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  • Mais de 5 milhões de crianças e adolescentes vivem em favelas e comunidades urbanas no Brasil

    Mais de 5 milhões de crianças e adolescentes vivem em favelas e comunidades urbanas no Brasil

    A edição do Cenário da Infância e Adolescência no Brasil 2025, divulgada pela Fundação Abrinq, revela que 31,5% da população residente em favelas e comunidades urbanas no país é composta por crianças e adolescentes com até 19 anos. Em números absolutos, isso representa 5,1 milhões de meninas e meninos vivendo nessas áreas, segundo dados do Censo Demográfico de 2022, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

    Em comparação com 2010, o número de crianças e adolescentes nessas moradias aumentou em cerca de 800 mil, passando de 4,3 milhões para 5,1 milhões em pouco mais de uma década. O dado reforça a urgência de políticas públicas específicas para essa parcela da população, que enfrenta condições habitacionais precárias, maior exposição à violência e limitações de acesso a serviços essenciais como educação, saúde e saneamento básico. 

    A região Norte do país apresentou o maior crescimento proporcional de moradores em favelas e comunidades urbanas entre 2010 e 2022, passando de 11,7% para 18,9% da população local. Já no cenário nacional, a proporção de pessoas vivendo nessas condições cresceu de 6% para 8,1% no mesmo período. 

    Esse crescimento, somado à significativa presença de crianças e adolescentes nesses territórios, demonstra a necessidade de uma atuação prioritária e articulada do poder público.

    A Fundação Abrinq acredita que o enfrentamento das vulnerabilidades sociais exige uma atuação conjunta entre governo, organizações da sociedade civil e iniciativa privada. Por isso, além de monitorar indicadores e produzir conhecimento sobre a realidade da infância e adolescência no Brasil, a organização também atua diretamente com programas, projetos e articulações para transformar realidades e proteger o futuro de milhares de meninas e meninos. 

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    A atuação da Fundação Abrinq 

    Para atender crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social, a Fundação Abrinq atua em diferentes regiões do Brasil por meio de seus programas e projetos. Conheça alguns deles: 

    Projeto Coletivos 

    O Projeto Coletivos, desenvolvido pela Fundação Abrinq, é uma das iniciativas que atuam diretamente na redução das desigualdades enfrentadas por crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. Por meio de suas ações, o projeto fortalece coletivos periféricos e apoia a criação de redes comunitárias que promovem o protagonismo juvenil, o acesso a direitos e o desenvolvimento de habilidades socioemocionais. Por meio de oficinas, formações, eventos culturais e ações de mobilização, o Coletivos contribui para ampliar as oportunidades e proteger meninas e meninos. 

    Conheça mais sobre o projeto 

    Programa Nossas Crianças 

    Já o Programa Nossas Crianças é voltado ao fortalecimento de organizações da sociedade civil que atuam diretamente com crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. Por meio de apoio técnico e financeiro, o programa contribui para o fortalecimento e até mesmo ampliação do atendimento ofertado às comunidades nas quais as organizações estão inseridas, fazendo com que crianças e adolescentes possam crescer em ambientes mais seguros, com apoio para superar barreiras sociais e alcançar seu pleno desenvolvimento. 

    Conheça mais sobre o programa

  • Dia Mundial do Livro: Fundação Abrinq realiza doações para incentivar a leitura entre crianças e adolescentes

    Dia Mundial do Livro: Fundação Abrinq realiza doações para incentivar a leitura entre crianças e adolescentes

    Celebrado hoje, 23 de abril, o Dia Mundial do Livro reforça a importância da leitura como instrumento de desenvolvimento, imaginação, aprendizado e construção de conhecimento. Para crianças e adolescentes, especialmente, o acesso a livros é essencial para estimular o gosto pela leitura desde cedo, apoiar o processo de alfabetização e ampliar horizontes. 

    No entanto, a realidade brasileira ainda é marcada pela desigualdade no acesso a materiais de leitura. Muitas crianças e muitos adolescentes que vivem em situação de vulnerabilidade social não têm livros em casa ou em seus ambientes comunitários, o que limita significativamente seu contato com a leitura. 

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    Doações para transformar realidades 

    Com o compromisso de garantir os direitos das crianças e dos adolescentes em todo o Brasil, a Fundação Abrinq realizou recentemente doações de cerca de 1,8 mil livros voltados a diferentes públicos e projetos, com o objetivo de ampliar o acesso à leitura em territórios marcados pela escassez de recursos. 

    A ação beneficiou três iniciativas da Fundação Abrinq, cada uma com foco específico, mas todas com um mesmo propósito: transformar histórias por meio da leitura. Confira abaixo: 

    Projeto Coletivos

    Os livros foram doados para ajudar na criação de bibliotecas comunitárias em diversas partes do país. As doações ocorreram por meio do Projeto Coletivos, com apoio do Projeto Mudando a História, e totalizaram 305 livros. 

