sobre o novo Plano Nacional de Educação

    Fundação Abrinq participa de seminário sobre o novo Plano Nacional de Educação

    No dia 17 de junho, a Fundação Abrinq marcou presença no Seminário Estadual de São Paulo para debater o novo Plano Nacional de Educação (PNE) – decênio 2024-2034. Realizado na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), o evento foi promovido pela Câmara dos Deputados, sob a liderança da deputada federal Tabata Amaral, presidente da comissão.

    A convite da deputada, a Fundação Abrinq foi representada por Ana Medeiros e Cassia Moraes, líderes de programas e projetos de Educação. A participação demonstra o compromisso da organização com a pauta educacional e sua atuação na defesa dos direitos de crianças e adolescentes em todo o país.

    “Estar presente em um debate dessa magnitude demonstra o nosso reconhecimento como referência na promoção da Educação como direito fundamental e instrumento de transformação social”, afirma Victor Graça, superintendente da Fundação Abrinq.

    Discussões sobre o futuro da Educação

    O seminário reuniu representantes da sociedade civil, profissionais da Educação, gestores públicos e especialistas para discutir propostas e metas do novo PNE. Durante o encontro, os participantes apresentaram contribuições relacionadas à ampliação do acesso à educação de qualidade, à valorização dos profissionais da área e à redução das desigualdades educacionais.

    Ana Medeiros e Cássia Moraes acompanharam as discussões como ouvintes, com atenção especial às proposições voltadas à primeira infância, ao ensino fundamental e à proteção de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade.

    “A Educação é um dos pilares do desenvolvimento integral e uma prioridade absoluta na nossa atuação. Estar próximo dos debates sobre o novo plano decenal é essencial para seguirmos contribuindo com políticas públicas mais justas, inclusivas e eficientes”, reforça Victor Graça.

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    A atuação da Fundação Abrinq

    Para garantir que crianças e adolescentes no Brasil tenham acesso à Educação de qualidade, a Fundação Abrinq conta com programas e projetos que impactam desde os primeiros anos de vida até o final da adolescência. Conheça-os abaixo:

    Projeto Alfabetiza

    Qualifica as práticas pedagógicas em escolas de ensino fundamental – anos iniciais, na utilização de metodologias de ensino de alfabetização e letramento, a fim de contribuir com o desenvolvimento das crianças.

    Saiba mais aqui.

    Projeto Brincar

    Contribui com as práticas pedagógicas da educação infantil e do ensino fundamental ao implantar o uso da ferramenta do brincar e novas metodologias.

    Saiba mais aqui.

    Projeto A Árvore

    Incentiva nas escolas os temas direitos humanos e direitos das crianças e dos adolescentes por meio da arte-educação.

    Saiba mais aqui.

    Projeto Mudando a História

    Potencializa o protagonismo juvenil por meio da prática de mediação de leitura em espaços da comunidade.

    Saiba mais aqui.

    Projeto Construindo Futuros

    Promove o desenvolvimento de projetos de vida dos estudantes do 9º ano – anos finais, a fim de subsidiar a escolha dos itinerários formativos na transição para o ensino médio reduzindo a evasão escolar.

    Saiba mais aqui.

    Programa Creche para Todas as Crianças

    Aumenta o acesso, melhorar a infraestrutura e contribuir com a qualidade do atendimento em unidades de educação infantil, tendo em vista o desenvolvimento das crianças.

    Saiba mais aqui.

  • Crianças revitalizam espaço de convivência em Porto Alegre com apoio da Fundação Abrinq

    Crianças revitalizam espaço de convivência em Porto Alegre com apoio da Fundação Abrinq

    Um espaço antes abandonado ganhou nova vida pelas mãos e ideias das próprias crianças da Vila Pedreira, zona sul de Porto Alegre – RS. Ao longo de um ano e meio, os pequenos participantes do coletivo A Pezito, parceiro da Fundação Abrinq, atuaram para transformar um terreno ocioso em um local de brincadeiras, encontros e natureza.

    O resultado foi a Pracinha da Pedreira, projeto realizado em parceria com o coletivo A Pezito e a Associação de Moradores Força Maior da Pedreira, a partir do apoio financeiro da Fundação Abrinq. “Foi uma conquista para nós, porque as outras pracinhas são muito, muito longe”, explica Luan, de 12 anos.

    A ação teve como objetivo principal consolidar um espaço seguro e inclusivo para o brincar e o convívio comunitário. Desde o início, as crianças foram protagonistas, mapeando o território, identificando demandas da vizinhança, visitando outras praças da cidade para ampliar o repertório e até entrevistando os moradores para ouvir seus desejos.

    apezito

    Todo esse processo alimentou a criação conjunta do projeto, que resultou na definição das intervenções: brinquedos, mobiliário urbano e elementos naturais. “Eu lembro que, quando a gente estava construindo a pracinha, a gente fez uma atividade de desenhar, de fazer como que ela ia ser”, rememora Milena, de 6 anos.

    O espaço foi pensado para favorecer a autonomia, o vínculo com a natureza e o protagonismo infantil, e contou com materiais que foram, em grande parte, reaproveitados de mobiliários antigos doados pela Prefeitura de Porto Alegre, garantindo sustentabilidade à intervenção. “Antes era tudo mato, tudo pedra. Um monte de cocô de cachorro. Mas agora tem trepa-trepa, tem escorrega, tem bebedouro para tomar água, tem areia, tem banco, tem escalada”, conta Joaquim, de 7 anos.

    Já Sophia, de 11 anos, resume: “A gente resolveu fazer neste lugar porque tem uma escada e dá para ver direitinho o pôr do sol, a vila toda. Fica bem bonito este lugar. Foi com muito amor e carinho”. Assim, a Pracinha da Pedreira mostrou como a escuta ativa das crianças pode gerar transformações reais no território.

    Edital Coletivos 2026-2027

    Com objetivo de apoiar mais coletivos periféricos e dar oportunidades para que realizem ações em benefício de crianças e adolescentes, como no caso do coletivo A Pezito, a Fundação Abrinq está com um edital de parceria aberto até às 23h59 do dia 31 de agosto de 2025. Os coletivos selecionados receberão apoio técnico, administrativo e financeiro da Fundação Abrinq por 22 meses.

    Não perca! Acesse o site do edital, leia o regulamento e faça a sua inscrição.

  • Como o trabalho infantil perpetua o ciclo da pobreza?

    Como o trabalho infantil perpetua o ciclo da pobreza?

    O trabalho infantil é uma violação dos direitos das crianças e dos adolescentes e uma das principais barreiras para a superação da pobreza no Brasil. Apesar de avanços ao longo das últimas décadas, ainda há milhões de meninos e meninas submetidos a atividades que comprometem sua saúde, segurança e educação. Além de impedir o pleno desenvolvimento de quem deveria estar na escola e em ambientes de proteção, o trabalho precoce alimenta um ciclo de pobreza que se repete de geração em geração.

    O impacto do trabalho infantil no desenvolvimento

    Quando uma criança ou um adolescente é inserido precocemente no mercado de trabalho, diversos prejuízos se acumulam ao longo da sua trajetória. A evasão escolar, o atraso no aprendizado e a exposição a ambientes inadequados afetam diretamente suas chances de concluir os estudos, conquistar um emprego digno no futuro e romper com as condições que o colocaram em situação de vulnerabilidade.

    Sem acesso à Educação de qualidade, a perspectiva de melhoria de vida diminui. Ao chegar à vida adulta, a vítima enfrenta maiores dificuldades para conseguir boas oportunidades de trabalho, perpetuando a precariedade e a exclusão social em suas famílias e comunidades.

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    Romper o ciclo exige proteção, escola e oportunidades

    Combater o trabalho infantil exige uma atuação integrada entre diferentes setores da sociedade. Isso inclui garantir acesso à Educação, apoio às famílias em situação de vulnerabilidade, fortalecimento da rede de proteção e geração de renda para os responsáveis legais das crianças e dos adolescentes.

    Mais do que apenas tirá-los do trabalho, é necessário oferecer alternativas seguras e sustentáveis, com investimento em políticas públicas que promovam a inclusão social, a permanência na escola e o acesso a direitos básicos.