    Saiba mais sobre o Projeto Coletivos aqui. 

    Projeto Alfabetiza

    Os exemplares doados irão apoiar o processo de alfabetização das crianças atendidas, contribuindo diretamente para o desenvolvimento das habilidades de leitura e escrita. Ao todo, 1.230 livros foram doados. 

    Saiba mais sobre o Projeto Alfabetiza aqui. 

    Projeto Mudando a História

    Neste caso, os livros serão utilizados nas atividades de mediação de leitura realizadas com as crianças e os adolescentes participantes, promovendo momentos de escuta, imaginação e vínculo. Foram 260 livros doados no total. 

    Saiba mais sobre o Projeto Mudando a História aqui. 

    As doações fazem parte do esforço contínuo da Fundação Abrinq em garantir que mais crianças e adolescentes tenham acesso ao conhecimento, à cultura e a oportunidades que favoreçam seu desenvolvimento integral. 

    Livros doados pela Fundação Abrinq para crianças e adolescentes no Dia Mundial do Livro

    5 livros para incentivar a leitura de crianças e adolescentes 

    Para celebrar o Dia Mundial do Livro, a Fundação Abrinq também preparou uma lista com cinco sugestões de leitura para crianças e adolescentes. Confira e clique no link para assistir um vídeo curto sobre cada um: 

  • Fundação Abrinq ajuda a pequena Renata a ler e escrever

    Fundação Abrinq ajuda a pequena Renata a ler e escrever

    Segundo os dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais de 9 milhões de indivíduos com mais de 15 anos no Brasil não sabem ler e escrever. Essa é uma fragilidade grave, pois não ser alfabetizado causa muitos impactos negativos ao longo das vidas das pessoas. 

    Sabendo disso, a Fundação Abrinq desenvolve o Projeto Alfabetiza, para melhorar as práticas pedagógicas nas escolas e garantir a alfabetização de crianças em situação de vulnerabilidade. Para entender melhor como o projeto funciona, conheça a seguir a história da Renata*. 

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    Aprendendo a ler e a escrever 

    Em 2024, a Renata, com apenas 6 anos, estava estudando em uma das escolas públicas de São Paulo – SP participantes do Projeto Alfabetiza. Quando a professora Sonize começou a ensiná-la, a criança estava em uma das primeiras etapas da alfabetização, tendo já alguma noção de que as palavras são formadas por partes menores – as sílabas -, mas sem entender que são formadas por uma junção de letras que formam um som específico. Isso quer dizer que, ao tentar escrever uma palavra com três sílabas, ela acreditava que precisava de três letras, normalmente as poucas que já conhecia, como as do próprio nome. 

    Dentro de alguns meses, participando das atividades de alfabetização criadas pela professora Sonize a partir do curso de formação dado pela Fundação Abrinq, como a construção de crachás para os alunos, a contação de cantigas populares e parlendas, a distribuição de livros para leitura compartilhada e o uso de fichas de leitura, Renata avançou rapidamente para uma etapa em que já conhecia muitas letras e algumas sílabas, quase conseguindo formar as palavras. A imagem abaixo mostra um exemplo da lição dela na época. 

    Foto da primeira lição de alfabetização feita pela Renata

    Apenas dois meses depois, já houve muitos avanços. Na imagem da esquerda, é possível notar que Renata apenas erra sílabas mais complexas, compostas por mais de duas letras. Já a lição da direita foi feita no final do ano, e mostra como a menina já conseguia reproduzir textos mais longos, como a canção O Sapo Não Lava o Pé. 

    Foto da segunda e da terceira lição de alfabetização feitas pela Renata

    Atualmente, a Renata consegue recitar trechos de livros, já conseguindo ler direitinho, até palavras um pouco mais difíceis. É perceptível o quanto as ações do Projeto Alfabetiza contribuíram para que ela aprendesse essa habilidade no tempo certo, abrindo portas para um futuro mais promissor a partir de agora. 

    Ajude a garantir uma infância melhor para crianças em vulnerabilidade social, como a Renata. Faça uma doação clicando aqui. 

    *Nome e imagem verdadeiros da criança alterados

  • Violência sexual contra crianças e adolescentes: dados alarmantes e a atuação da Fundação Abrinq

    Violência sexual contra crianças e adolescentes: dados alarmantes e a atuação da Fundação Abrinq

    No Brasil, milhares de crianças e adolescentes têm seus direitos violados diariamente em situações de violência sexual. O cenário é grave, preocupante e exige atenção, informação e ação. Segundo dados do Ministério da Saúde, somente em 2023 foram registradas 57.698 notificações de violência sexual contra pessoas de até 19 anos de idade no país — o que equivale a uma média de 158 casos por dia. 