    A atuação da Fundação Abrinq

    Comprometida com a defesa dos direitos da infância e da adolescência, a Fundação Abrinq atua há mais de 30 anos para enfrentar o trabalho infantil por meio de ações diretas, articulação com políticas públicas e mobilização social.

    Entre as iniciativas, destaca-se o Programa Empresa Amiga da Criança, que mobiliza empresas a adotarem práticas responsáveis, fiscalizarem sua cadeia produtiva e investirem em projetos sociais voltados à proteção de meninos e meninas.

    A Fundação Abrinq também desenvolve a campanha Não ao Trabalho Infantil, com a finalidade de conscientizar e mobilizar a sociedade sobre os males do trabalho precoce para crianças e adolescentes.

    Acesse aqui o site da campanha.

  • A importância do acompanhamento pediátrico nos primeiros anos de vida

    A importância do acompanhamento pediátrico nos primeiros anos de vida

    O início da vida é um período decisivo para o desenvolvimento físico, cognitivo, emocional e social de toda criança. Do nascimento até os primeiros anos de vida, cada cuidado faz diferença, e o acompanhamento pediátrico é um dos mais importantes. Consultas regulares ao pediatra permitem identificar possíveis alterações no desenvolvimento infantil, prevenir doenças, orientar pais e responsáveis e garantir que meninas e meninos cresçam com saúde e segurança.

    Mais do que tratar doenças, o acompanhamento pediátrico atua de forma preventiva. É nesse espaço que o profissional avalia o ganho de peso e altura da criança, atualiza o calendário vacinal, observa o desenvolvimento neuropsicomotor, orienta sobre aleitamento materno, introdução alimentar, sono, higiene, entre outros aspectos essenciais do crescimento saudável.

    Por que o acompanhamento nos primeiros anos é tão essencial?

    Os primeiros mil dias de vida – da gestação até os 2 anos de idade – são considerados uma janela de oportunidades para o desenvolvimento integral da criança. Nesse período, o cérebro se desenvolve rapidamente e cada estímulo, cuidado e intervenção precoce pode impactar positivamente toda a trajetória de vida.

    O acompanhamento pediátrico adequado ajuda a:

    • Prevenir e tratar precocemente doenças comuns na infância;
    • Identificar sinais de atraso no desenvolvimento;
    • Oferecer orientações sobre nutrição, vacinação, higiene e segurança;
    • Apoiar o fortalecimento do vínculo familiar e do cuidado responsivo;
    • Reduzir a mortalidade infantil, especialmente em situações de vulnerabilidade.

    Infelizmente, muitas crianças no Brasil ainda têm o acesso dificultado a serviços básicos de saúde, inclusive ao acompanhamento pediátrico, especialmente em regiões mais vulneráveis.

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    O Programa 1000 Dias e a atuação da Fundação Abrinq

    Comprometida com o direito à Saúde e ao desenvolvimento integral na primeira infância, a Fundação Abrinq desenvolve o Programa 1000 Dias, que promove ações específicas desde a gestação até os 2 anos de idade da criança.

    Para contemplar todas as fases de desenvolvimento durante os primeiros mil dias de vida da criança, o programa trabalha em duas frentes principais:

    Gestação, nascimento até primeiro ano de vida

    Tem o propósito de aprimorar os cuidados em Saúde com gestantes, puérperas e o desenvolvimento de crianças até 1 ano de idade. Entre as ações previstas nesta frente estão:

    • Aprimorar o conhecimento dos profissionais nos temas relacionados ao cuidado da saúde das gestantes, puérperas e o desenvolvimento infantil;
    • Formar um grupo de trabalho com gestores de Saúde, Educação e Assistência para o desenvolvimento de ações integradas;
    • Estimular as unidades de Saúde para a realização de oficinas orientativas para gestantes e puérperas sobre os cuidados em saúde;
    • Divulgar campanhas sobre a Semana Mundial de Aleitamento Maternos e Vacinação.

    Primeiro ao segundo ano de vida

    Tem o propósito de aprimorar práticas que contribuem com o desenvolvimento infantil nas creches participantes do projeto, com foco em educação alimentar e nutricional. Entre as ações previstas nesta frente estão:

    • Aprimorar os conhecimentos dos profissionais da Educação, Assistência Social e agentes comunitários de Saúde nos temas relacionados ao desenvolvimento infantil;
    • Estimular a realização de atividades de Educação Alimentar e Nutricional nas creches;
    • Realizar avaliação antropométrica das crianças matriculadas nas creches para identificar desvios nutricionais (baixo/muito baixo peso e sobrepeso/obesidade).

    Por meio dessas ações, o Programa 1000 Dias contribui diretamente para fortalecer a atenção à saúde da criança e prevenir riscos que possam comprometer seu desenvolvimento, ajudando a transformar realidades desde os primeiros passos da vida.

  • Fundação Abrinq lança edital para apoiar coletivos periféricos em 2026 e 2027

    Fundação Abrinq lança edital para apoiar coletivos periféricos em 2026 e 2027

    A partir de hoje, 10 de junho, até o dia 31 de agosto, coletivos periféricos que atendam gratuitamente crianças e adolescentes terão a oportunidade de se inscrever em um processo seletivo para se conveniarem à Fundação Abrinq. A iniciativa faz parte do Projeto Coletivos, que fortalece os grupos periféricos a partir de repasses financeiros mensais, apoio técnico e troca de experiências.

    Acesse o edital e faça a inscrição do seu coletivo aqui.

    Poderão participar os coletivos atuantes em estados das regiões Norte e Sudeste do país, exceto Pará e Rio de Janeiro. A Fundação Abrinq selecionará no mínimo três coletivos atuantes nas capitais ou em suas respectivas regiões metropolitanas em cada estado (para o caso de São Paulo, além da capital, mais cinco regiões metropolitanas poderão participar), que ficarão conveniados pelo período de 22 meses entre 2026 e 2027.

    Confira abaixo as respostas para as principais perguntas relacionadas ao processo seletivo e ao convênio. Para saber mais, não deixe de ler o edital completo.

    Quem pode participar?

    Estão habilitados a participar coletivos que atendam gratuitamente crianças e adolescentes nas regiões metropolitanas de Boa Vista – RR, Macapá – AP, Manaus – AM, Palmas – TO, Porto Velho – RO, Rio Branco – AC, Belo Horizonte – MG, Vitória – ES, São Paulo – SP, Campinas – SP, Vale do Paraíba e Litoral Norte – SP, Baixada Santista – SP, Jundiaí – SP, Piracicaba – SP e Sorocaba – SP.

    Como funciona o processo seletivo?

    O processo seletivo contará com as etapas de inscrição até 31 de agosto, de análise das inscrições e realização de entrevistas até 28 de novembro e de divulgação dos resultados no dia 12 de dezembro.

    O que os coletivos selecionados ganham?

    Os coletivos selecionados para participarem do ciclo 2026-2027 do Projeto Coletivos contarão com o apoio da Fundação Abrinq por 22 meses, recebendo repasses financeiros de R$ 1.100,00 ou R$ 2.200,00 mensalmente, apoio técnico para aprimoramento das próprias atividades e oportunidades de troca de experiências, capacitações e eventos.

    Onde podem ser feitas as inscrições?

    As inscrições podem ser feitas clicando aqui. Neste link, também é possível conferir todas as regras do edital, para que não fique nenhuma dúvida sobre o funcionamento do processo seletivo e de convênio.

    Como entrar em contato com a Fundação Abrinq?

    Caso queira falar com a Fundação Abrinq para tirar alguma dúvida, por exemplo, basta escrever um e-mail para edital.coletivos@fadc.org.br, ligar para o telefone (11) 3848-4871 ou enviar um WhatsApp para o número (11) 99923-1158.

    Projeto Coletivos

    O Projeto Coletivos é uma das iniciativas da Fundação Abrinq, organização sem fins lucrativos e apartidária que, desde 1990 atua pela causa da infância e adolescência no Brasil. O projeto tem como principal objetivo fortalecer coletivos periféricos que promovem os direitos e a cidadania de crianças e adolescentes, a partir de um assessoramento financeiro e técnico.