    Veja outros números sobre a violência sexual contra crianças e adolescentes no Brasil aqui. 

    É importante notar que a violência sexual contra crianças e adolescentes representou 73,5% do total de casos notificados de violência sexual no Brasil em 2023. Desses, 87,1% das vítimas eram meninas, e, nesses casos, 67,4% das agressões ocorreram dentro da própria casa, revelando que o agressor, muitas vezes, é alguém próximo ou conhecido da família. 

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    O que a Fundação Abrinq faz para enfrentar esse cenário? 

    Diante dessa realidade, a Fundação Abrinq mantém uma atuação contínua e estratégica para prevenir e enfrentar a violência sexual contra crianças e adolescentes em diferentes frentes. 

    Fortalecimento de organizações que atuam com o tema 

    Por meio do Programa Nossas Crianças, a Fundação Abrinq apoia organizações da sociedade civil que oferecem atendimento gratuito a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade. Atualmente, oito dessas organizações atuam diretamente no enfrentamento e na prevenção da violência sexual, beneficiando 1.625 crianças e adolescentes com acolhimento, acompanhamento psicológico e atividades de proteção e fortalecimento de vínculos. 

    Conheça mais sobre o Programa Nossas Crianças aqui. 

    Incentivo a iniciativas de base comunitária 

    Além das organizações formais, a Fundação também apoia, por meio do Projeto Coletivos, iniciativas de coletivos periféricos que trabalham em comunidades vulneráveis. Muitos deles desenvolvem ações voltadas à prevenção da violência sexual, promovendo rodas de conversa, ações culturais, formações e escutas seguras com crianças, adolescentes e famílias. 

    Conheça mais sobre o Projeto Coletivos aqui. 

    Foto em preto e branco de uma criança triste sem mostrar o rosto, para ilustrar uma vítima de violência sexual

    Campanha nacional de conscientização 

    Todos os anos, a Fundação Abrinq realiza a campanha Pode Ser Abuso, que tem o objetivo de mobilizar a sociedade para o enfrentamento do problema. A campanha orienta sobre sinais que podem indicar situações de violência sexual, como agir nesses casos, como proteger as vítimas e onde e como fazer denúncias. Os materiais da campanha são disponibilizados gratuitamente e podem ser compartilhados para ampliar o alcance da mensagem e proteger ainda mais crianças e adolescentes. 

    Conheça mais sobre a campanha Pode Ser Abuso aqui. 

    Atuação política e defesa de direitos 

    A Fundação também realiza um trabalho ativo de advocacy junto ao Congresso Nacional, em Brasília – DF. A organização acompanha proposições legislativas e articula com parlamentares e instituições para garantir que nenhum direito relacionado à proteção contra a violência sexual seja retirado e que novos avanços sejam conquistados, sempre com foco no melhor interesse da criança e do adolescente. 

    Conheça mais sobre a atuação de advocacy da Fundação Abrinq aqui.

  • Abril Azul: saiba mais sobre autismo na infância

    Abril Azul: saiba mais sobre autismo na infância

    Durante este mês, a campanha Abril Azul chama a atenção da sociedade para o Transtorno do Espectro Autista (TEA), reforçando a importância da conscientização, da inclusão e do respeito às diferenças. Segundo um estudo recente, a desinformação sobre autismo cresceu 15.000% nos últimos cinco anos nos países da América Latina e do Caribe. 

    Para mudar este cenário, a Fundação Abrinq, comprometida em promover os direitos de crianças e adolescentes em todo o Brasil, divulga abaixo uma explicação clara e acessível sobre o autismo na infância, respondendo perguntas frequentes que ajudam a esclarecer dúvidas e combater o preconceito. 

    O que é o autismo? 

    O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição do neurodesenvolvimento que afeta a maneira como a pessoa se comunica, interage socialmente, percebe o mundo e se comporta. O termo “espectro” é usado porque há uma grande variedade de manifestações, com diferentes níveis de intensidade. 

    Cada criança com autismo é única. Algumas podem apresentar dificuldades na linguagem verbal, outras podem se comunicar bem, mas ter desafios para lidar com mudanças na rotina ou interpretar expressões sociais, por exemplo. 

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    Quais são os primeiros sinais de autismo na infância? 

    Os sinais costumam surgir nos primeiros anos de vida e variam de uma criança para outra. Entre os mais comuns, estão: 

    • Dificuldade em manter contato visual; 
    • Pouco interesse em interações sociais ou em brincar com outras crianças; 
    • Atraso na fala ou ausência de linguagem verbal; 
    • Repetição de movimentos; 
    • Sensibilidade intensa a sons, luzes ou texturas; 
    • Apego excessivo a rotinas e resistência a mudanças. 

    É importante lembrar que a presença de um ou mais desses sinais não significa, por si só, que a criança tem autismo. Apenas uma avaliação profissional pode confirmar o diagnóstico. 

    Como é feito o diagnóstico de autismo? 

    O diagnóstico do TEA é clínico, baseado na observação do comportamento da criança e em entrevistas com pais ou responsáveis. Geralmente, é feito por uma equipe multidisciplinar, que pode incluir pediatras, neuropediatras, psiquiatras infantis, psicólogos e fonoaudiólogos. Quanto mais cedo o diagnóstico for feito, maiores são as chances de a criança receber o suporte necessário para desenvolver seu potencial. 

    O que fazer após receber o diagnóstico? 

    O primeiro passo é buscar informações confiáveis e apoio emocional. Receber o diagnóstico de TEA pode ser um momento desafiador para pais e responsáveis, mas é também o início de uma jornada de acolhimento, respeito e desenvolvimento. 

    A criança pode se beneficiar de terapias especializadas, como fonoaudiologia, terapia ocupacional, psicologia e intervenções comportamentais, que devem ser ajustadas às suas necessidades específicas. Também é importante contar com o apoio da escola e da comunidade, garantindo que o ambiente em que a criança vive seja inclusivo, compreensivo e seguro. 

    Mãos de crianças segurando peças de um quebra-cabeças colorido

    Crianças com autismo podem frequentar a escola regular? 

    De acordo com a legislação brasileira, crianças com autismo têm o direito de estudar em escolas regulares, com apoio especializado quando necessário. A inclusão escolar é fundamental para o desenvolvimento social, emocional e acadêmico, e deve ser acompanhada por estratégias pedagógicas adequadas. Cabe às escolas e redes de ensino garantir um ambiente acolhedor e adaptado, com formação de educadores e suporte às famílias. 

    Como lidar com os desafios do autismo no dia a dia? 

    Cada família aprende, ao longo do tempo, quais estratégias funcionam melhor para apoiar a criança. Algumas dicas importantes são: 

    • Criar rotinas previsíveis e seguras; 
    • Estimular a comunicação de forma positiva; 
    • Estar atento às necessidades sensoriais da criança; 
    • Buscar apoio em grupos de famílias, profissionais e instituições que atuam com o tema. 

    Mais do que tudo, é essencial enxergar a criança como um ser único, com habilidades, interesses e sentimentos próprios. 

    Por que falar sobre autismo é importante? 

    A desinformação ainda é um dos maiores obstáculos enfrentados por pessoas com autismo e suas famílias. Ao falar sobre o tema, contribui-se para o combate ao preconceito, à exclusão e à invisibilidade. O Abril Azul é uma oportunidade para refletir sobre a importância do respeito à diversidade e do direito de toda criança crescer com dignidade, inclusão e proteção.

    Siga a Fundação Abrinq no Instagram @fundacaoabrinq

     

  • Confira o Relatório Anual de Atividades 2024 da Fundação Abrinq

    Confira o Relatório Anual de Atividades 2024 da Fundação Abrinq

    A Fundação Abrinq, organização sem fins lucrativos e apartidária que, desde 1990, atua pela defesa dos direitos das crianças e dos adolescentes no Brasil, acaba de lançar o seu Relatório Anual de Atividades 2024. O documento lista e explica todas as ações tomadas pela organização no ano passado, que, no total, beneficiaram 169.207 crianças e adolescentes. 

    Além das mais de 169 mil vidas transformadas, foram 15 programas e projetos desenvolvidos pela Fundação Abrinq, 324 propostas legislativas do Congresso Nacional – relacionadas à infância e adolescência – e 3.082 profissionais, como enfermeiros e professores – formados com cursos oferecidos pela organização. 

    Clique aqui para fazer o download e ter acesso a todo o conteúdo do Relatório Anual de Atividades 2024 da Fundação Abrinq. 

    Um ano recheado de boas ações 

    Em 2024, a Fundação Abrinq se empenhou em promover Proteção, Saúde e Educação para as crianças e os adolescentes, no Brasil, que mais precisavam. Para isso, desenvolveu iniciativas que ampliaram o acesso à creche, incentivaram a leitura, promoveram a alfabetização, apoiaram coletivos periféricos e outras organizações da sociedade civil, mobilizaram o Poder Executivo e o setor empresarial, garantiram a saúde bucal, entre outras. 

    Confira abaixo a lista completa com os programas e projetos desenvolvidos pela Fundação Abrinq em 2024: 

    Proteção 

    • Projeto Coletivos; 
    • Programa Emergência; 
    • Programa Empresa Amiga da Criança; 
    • Programa Nossas Crianças; 
    • Programa Prefeitas e Prefeitos Amigos da Criança; 
    • Programa Presidente Amigo da Criança. 

    Saúde 

    • Programa 1000 Dias; 
    • Programa Adotei um Sorriso; 
    • Projeto Vacinação. 