  • Organizações parceiras realizam ações de proteção com crianças e adolescentes

    Organizações parceiras realizam ações de proteção com crianças e adolescentes

    Entre os meses de abril e junho, organizações da sociedade civil parceiras da Fundação Abrinq mobilizaram-se para prevenir e enfrentar a violência sexual e doméstica contra crianças e adolescentes. As ações integram a campanha Pode Ser Abuso, promovida pela Fundação Abrinq com o objetivo de fortalecer a rede de proteção e ampliar os conhecimentos sobre o tema junto aos profissionais que atuam diretamente com meninos e meninas em situação de vulnerabilidade.

    As atividades foram desenvolvidas como parte do Programa Nossas Crianças, com a participação de instituições integrantes da Rede Nossas Crianças, além de organizações conveniadas e convidadas.

    Formação e mobilização para o enfrentamento da violência

    A ação foi estruturada em cinco etapas. A primeira contou com a realização de formações online, entre os dias 22 e 30 de abril, voltadas a profissionais das organizações participantes. Ao todo, mais de 130 representantes acompanharam os encontros, organizados em três módulos: conceitos e tipos de violência, funcionamento da rede de proteção e estratégias de escuta e prevenção junto às crianças e os adolescentes.

    Com base nas formações, cada organização elaborou um plano de ação, construído de forma colaborativa, com propostas para aplicar os conteúdos no cotidiano de atendimento às crianças, aos adolescentes e, quando possível, também às suas famílias.

    Começando no dia 19 de maio e com previsão de ir até o dia 13 de junho, os planos começaram a sair do papel. As organizações deram início à etapa mais importante: a realização das atividades com os públicos atendidos. As ações pedagógicas estão sendo desenvolvidas a partir de diferentes linguagens artísticas, como teatro, literatura, música, dança, artes visuais e audiovisual.

    O objetivo principal foi criar espaços de diálogo e aprendizado sobre os direitos das crianças, a autoproteção e a importância de romper o silêncio diante de qualquer tipo de violência.

    Compartilhamento de boas práticas

    As atividades seguem até meados de junho e, ao final, todas as organizações participantes serão convidadas para um seminário de boas práticas, com a presença do Coletivo Mulher Vida, que ministrou a ação formativa do início. O encontro será um espaço de troca de experiências, compartilhamento de aprendizados e fortalecimento coletivo da rede de proteção.

    Com a campanha Pode Ser Abuso, a Fundação Abrinq segue com seu compromisso com a proteção integral de crianças e adolescentes, promovendo conhecimento, articulação e mobilização junto a quem está na ponta do atendimento.

    Veja o que as participantes disseram sobre as ações

    “As atividades propostas durante a campanha nos permitiram ampliar o olhar sobre os sinais de abuso, reforçar a importância da escuta ativa, da proteção e do acolhimento, além de nos instrumentalizar para agir de forma mais assertiva em casos de suspeita. Foi um processo de conscientização não apenas para os profissionais, mas também para as crianças, famílias e toda a comunidade atendida pelo projeto.”

    Rosiete, do Centro de Promoção da Vida de Crianças e Adolescente, em São Luís – MA

     

    “As formações foram importantes pois deu para rever e aprofundar alguns conceitos e leis e aprender e compartilhar práticas pedagógicas entre as instituições. Uma coisa que observei e achei interessante é como vocês utilizam o recurso online ao favor da dinamização da abordagem remota. Sabemos que às vezes dispersa e a forma como foi pensada incentivou a participação dos presentes.”

    Natalia, da Casa Pequeno Davi, em João Pessoa – PB

     

    “Poderia dizer que a formação deste ano foi bastante eficiente, com conteúdo e metodologias importantes e profundos. O conhecimento profundo sobre a violência e, principalmente, qual o sintoma que ela apresenta provocou impacto e alerta acerca de vários atendidos do CCA. A proposta de discutir o tema com as famílias envolveu algumas mães que se motivaram a relatar situações que já vivenciaram ou observaram acontecer com entes queridos.”