    Educação 

    • Projeto A Árvore; 
    • Projeto Alfabetiza; 
    • Projeto Brincar; 
    • Projeto Construindo Futuros; 
    • Programa Creche para Todas as Crianças; 
    • Projeto Mudando a História. 

    Outras ações importantes realizadas em 2024 pela Fundação Abrinq para garantir os direitos das crianças e dos adolescentes no Brasil foram as campanhas de mobilização e conscientização, direcionadas à sociedade em geral. Durante o ano, a organização alertou sobre os perigos do trabalho infantil, mostrou a realidade da violência sexual contra crianças e adolescentes, incentivou o aleitamento materno e explicou a importância do brincar. 

    A importância das doações 

    Todas as ações feitas pela Fundação Abrinq em 2024 só foram possíveis pela doação voluntária de milhares de pessoas e empresas engajadas com a causa da infância e adolescência. A organização não recebe recursos do governo e, anualmente, investe mais de 90% do montante arrecadado com mobilização e sua atividade-fim. 

    A Fundação Abrinq agradece a todos os doadores que fizeram parte desta jornada que se iniciou em 1990 e já transformou a vida de mais de 9 milhões de crianças e adolescentes em todo o Brasil. Que 2025 seja ainda melhor.

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  • Como o professor pode ajudar na promoção de uma alimentação saudável dos alunos

    Como o professor pode ajudar na promoção de uma alimentação saudável dos alunos

    A alimentação é um processo biológico, econômico, social, ambiental e cultural que abrange a escolha, a preparação e o consumo de um ou mais alimentos, e tem relação direta com a saúde e o bem-estar das crianças. No dia 4 de fevereiro de 2010, a alimentação tornou-se um dos direitos sociais aos quais todos os brasileiros devem ter acesso, sendo incluída na Constituição Federal de 1988. 

    Por ser um espaço de ensino-aprendizagem, de convivência e de formação de valores, a escola se apresenta como um ambiente privilegiado para a promoção de hábitos alimentares saudáveis. O consumo de uma alimentação adequada e saudável nessa fase é essencial para que as crianças atinjam todo o seu potencial físico e mental, por dois principais motivos. 

    Primeiramente, a educação infantil tem por finalidade principal o desenvolvimento físico, psicológico, intelectual e social das crianças, complementando as ações realizadas por sua família e pela comunidade. Em segundo lugar, em seus primeiros anos de vida, as crianças passam por um processo acelerado de crescimento, desenvolvem diferentes habilidades e adquirem hábitos que levarão por toda a vida. 

    Dentro desse contexto, o professor pode assumir um papel importante, tornando-se um multiplicador de hábitos alimentares saudáveis. Para isso, pode atuar em diferentes frentes, como acompanhar a qualidade da alimentação escolar, dar sugestões para o Conselho de Alimentação Escolar (CAE), ou mesmo ser um dos seus membros, contribuir para as ações do Programa Saúde na Escola e promover atividades de educação alimentar e nutricional. 

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    Dez passos para a promoção de uma alimentação saudável nas escolas 

    Com o objetivo de envolver toda a comunidade escolar na promoção da saúde e de hábitos alimentares saudáveis, o Ministério da Saúde (MS) e o Ministério da Educação (MEC) publicaram, em 2006, os Dez Passos para a Promoção da Alimentação Saudável nas Escolas, que devem ser implantados de maneira complementar, sem a necessidade de seguir uma ordem. 

    1. A escola deve definir estratégias, em conjunto com a comunidade escolar, para favorecer escolhas saudáveis; 
    2. Reforçar a abordagem da promoção da saúde e da alimentação saudável nas atividades curriculares da escola; 
    3. Desenvolver estratégias de informação às famílias dos alunos para a promoção da alimentação saudável no ambiente escolar, enfatizando sua corresponsabilidade e a importância de sua participação nesse processo; 
    4. Sensibilizar e capacitar os profissionais envolvidos com alimentação na escola para produzir e oferecer alimentos mais saudáveis, adequando os locais de produção e fornecimento de refeições às boas práticas para serviços de alimentação, e garantindo a oferta de água potável; 
    5. Restringir a oferta, a promoção comercial e a venda de alimentos ricos em gorduras, açúcares e sal; 
    6. Desenvolver opções de alimentos e refeições saudáveis na escola; 
    7. Aumentar a oferta e promover o consumo de frutas, legumes e verduras, com ênfase nos alimentos regionais; 
    8. Auxiliar os serviços de alimentação da escola na divulgação de opções saudáveis por meio de estratégias que estimulem essas escolhas; 
    9. Divulgar a experiência da alimentação saudável para outras escolas, trocando informações e vivências; 
    10. Desenvolver um programa contínuo de promoção de hábitos alimentares saudáveis, considerando o monitoramento do estado nutricional dos escolares, com ênfase em ações de diagnóstico, prevenção e controle dos distúrbios nutricionais. 

    Crianças praticando a alimentação saudável

    Como implantar esses passos? 

    Para cada passo, as escolas e a comunidade escolar devem formular e desenvolver atividades e ações de acordo com sua realidade, abrangendo o maior número possível de atores: alunos, famílias, professores, coordenadores, diretores, merendeiras, nutricionista da alimentação escolar, profissionais da área da Saúde, entre outros. 

    As escolas podem adotar as seguintes iniciativas: 

    • Incluir no calendário escolar a comemoração do Dia Mundial da Alimentação (16 de outubro); 
    • Promover palestras para as famílias sobre aleitamento materno, alimentação complementar e hábitos alimentares saudáveis; 
    • Promover oficinas culinárias para os familiares dos alunos; 
    • Solicitar que o nutricionista inclua preparações regionais no cardápio da alimentação escolar; 
    • Implantar hortas ou pomares, aproveitando sua produção no cardápio da alimentação escolar e usando seu espaço para realizar atividades pedagógicas; 
    • Levar os alunos para visitar a propriedade de agricultores familiares que fornecem gêneros alimentícios para a alimentação escolar; 
    • Promover capacitações para as merendeiras, abordando temas como boas práticas e aproveitamento integral dos alimentos. 

    Para saber mais sobre o assunto, acesse a publicação O Professor na Promoção de Hábitos Alimentares Saudáveis, da Fundação Abrinq.

  • Quais os impactos da pobreza na infância?

    Quais os impactos da pobreza na infância?

    Segundo a publicação Cenário da Infância e Adolescência no Brasil 2025, a pobreza afeta mais de 16 milhões de crianças em todo o País, trazendo consequências profundas para o seu desenvolvimento físico, mental, social e educacional. Em muitos casos, as dificuldades enfrentadas na infância podem se estender até a vida adulta, comprometendo oportunidades futuras e perpetuando um ciclo de desigualdade. 

    Para saber mais sobre este e outros indicadores sociais relacionados a crianças e adolescentes, acesse o Cenário da Infância e Adolescência no Brasil 2025 aqui. 

    Abaixo, a Fundação Abrinq, organização sem fins lucrativos e apartidária, comprometida em garantir uma vida digna para todas as crianças no Brasil, explica os principais impactos da pobreza na infância e como é possível contribuir para mudar essa realidade. 

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    Impactos no desenvolvimento físico 

    A pobreza compromete o crescimento saudável das crianças, sendo os principais impactos físicos a: 

    Desnutrição – A falta de acesso a uma alimentação adequada pode levar à desnutrição, prejudicando o crescimento e o desenvolvimento cognitivo. Muitas crianças em situação de vulnerabilidade vão para a escola ou dormem com fome, o que compromete sua capacidade de aprendizado e bem-estar; 

    Moradia precária – Crianças que vivem em condições inadequadas, como casas superlotadas ou sem saneamento básico, estão mais expostas a doenças respiratórias, infecções e outras complicações de saúde. A insegurança habitacional, com mudanças frequentes de residência, também pode prejudicar a estabilidade emocional; 

    Saúde comprometida – A pobreza pode limitar o acesso a serviços médicos e odontológicos, impactando a saúde geral das crianças. Problemas como visão, audição, fala e mobilidade podem não ser diagnosticados ou tratados adequadamente. 

    Efeitos na saúde mental 

    A falta de recursos também pode afetar profundamente o bem-estar emocional e psicológico das crianças. A preocupação com a falta de dinheiro, alimentação ou moradia pode gerar altos níveis de estresse na infância, aumentando o risco de transtornos como ansiedade e depressão. Além disso, o estresse crônico pode comprometer funções executivas do cérebro, afetando a memória, o desenvolvimento da linguagem e a capacidade de concentração e tomada de decisões. 

    Desenvolvimento social prejudicado 

    As condições de pobreza também interferem no desenvolvimento social. A falta de recursos pode impedir a participação em atividades recreativas, esportivas e culturais, limitando as oportunidades de socialização e aprendizado. Outra consequência é a de que muitas crianças em situação de vulnerabilidade acabam precisando lidar com preocupações adultas, como cuidar de irmãos mais novos ou ajudar no sustento da família, o que pode comprometer sua infância. 

    Educação em perigo 

    A desigualdade de acesso à Educação impacta diretamente as oportunidades futuras das crianças. A falta de materiais escolares, acesso à tecnologia e um ambiente adequado para estudar pode prejudicar o desempenho acadêmico, problemas que se somam ao fato de que crianças em situação de pobreza têm maior risco de evasão escolar, impactando diretamente suas chances de conseguir um emprego qualificado no futuro. 