    Daniela, da Associação Cristã de Moços de São Paulo – Leide Das Neves, em São Paulo – SP

     

    “A formação sobre violência doméstica e sexual, em parceria com o Coletivo Mulher Vida, foi muita rica para a nossa equipe. O seminário de práticas exitosas, no dia 27 de junho, mesmo sendo online, foi muito acolhedor, potente, cheio de troca verdadeira. As professoras Herlene Hilze e Neidiane Mercês participaram com tanto empenho que foi bonito de ver. Conduziram as ações com acessibilidade incrível.”

    Aysha, do Grupo de Mães Nossa Senhora do Amparo, em Camaçari – BA

     

    “O curso foi muito útil para que eu pudesse entender os procedimentos após o diagnóstico de violência e abuso. Em minha rotina já sabia como escutar e acolher as crianças nessa situação, mas não era tão claro o passo a passo do que fazer após essa etapa. Nesse sentido foi muito importante a formação.”

    Melina, do Instituto André Franco Vive, em São Paulo – SP

     

    “Durante minha participação na formação promovida pelo Programa Nossas Crianças na campanha Pode Ser Abuso, tive a oportunidade de ampliar significativamente meu entendimento sobre a proteção infantil, os sinais de abuso e as estratégias eficazes de prevenção. A formação foi extremamente enriquecedora, tanto no aspecto teórico quanto prático. Ela me fez refletir profundamente sobre nosso papel na rede de proteção, reforçou meu compromisso com a causa e me capacitou para agir de maneira mais assertiva e humana diante de situações que envolvam crianças e adolescentes em risco.”

    Maria Ivaneide, da Ação Social Esperança e Vida (ASEVI), em Pesqueira – PE

  • Fundação Abrinq promove ações lúdicas em São Paulo e Sergipe durante a Semana Mundial do Brincar 2025

    Fundação Abrinq promove ações lúdicas em São Paulo e Sergipe durante a Semana Mundial do Brincar 2025

    Entre os dias 26 de maio e 3 de junho, a Fundação Abrinq participou da Semana Mundial do Brincar 2025, que este ano trouxe o tema “Proteger o Encantamento das Infâncias”. A iniciativa, promovida anualmente em diversos países, busca sensibilizar a sociedade sobre a importância do brincar na infância.

    A Fundação Abrinq somou-se a essa mobilização por meio de uma série de atividades realizadas em escolas e espaços públicos, envolvendo diretamente milhares de crianças, educadores e famílias. A programação foi pensada para proporcionar vivências lúdicas que estimulassem a imaginação, a criatividade e o convívio social, valorizando o brincar como uma linguagem própria da infância e uma prática indispensável para seu crescimento saudável.

    Foto das crianças participando de atividade de contação de histórias na Semana Mundial do Brincar

    Na cidade de São Paulo, a Fundação organizou ações em Centros Educacionais Unificados (CEUs) e Escolas Municipais de Educação Infantil (EMEIs), especialmente nas unidades que integram o Projeto Brincar. Mais de 2 mil estudantes participaram de atividades culturais, como apresentações teatrais com fantoches e sessões de contação de histórias, pensadas para enriquecer o cotidiano escolar e promover momentos de diversão para as crianças da educação infantil.

    Além das ações na capital paulista, a Fundação Abrinq também apoiou uma programação especial no município de Neópolis, em Sergipe, em parceria com a Secretaria de Esporte e a Secretaria de Educação. Durante a Semana Mundial do Brincar, as unidades de Educação Infantil e Ensino Fundamental promoveram gincanas, brincadeiras tradicionais e atividades recreativas que envolveram toda a comunidade escolar. A programação se estendeu a praças e centros comunitários, que foram transformados em ambientes lúdicos, acolhedores e propícios à socialização entre as crianças.

    Foto das crianças participando de atividade de contação de histórias na Semana Mundial do Brincar

    O direito ao brincar é garantido pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e deve ser promovido e protegido por toda a sociedade, envolvendo educadores, famílias, gestores públicos e organizações sociais. A prática favorece o desenvolvimento físico, emocional, social e cognitivo das crianças, além de estimular a autonomia, a criatividade e a capacidade de resolver problemas, aspectos fundamentais para a formação de cidadãos críticos e participativos. Por isso, promover o direito ao brincar é também investir em uma infância mais plena e saudável.