    Criança em situação de pobreza

    Impactos a longo prazo 

    As dificuldades vivenciadas na infância podem gerar consequências para toda a vida. Isso porque, como visto, crianças que crescem em situação de vulnerabilidade têm maior probabilidade de enfrentar dificuldades para conseguir empregos bem remunerados na vida adulta. 

    Outro fator tem relação com a falta de oportunidades e a exclusão social, que podem aumentar a probabilidade de envolvimento com a criminalidade. Por fim, a pobreza tende a se perpetuar entre gerações, dificultando a ascensão social de famílias em vulnerabilidade. 

    Como ajudar? 

    Combater os impactos da pobreza na infância requer um esforço conjunto da sociedade. Algumas formas de contribuir incluem: 

    Voluntariado – Participar de ações que apoiam crianças em situação de vulnerabilidade; 

    Doações – Contribuir com instituições que atuam na proteção e promoção dos direitos da infância; 

    Advocacy – Apoiar e cobrar políticas públicas voltadas à redução da pobreza infantil e ao acesso a direitos básicos. 

    A Fundação Abrinq trabalha há mais de três décadas para garantir que crianças tenham acesso à Educação, Saúde e Proteção, criando oportunidades para um futuro melhor. Apoie essa causa e ajude a transformar vidas!

  • Dia Mundial da Saúde Bucal: a importância da prevenção desde a infância

    Dia Mundial da Saúde Bucal: a importância da prevenção desde a infância

    A saúde bucal vai muito além de um sorriso bonito. Na infância e na adolescência, o cuidado com os dentes e a gengiva desempenha um papel essencial para o desenvolvimento saudável, influenciando a alimentação, a fala, a autoestima e até mesmo o aprendizado. 

    Neste Dia Mundial da Saúde Bucal, celebrado em 20 de março, a Fundação Abrinq reforça abaixo a importância da prevenção e do acesso a cuidados odontológicos adequados desde os primeiros anos de vida, explicando a importância e dando dicas para pais e/ou responsáveis. 

    A importância da saúde bucal na infância e adolescência 

    Desde os primeiros meses de vida, a higiene bucal é fundamental para evitar problemas como cáries, gengivite e outras doenças que podem afetar a saúde geral das crianças e dos adolescentes. Além disso, um acompanhamento odontológico adequado contribui para a mastigação correta, o desenvolvimento da fala e a prevenção de complicações futuras. Confira abaixo cada ponto com mais detalhes: 

    Prevenção de cáries e doenças gengivais – A cárie dentária é uma das doenças crônicas mais comuns na infância, podendo causar dor, infecções e até a perda precoce dos dentes de leite, o que afeta o desenvolvimento da arcada dentária. O uso regular do fio dental, a escovação correta e visitas periódicas ao dentista são importantes para evitar esses problemas. 

    Influência na alimentação e nutrição – Dentes saudáveis permitem que a criança mastigue bem os alimentos, garantindo a absorção adequada dos nutrientes necessários para o crescimento e desenvolvimento. Problemas bucais podem dificultar a alimentação e levar a deficiências nutricionais. 

    Impacto na autoestima e na socialização – O sorriso tem um impacto direto na autoconfiança das crianças e dos adolescentes. Problemas bucais podem gerar desconforto, dificuldades na fala e até levar ao isolamento social por vergonha da aparência dos dentes. 

    Relação com a saúde geral – Doenças bucais não tratadas podem desencadear infecções que se espalham pelo corpo, afetando o coração, os pulmões e outros órgãos. Além disso, há uma relação entre a saúde bucal e o desempenho escolar: dores de dente frequentes podem prejudicar a concentração e o rendimento na escola. 

    Menina sorrindo e mostrando sua saúde bucal

    Como incentivar bons hábitos de higiene bucal desde a infância 

    A prevenção é a melhor forma de garantir uma boa saúde bucal e evitar problemas futuros. Para isso, algumas práticas simples podem fazer toda a diferença no dia a dia das crianças e dos adolescentes: 

    • Estabelecer uma rotina de escovação desde o nascimento dos primeiros dentes, com o uso de escova e creme dental com flúor; 
    • Incentivar o uso do fio dental diariamente, tornando esse hábito natural na rotina das crianças e dos adolescentes; 
    • Reduzir o consumo de açúcar e incentivar uma alimentação equilibrada, com frutas, verduras e alimentos ricos em cálcio; 
    • Levar as crianças e os adolescentes regularmente ao dentista para acompanhamento e aplicação de flúor; 
    • Tornar a escovação um momento divertido, com músicas, brincadeiras ou até aplicativos educativos que incentivem o hábito. 

    O papel da Fundação Abrinq na promoção da saúde bucal infantil 

    Com o compromisso de garantir que crianças e adolescentes tenham acesso a cuidados odontológicos de qualidade, a Fundação Abrinq desenvolve o Programa Adotei um Sorriso. A iniciativa conecta dentistas voluntários a meninas e meninos em situação de vulnerabilidade, oferecendo atendimento gratuito e promovendo a prevenção de doenças bucais. 

    Desde sua criação, o programa já beneficiou quase 300 mil crianças e adolescentes, proporcionando não apenas tratamentos odontológicos, mas também mais dignidade, qualidade de vida e oportunidades para um futuro melhor.

  • Dia da Escola: a importância de um ambiente escolar seguro e acolhedor para crianças e adolescentes

    Dia da Escola: a importância de um ambiente escolar seguro e acolhedor para crianças e adolescentes

    A escola é muito mais do que um espaço de ensino: é um ambiente de proteção, socialização e desenvolvimento para crianças e adolescentes. No Dia da Escola, celebrado em 15 de março, é essencial reforçar a importância de garantir que todas as meninas e todos os meninos tenham acesso a uma Educação de qualidade, com estrutura adequada, professores capacitados e um ambiente seguro para aprender. 

    A importância da escola no desenvolvimento de crianças e adolescentes 

    A escola desempenha um papel fundamental na vida das crianças e dos adolescentes, indo muito além do ensino de disciplinas curriculares. Ela é um espaço essencial para o desenvolvimento integral, contribuindo para a formação acadêmica, social e emocional de meninas e meninos. 

    • Educação e futuro profissional – O aprendizado escolar é a base para o desenvolvimento de habilidades essenciais, como leitura, escrita, raciocínio lógico e pensamento crítico. Uma Educação de qualidade amplia as oportunidades futuras, permitindo que crianças e adolescentes construam trajetórias de vida mais seguras e promissoras; 
    • Socialização e construção de valores – Na escola, os alunos aprendem a conviver com diferentes realidades, desenvolvendo habilidades socioemocionais como empatia, respeito, cooperação e resolução de conflitos. Esse ambiente favorece o crescimento pessoal e a construção de uma sociedade mais igualitária; 
    • Proteção contra vulnerabilidades – Para muitas crianças e muitos adolescentes, a escola é um espaço seguro, onde encontram alimentação adequada, acompanhamento psicossocial e proteção contra situações de risco, como trabalho infantil, violência doméstica e exploração. Além disso, professores e educadores podem identificar sinais de abuso ou negligência e encaminhar os casos aos órgãos responsáveis. 

    Os desafios enfrentados pelas escolas no Brasil 

    No Brasil, no entanto, ainda há desafios significativos a serem superados para assegurar que o direito à Educação seja plenamente garantido. Apesar dos avanços nas últimas décadas, a Educação básica brasileira ainda enfrenta obstáculos que comprometem o aprendizado e o desenvolvimento das crianças e dos adolescentes. 

    • Infraestrutura inadequada – Muitas escolas ainda não possuem condições básicas para um ensino de qualidade, como bibliotecas, laboratórios de informática e acessibilidade para crianças com deficiência; 
    • Evasão e abandono escolar – Fatores como a necessidade de trabalhar para ajudar na renda da família, gravidez na adolescência e dificuldades de aprendizado contribuem para que milhares de crianças e adolescentes deixem a escola antes de concluir a Educação básica; 
    • Baixo desempenho escolar – O Brasil ainda enfrenta dificuldades para melhorar indicadores de aprendizado, como os avaliados pelo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb); 
    • Violência no ambiente escolar – Casos de bullying e agressões colocam a segurança de alunos em risco, afetando o desempenho escolar e a permanência dos estudantes. 

    O papel da Fundação Abrinq na promoção da educação de qualidade 

    Para transformar essa realidade, a Fundação Abrinq desenvolve iniciativas voltadas para a melhoria da Educação em geral, promovendo, entre outros, o acesso a creches, o estímulo ao brincar, a alfabetização na idade certa e a diminuição do abandono e da evasão escolar. 

    • Programa Creche para Todas as Crianças – Aumenta o acesso, melhorar a infraestrutura e contribuir com a qualidade do atendimento em unidades de educação infantil, tendo em vista o desenvolvimento das crianças; 
    • Projeto Brincar – Contribui com as práticas pedagógicas da Educação infantil e do ensino fundamental ao implantar o uso da ferramenta do brincar e novas metodologias; 
    • Projeto Alfabetiza – Qualifica as práticas pedagógicas em escolas de ensino fundamental – anos iniciais, na utilização de metodologias de ensino de alfabetização e letramento, a fim de contribuir com o desenvolvimento das crianças; 
    • Projeto Construindo Futuros – Promove o desenvolvimento de projetos de vida dos estudantes do 9º ano – anos finais, a fim de subsidiar a escolha dos itinerários formativos na transição para o ensino médio reduzindo a evasão escolar.