    Assim, com o objetivo de apoiar escolas, famílias e profissionais da educação na promoção de práticas lúdicas, a Fundação Abrinq mantém um site exclusivo com conteúdos relacionados ao tema, sugestões de atividades e materiais para download. Acesse clicando aqui.

  • Fundação Abrinq reúne especialistas e empresas para lançar estudo sobre ESG e impacto social

    Fundação Abrinq reúne especialistas e empresas para lançar estudo sobre ESG e impacto social

    Na última quarta-feira (4), a sede da Fundação Abrinq, em São Paulo – SP, foi palco de um importante encontro sobre responsabilidade social empresarial. Na ocasião, foi lançada a pesquisa Agenda ESG e o Impacto Social das Empresas, realizada pela organização entre agosto e novembro de 2024 com companhias de diferentes portes e setores.

    O evento contou com a presença de convidados especiais, como Synésio Batista da Costa, presidente da Fundação Abrinq, que fez a abertura do encontro. Também participaram Victor Graça, superintendente da Fundação Abrinq; Victor Seravalli, da Seravalli Consulting e conselheiro da organização; Elizabeth Carvalhaes, conselheira e integrante do Comitê de ESG da Fundação Abrinq; e Nicole Hoedemaker, da Associação Paulista de Fundações.

    Durante as falas, os participantes destacaram o papel crescente do ESG nas estratégias corporativas e reforçaram o protagonismo das empresas como agentes de transformação social. O lançamento foi acompanhado por representantes de instituições como Instituto Riopae, GIFE, Grant Thornton, Fiesp, Instituto Camargo Corrêa, IDIS, Sesi SP, PSM Company, Fundação Matias Machline, Nuno Fracht, Instituto BRK e Blue3 Investimentos.

    Foto do evento de lançamento da publicação Agenda ESG e o Impacto Social das Empresas

    “Cada vez mais, vemos companhias que integram o ESG como parte da sua estratégia de negócios, e que percebem como essas ações contribuem não apenas para a sociedade, mas também para o fortalecimento de suas marcas”, afirma Victor Graça.

    Além de apresentar os principais dados do estudo, o encontro foi um espaço para troca de experiências e reflexões sobre como o setor empresarial pode ampliar seu impacto social de forma estruturada e sustentável.

    Principais resultados da pesquisa

    O levantamento revelou que 90,1% das empresas brasileiras conhecem o conceito de ESG e que 89% já desenvolvem ações sociais dentro dessa agenda. Além disso, 95,7% reconhecem que essas iniciativas fortalecem a imagem institucional. O desejo de contribuir com a sociedade (88,5%) e a crença na causa (80,8%) estão entre os principais motivadores para o engajamento das companhias.

    A pesquisa também mostrou que todas as empresas participantes afirmam conhecer o conceito de ação social, sendo que 76,5% apoiam organizações da sociedade civil e 19,8% desenvolvem seus próprios projetos. Apenas 3,7% declararam não realizar ações sociais, todas por falta de recursos.

    Foto do evento de lançamento da publicação Agenda ESG e o Impacto Social das Empresas

    Entre os públicos mais beneficiados pelas ações das empresas estão crianças e adolescentes (90,4%), jovens (54,5%) e famílias e comunidades (50,6%). Os temas mais apoiados incluem Educação (71,2%), Meio Ambiente (55,8%) e Saúde (49,4%). A principal forma de apoio é a doação financeira direta (89,5%), seguida por doações de itens (50%), produtos próprios (26,6%) e ações de voluntariado (19,4%).

    Outro destaque é que 96,9% das empresas afirmam confiar nas organizações da sociedade civil e 98,1% acreditam ter um papel ativo na transformação social. A pesquisa também identificou que 53,1% das empresas conhecem os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e, entre essas, 77,9% os utilizam para planejar suas ações sociais.

    Clique aqui para saber todos os resultados da pesquisa na publicação Agenda ESG e o Impacto Social das Empresas.